Livros e fanfics

Recomendado por babyimdieyoung

babyimdieyoung
Essa fanfic é tão boa que eu simplesmente sinto vontade de gritar a cada momento fofinho, vontade chorar até não conseguir ler mais nada quando o Lucas demonstra os sentimentos dele mesmo que de forma confusa, vontade de rir a cada momento cômico (que tem e muito) e principalmente, vontade e ler mais a cada momento. Eu sinto uma necessidade de recomendar essa fanfic como sinto de respirar ou beber água. Acho que estou viciada nela em apenas sete capítulos... A autora expressa tão bem suas palavras, faz tudo parecer engraçadinho e fofinho e tem uma maneira adorável de escrever. A estrutura é ótima e os personagens são daquele tipo que a gente só se apega mais a cada momento que passa. E é assim que estou agora: com abstinência de Luc e Dan. Então sim, eu com certeza recomendo essa fanfic. Não conseguiria dormir a noite sabendo que não recomendei uma das melhores fanfics que já li – aliás, uma das únicas yaoi que leio.
PARA "MIM" FAZER

O pronome "mim" funciona sempre como objeto de uma ação, ou seja, é sempre aquele que recebe uma ação, por assim dizer. Dessa forma, a colocação adequada do pronome na frase acima seria "para eu fazer", tendo em conta que "eu vou fazer" alguma coisa, ou seja, vou realizar uma ação. Reparem a diferença entre:
1. Isso é muito difícil para mim.
2. Era para mim ir lá.
Na primeira frase, o "mim" funciona como objeto, ou seja, ele está sofrendo uma ação, não está fazendo nada, a colocação do pronome está correta; já na segunda frase, a colocação adequada do pronome seria "era para eu ir lá", porque, nesse caso "eu" é sujeito, ou seja, eu deveria estar praticando a ação de "ir" lá.
Ficou claro?

(1) ACENDER / (2) ASCENDER

(1) Significa pôr fogo, ligar, animar. -> Ex: Você não pode acender a vela.
(2) Significa subir, elevar-se. -> Ex: É para ascender até o último andar do prédio.

Recomendado por Anya

Anya
É muito clichê dizer que eu não tenho palavras para descrever essa história? Acho que sim né. Mas bem, como a própria autora já disse "tudo é clichê no fim das contas." Mas e quando o clichê não é tão clichê assim? (nossa, isso ficou um pouco confuso). Se formos parar para olhar,Diana não é nada parecida com as "raparigas" de outras histórias. Ela é sensível? Sim. Um tanto envergonhada? Sim. Mas é louca, não no sentido que algumas pessoas gostam de ser chamadas, (o que eu acho muito estranho), mas ela é louca mesmo, piradinha. Enfrenta problemas pessoais, problemas que talvez alguém que já tenha lido essa história tenha,problemas dos quais nenhuma autora jamais escreveu. Outra coisa que eu admiro muito na forma que a Diana foi escrita, é que após alguns acontecimentos (spoiler) ela não vira uma deusa do sexo. E Clark, obrigada por isso. E também temos o Theo. Oh Deus, o Theo. Que homem! Nos primeiros capítulos eu já fiquei completamente apaixonada por ele, talvez porque ele fuja muito o esteriótipo de bad boy. E Clark, obrigada novamente por isso. E a autora? Mother of God. Que mente brilhante que consegue te prender com 50 capítulos sobre uma rotina normal de uma garota não tão normal assim. Uma autora (que não sei como) consegue sempre responder um mini texto com apenas um comentário simples como "legal, continua". E Leiam! É a minha história favorita desde sempre. Se não quiserem ler, o problema é de vocês que estão perdendo uma história m.a.r.a.v.i.l.h.o.s.a! Dasvidaniya :**