Livros e fanfics

Recomendado por Eduardo Ariedo

Eduardo Ariedo
Enquanto eu escrevo essa recomendação, ela ainda está em seu terceiro capítulo, mas estes, apesar de poucos já são o suficiente para eu afirmar que se Forjados em Sangue virasse um livro, certamente eu compraria para lê-lo e por em um lugar especial na minha estante para as melhores narrações nacionais que li em minha vida, mas por que afirmar isso tão cedo? Ora pois! Logo no começo a história já tem um rumo interessante, apresentando seu plot e personagens fascinantes, você leitor certamente irá shippar Lystaf em algum momento de sua vida, queira ou não. Eles combinam muito, entende? O mundo que se passa essa fic também foi muito bem planejado por elas, tudo nasceu de um fórum que eu infelizmente não tive o prazer de jogar, mas é possível ver através da narração que os locais são únicos, cada colina ou cada castelo. Cada um tem sua história e isso deixa tudo muito mais legal, não é mesmo? As autoras também são atenciosas e respondem os comentários sempre que possível. Elas estão de parabéns.
"HOUVERAM" MUITOS ACIDENTES

O verbo "haver", no sentido de existir, é invariável; sendo assim -> Houve muitos acidentes.

(1) VIR-ME-EI / (2) VIREI-ME

(1) Do verbo “vir”, está conjugado no futuro. -> Ex: vir-me-ei até ti.
(2) Do verbo “virar”, está conjugado no passado. -> Ex: eu virei-me para ela.
Na dúvida, use a informalidade de colocar o pronome antes do verbo (= me virei).

Recomendado por Rain

Rain
Bem, vamos começar do começo. Então, em primeiro lugar, quero recomendar esta história para quem gosta de romances divertidos e de gente que escreve sem assassinar o português. Para mim, qualquer história que tenha amor, humor e correção gramatical já me ganha de cara. Mas então vêm os pets: o desdenhoso gato Ernesto e o bonhachão do cachorro Mozart. Eles assumem o volante de vez em quando (sim, isso mesmo! olha que delícia!), mostrando a história através de suas impressões peculiares. Aí, gente, fechou pra mim. Porque se tem duas coisas que eu gosto demais são bichos e POVs peculiares. Isso já é o suficiente para eu recomendar duas vezes, mas ainda tenho outra coisa a dizer. No começo da história, a Juliana diz que aceitou um desafio com Chamem os Bombeiros: o de fazer desta uma história que evolui ao sabor do improviso, sem ter muitas coisas fechadas e pré-programadas. E quem escreve ou já escreveu sabe que fazer algo assim e conseguir se sair uma história realmente boa e costuradinha é só para os fortes. Então, o maior motivo desta recomendação é dizer que ela conseguiu, ou vem conseguindo (escrevo no dia seguinte à postagem do capítulo 20), manter o foco e a qualidade. E eu não tenho dúvidas de que vai ser assim até o fim, porque já ficou claro que ela manda bem demais. Então, se você tinha alguma dúvida quanto a começar a leitura, faça uma fogueirinha com ela e chame logo os bombeiros.