Livros e fanfics

Recomendado por CallaCalls

CallaCalls
Primeiramente essa é uma historia que é muito bem escrita, e pra quem nunca tentou escrever na sua vida, saiba que dá um trabalhão. Como a propria autora vem falando, não custa nada dar uma opniãozinha em um trabalho em que você vem usufruindo. E de fato, eu venho Usufruindo bastante dessa o.c., mas não necessariamente venho danfo o valor que ela merece. É como um pedido de descul0a por ser uma leitora fantasma, não que seja proposital, é só que eu nunca tive o hábito de comemtar os trabalhos que eu admiro muito. Me perdoe por isso Miky. Saiba que a sua fanfic é muito incrível e que eu odiaria se você parasse de escrever porque não vê um feedback do seu trabalho. Eu adoro o seu trabalho. Não acho especificamente que a opinião dos leitores seja o mais importante, mas sim o seu interesse em continuar a história, ja6 que muitas vezes um escritor só sabe a opinião do publico depois de ter seu livro entregues em mãos. Mesmo assim respeito que você dê tanto valor a isso, é bem compreensivel aliás. Mesmo assim, por favor não desiste da gente nem da sua história. Você não sabe o quão incrivel você é como escritora.
"AO MEU VER..."

“Ao meu ver” non ecziste, há apenas “a meu ver”, meu caro ninja.

(1) DE MAIS / (2) DEMAIS

(1) Só usamos "de mais" quando se opõe a “de menos” na expressão “não tem nada de mais”. -> Ex: Não fiz nada de mais!
(2) Nos outros casos, quando pode significar “muito, bastante” ou “o restante”, devemos usar "demais". -> Ex 1: Comeu demais. Ex 2: Os demais devem retornar amanhã.

Recomendado por Gabinos

Gabinos
Essa história tem cores, tem uma musiquinha (safada, para a época), o ambiente denso com fumaça de cigarro, o burburinho das conversas e o tilintar dos copos! Deliciosa, instigante e trazendo um cenário riquíssimo e de infinitas possibilidades com algumas das mais ilustres personalidades da época ajeitando seus bigodinhos ou suas peles ao redor do pescoço, falando alto pela inebriação e gargalhando ao tirarem sarro do cenário político. E temos Doris e Sissi. O casal Bonnie e Bonnie, que tem um Clyde assistente para as fugas, o pseudo-Romeu. Não tem como dissociar a história dos penteados, trejeitos, vestidinhos e olhadelas cúmplices de quem trama algo, principalmente entre as personagens principais. A Kori surpreende não só na ótima ambientação como no banho de cultura das notas. Pra quem não é de São Paulo e mal conhece a cidade, como eu, a vontade é tirar uns dias e ir conhecer os lugares que dão nomes aos capítulos. É mágico ter o enaltecimento de uma cidade tão grande e cheia de histórias para contar, mas que foi esquecida e tratada com descaso por quem deveria preservá-la. É em obras como a da Kori que nossa cultura vive. É um prazer indescritível ler uma história como essa, onde a mente viaja à 1922 e traz todos os aspectos daquela época que aprendemos de diversas maneiras mas muitas vezes é esquecido em algum lugarzinho da memória por não ser revivido muitas vezes. Além de tudo, o gostinho da infância, das novelas da época, seriados, do interesse que essas obras despertavam sobre as figuras que cumpunham o cenário intelectual, tudo vem à tona. Obrigada, Kori!