Livros e fanfics
Recomendado por Juliete Madeleine
Juliete Madeleine
Por que ler esta fic?
"Nada grita mais alto do que a voz do silêncio." -Maxsuel De Sousa. Já pensastes em parar o tempo para entenderes esta enigmática frase? Tão simplória, tão demasiadamente ousada, profunda, tocante e arrebatadora. É no mais profundo e torpe e enlameado abismo negro e silencioso que pode-se ouvir ao longe o grito cruciante da alma sofrida que jaz no descontento vívido. São nos momentos de reflexão pura e intensa e silenciosa que pode-se ouvir o grito da solidão, do sofrimento, da mais lapidada angústia transbordando-lhe a alma, é no silêncio que pode-se entender Violet Hill.
O que você considera desta fic?
Desde a primeira vez que li a sinopse de Violet Hill, eu já tive uma reação contraditória, em meu desespero para aumentar o número de acompanhamentos tive a ousadia de acompanhar esta fic, mas não possuía em meu ser a genuína convicção de que iria surpreender-me com tal, esperava mais uma fic sem acrescentamentos para meu cotidiano e minha destreza em situações da vida, mais uma fic com rebeldia e amor misturados, formando um gênero comum entre as estórias mais lidas atualmente; Mas foi aí que assustei-me. Assustei-me porque não esperava nenhuma reflexão profunda que conseguisse roçar-me a alma com a ponta dos dedos, com o toque suave e arrebatador do silêncio; esperava tudo, menos a mais pura contradição com minha palavra anterior à fic, e são fics assim que arrebatam meu ser com tamanha surpresa que prendem-me a atenção até o último suspiro da finda e solitária palavra, são raridades, agulhas no palheiro, mas que quando achadas superam todas e totais expectativas do leitor (a). Em Violet Hill é possível sentir demasiadamente que a autora deu a própria vivência na reflexão verídica dada como sacrifício aos leitores, gosto de sacrifícios, gosto de pessoas que preocupam-se em passar uma mensagem ao leitor (a) em questão, gosto de raridades, amo Violet Hill.
Detalhe importante:
Esta fic possuirá cenas que contém mutilação humana, cenas profundamente depressivas e reflexivas equipam requintadamente o enredo possuidor de tamanha nobreza escrito pela digníssima autora, caso não deseje ler conteúdos assim ou desgoste destes gêneros, sugiro singelamente que procure algo que seja de seu demasiado agrado para ler e poupe-nos de críticas que serão usadas sem nenhum requício de escrúpulos para ferir os sentimentos da autora, que não merece tal ato, que também é agraciado com meu total repúdio.
Recado final:
Corras, sabendo que o silêncio pode atingir-lhe em qualquer momento e roubar-lhe desoladamente o conforto da alma, tendo a informação de que se podes ouvir este grito, poderá entenderes então por demasiado o sentido da plena e soberana e nobre vida.
~Larih~
"HÁ MUITO TEMPO ATRÁS"
É uma construção redundante, como “entrar pra dentro” e “subir pra cima”. O “há” já dá a ideia de passado; não havendo, portanto, a necessidade do “atrás”. Escolha um ou outro.
(1) DEBAIXO / (2) DE BAIXO
(1) Usamos "debaixo" sempre que, a seguir, vier a preposição "de". -> Ex: o gato estava debaixo DA mesa.
(2) Se não houver a preposição "de" em seguida, usamos "de baixo". -> Ex: o apartamento fica no andar de baixo.
Recomendado por Miss Chelly
Miss Chelly
Gostei dessa historia desde o primeiro parágrafo que li. No fim do prólogo eu sabia que essa historia merecia uma recomendação, mas fui forte (até agora) e resolvi ler mais capítulos simplesmente para ver se eu encontrava algum furo na historia, uma incoerência...qualquer coisa. Bem, se você considera uma falha a historia te emocionar mais do que deveria, então encontrei um defeito, afinal.
O Chris está num sanatório e eu gostaria de dizer que por um engano, mas sim, ele tem um distúrbio psicológico. Só que eu ainda acho que é um engano todos os outros estarem fora da clinica onde Chris está. Porque, na verdade, Chris pensa o que todo mundo pensa, mas finge que não. Vê o que todos veem, mas acham melhor esquecer. A diferença é que Chris analisa muito, se preocupa muito e está mais do que claro que ele passou por muita coisa antes de chegar na clinica onde ele está.
Mas Chris não é o único personagem que merece estar nessa recomendação. Na verdade, todos os outros personagens merecem. Acho que se me perguntassem por que eu gosto tanto dessa historia e por que eu acho que essa autora está acima da capacidade de muitos outros autores, eu diria que -Dentre tantos motivos- são os personagens que ela cria; Para mim esses personagem são as pessoas que eu conheço, são as pessoas que passam por mim na rua, e mais importante: esses personagens sou eu! E criar personagens assim em historias é ser um Dr. Frankenstein e construir um novo humano a partir de outros. É difícil, genial e quem vê a obra fica sem palavras (a diferença é que nesse caso a admiração é boa).
Eu tenho que dizer que adoro o fato de a dona Alasca pesquisar sobre os distúrbios que ela fala e de ela fazer esse distúrbios não serem apenas um acessório como a cor da blusa, mas serem uma característica. Os distúrbios estão misturados ás personalidades e interferem nas ações de cada um dos personagens.
Outro ponto positivo na historia é que ela é bem cuidada. Ela não é escrita e jogada de qualquer jeito. Logo se vê que é uma historia bem revisada e sei que a autora revisa mais de uma vez. Acho que esse cuidado (perigosamente perto do perfeccionismo) é um esforço que muitos não fazem, mas que faz uma diferença enorme e mostra que a autora se importa com o que vamos ler. De fato, ela se certifica de que vamos perder o ar em cada capitulo, que vamos querer comentar mesmo ficando sem palavras em cada um deles e que vamos ter milhares de perguntas e teorias apenas esperando para ver como a historia vai se desenrolar.