Livros e fanfics
Recomendado por Thanaton
Thanaton
Assim, fiz um email só pra fazer uma conta no Nyah - email exclusivo -, depois fiz uma conta por causa dessa história. Favoritei a história, acompanho a história e estou absolutamente desesperada para o próximo capítulo. Mas quem quer saber disso não é?! O que vocês querem saber, e descobrirão lendo, é como um autor consegue prender sua atenção numa história a tal ponto de ser necessário virar a noite lendo para saciar desejos "curiosísticos". Descobrirão o que é realmente adorar dois personagens e gargalhar muito com eles. Frustrar-se. "Emputecer-se". Descobrirão até o que significa ODIAR realmente as tramas de uma autora completamente malévola cujo enredo tem, entre outros focos, TRETA!
(1) COM CERTEZA / (2) CONCERTEZA
(1) Assim se escreve. Ok, perfeito.
(2) WAT? Isso non ecziste!
"FRENÉTICAMENTE"
ISSO NON ECZISTE! As palavrinhas terminadas em "mente", que indicam o modo como a ação foi efetuada, NÃO são acentuadas. A sua sílaba tônica, a mais forte, passa a ser o "MEN", não sendo acentuada por não se encaixar na regra de acentuação das paroxítonas. Então, nada de "frenéticamente", "diáriamente", "inevitávelmente", etc.
Recomendado por Rodrigo Caetano
Rodrigo Caetano
Delilah... Você termina essa história pensando nela. E ela fica com você. Eu sei porque ela ficou comigo, por bastante tempo, por sinal.
Dizer que me faltam palavras, além de ser insuficiente, é inaceitável, por mais verdade que seja. Essa história desperta em mim algo que... Não. Essa história não. Isso aqui não necessariamente é uma história. Quem desperta alguma coisa em mim é a Gwen. Por que ela é real demais para viver apenas nessas palavras. Ela vive comigo e com todo mundo que lê a sua "não história", mas a sua declaração de amor, à vida principalmente, desperta em mim os meus instintos mais básicos de carinho e proteção.
Dá vontade de pegar ela no colo e secar as suas lágrimas, rindo - junto com ela, tenho certeza - do simples fato de ela estar chorando. Quem sabe ela resolva secar as minhas lágrimas também. E, se eu pudesse, eu pagava essa declaração e a entregava em mãos, pessoalmente. Até porque eu não resistiria a tentação de conhecê-la.
Eu termino de ler e sei que eu não preciso pensar nela. Sei que essa história vai muito além dela. E que independe da reação dela ao que eu lhe entregar. Eu sei que isso é tudo muito lindo sem ela, e que não é ela que eu quero abraçar. Mas ainda assim, você fica pensando nela. Oh Delilah... Como deve ser lindo te ver dançar...