Livros e fanfics
Recomendado por SaaChan
SaaChan
Sedução, comédia, romance e drama, mas tudo moderadamente perfeito, é como eu julgo essa fanfic. Ln N nos apresenta tudo de bom e do melhor um enredo bem elaborado. Nathaniel Collins, o tipo de depravado que repugnamos nos traz seu charme e acabamos nos apaixonando por ele, em seu jeito safado e sedutor. Já Amy Hansen, uma garota tão bonita não precisa de charme para nos hipnotizar, ela mesma tem o seu carisma que nos faz ficar cada mais envolvidos. É engraçado ver como duas pessoas completamente diferentes podem dar certo muito bem.
Eu amei essa fanfic e recomendo.
"FAZEM TRÊS ANOS..."
O verbo “fazer”, indicando tempo (sentido de “haver”: Há três anos) não varia. Então: FAZ TRÊS ANOS.
(1) MEXA / (2) MECHA
(1) Do verbo mexer, lê-se com o "e" forte (mêxa). -> Ex: Não mexa na minha bolsa.
(2) Relacionado ao cabelo, lê-se mécha. -> Ex: Eu pintei apenas uma mecha do meu cabelo.
Recomendado por RavensShadow
RavensShadow
Nunca consegui ler muitas fic's, na verdade, eu sempre entrei muito no Nyah, sem conta nem nada, mas até o último sábado eu não conseguia achar história nenhuma que parecesse me agradar. Esta foi a segunda história que me agradou e tem um bom motivo para isso.
Quando iniciei a leitura desta fic vi um tema um tanto corriqueiro, porém escrito de uma forma muito cativante e isto facilitou com que eu entrasse na história, não foi como se eu estivesse lendo, sim vivendo o que a mesma teve à me proporcionar.
Com personagens bem delineados e fortes, a história te leva a outras perspectivas e apontamentos acerca do tema. Não é mais um romancezinho yaoi que tem sexo e tudo mais. É um romance de verdade, daqueles com a pressão: "Será que agora vai?" "Vish, isso vai dar meda" "Não faz isso, Luca, seu idiota." Aqueles que te fazem querer ler tudo num dia só, bom, na verdade, eu demorei três dias, porém isto não vem muito ao caso.
Acho que todos deveriam ler esta história, todos mesmo, o mundo seria menos preconceituoso, porque o modo como a autora expõe os sentimentos do Luca contra sua sexualidade, bom, é fantástico, muita gente se sente exatamente como ele e muitas pessoas passam por coisas parecidas com o caso deles — Por vezes até piores — não por culpa deles próprios, mas do preconceito que foi colocado na cabeça deles e por mais que pessoas digam: "Ah, isso não ofende/reprime". Ofende e reprime, sim, a personagem — ou o personagem, segundo a nova regra não a mais diferença — demonstra isso, como dói para ele sair do modo "Proteção contra sociedade" Como dói entender que tudo que ele aprendeu era sem cabimento e estava errado.
Todos deveriam tentar entender como alguns homossexuais, deficientes, ou qualquer tipo de minoria, se sente em relação ao mundo. E essa história retrata isso com magnitude.