Livros e fanfics
Recomendado por Marce
Marce
Sabe quando você não encontra palavras para dizer o tanto que uma Fancis é perfeita?Porque parece que todas que você encontrar não conssegui descrever ela? Da mesma forma me sinto com "As desventuras do caos", pra mim ela é simplesmente perfeita, engraçada e misteriosa, deixando o leitor sedento por mais capítulos. Devo confessar que já me apaixonei pelo o título e nem li a Sinopse, aí imagine a minha supresa quando chegou no capítulo do banheiro em que estava Dawn com o Suposto "Cold", quando na verdade era o seu irmão Gêmeo ? PUTA MERDA! Já me apaixonei na história aí mesmo. Lembro que li na vespera do natal, com minha família toda na minha cidade e eu ? Estava presa porque não conseguia para de ler . Realmente é a melhor fancis original que já li, com os seus mistérios, humor e romance consegue te prende e fazer imaginar cada detalhe, bem como, os fatos e a escrita e muito bem organizada. Peço de coração que a Autora volte e de um fim a fanfiction, fora que desejo que continue a escreve e seu desejo é se tornar uma escritora devo confessar que você tem todo potencial.
(1) HÁ ANOS / (2) A ANOS / (3) À ANOS
(1) Indica tempo passado -> Ex.: Ele chegou do Japão há um ano.
(2) Indica tempo futuro -> Ex.: Daqui a dois anos eu farei intercâmbio.
(3) Não existe no sentido de indicação de tempo! Aliás, também não existe "á" (com o acento agudo para a direita): nem em "á anos".
ISSO IMPLICOU "NA" SUA MORTE
Quando o verbo significa "ACARRETAR", não se deve utilizar a preposição "EM" (no caso do título, "NA" é a junção de "EM + A"). Assim, se implica algo, não se implica em algo.
-> Ex. certo: As leis implicam acidentes.
-> Ex. errado: As leis implicam em acidentes. <- ISSO NON ECZISTE!
Recomendado por antarctic
antarctic
Essa é aquela história que te faz parar pra pensar, não só pensar, mas refletir de verdade. Faz você querer ser mais você e t traz vontades que você nem lembrava-se mais de ter, coisas como agradecer a Deus pela mãe e pelos tempos evoluídos, agradecer a medicina, agradecer a si mesmo por se aceitar e aceitar a negação dos outros. Delilah não é apenas uma one-shot sobre uma jovem sendo oprimida por sua orientação sexual, a carta de Gwen não precisa ser descrita porque todos nós já escrevemos uma carta para Delilah, nem sempre com papel e caneta e sim com pensamentos, com palavras orais, com gestos exasperados, algumas vezes Delilah possui um nome diferente, mas continua sendo nossa melhor amiga. Algumas vezes nós somos Gwen e Delilah e algumas vezes ela é aquela pessoa que o julga constantemente e que o repudia, as vezes ele pode ser até mesmo seus pais, avós, amigos distantes com quem tu não tem contato íntimo. A carta de Gwen são todas as vezes em que você se sentiu intimidado por ser você mesmo não apenas por ser homossexual, mas também por ser negro, por ser judeu, por ser mulher. É sobre o medo de uma sociedade preconceituosa e obre aceitar quem você é, eu aceitei, eu entendi quem eu sou, descobri a mim mesma refletida na Gwen preocupada com a reação dos pais e os comentários dos estranhos na rua.
Todos nós já fomos uma Gwen e já nos apaixonamos por uma Delilah, tudo o que essa fic me passou foi que, independentemente do que os outros digam, no fim das contas nós apenas temos de nos soltar, soltar nosso verdadeiro eu, apenas para que uma carta como essa não fique entalada na sua garganta e o mate sufocado por uma corda, de overdose ou com os pulsos cortados. palavras são palavras, ditas, escritas ou cantadas e, essa fic, fez com que eu pensasse sobre todas as palavras que eu devo dizer agora e direi futuramente pelo simples prazer de ter o direito de dizê-las.