Livros e fanfics

Recomendado por IsaLovelly

IsaLovelly
Essa é a melhor fic que eu já li na história do Nyah!. O autor faz da Rosemary uma personagem cada vez mais engraçada, legal e normal, já que 78% do Nyah! é garotas ruivas de olhos verdes ou loiras, que são as nerds, se encontram com o badboy e o odeiam. Depois, tem o mi-mi-mi do se amarem sem nem expressar os sentimentos na escrita. Mas aqui é totalmente diferente! Só no título do capítulo você já ri, no final do capítulo já está morta ft. enterrada, como eu. Essa é uma história muito boa, sério. A escrita é ótima, o enredo e o humor é maravilhoso e as opiniões da Rosemary ainda mais(estou falando também do que ela pensa sobre o irmão dela, a calça skinny que ela tinha certeza de que havia sido comprada na seção feminina). Simplesmente adoro quando os autores conseguem fazer essas opiniões que parecem ser totalmente normais, mas acabam sendo muito engraçadas. Enfim, recomendo esta fic a todos que chegarem na página inicial do Nyah! e pensarem "O que será que eu vou ler hoje?" pois, com certeza, essa história tira todo o seu tédio.
(1) AO INVÉS / (2) EM VEZ

(1) Significa “ao contrário de” -> Ex.: Ao invés do que previu a professora, ele passou de ano.
(2) Significa “no lugar de” -> Ex.: Em vez de jogar futebol, preferimos ver animes.

(1) ESTÁ / (2) ESTAR / (3) ESTA

(1) Do verbo “estar”, é a conjugação no presente. Pode ser substituído por “tá”, o que é informal e não pode ser escrito. ->Ex: ela está na sala. (Ela “tá” na sala.)
(2) O verbo no infinitivo é usado, principalmente, após outros verbos ou após preposições (de, após, para...). -> Ex: Ela vai estar na sala. (Verbo “vai”, então é seguido por infinitivo)
(3) Demonstra o local ou indica algo. Pode ser substituído por “essa”. -> Ex: esta caixa está no local errado. (Essa caixa...)

Recomendado por Gabinos

Gabinos
Essa história tem cores, tem uma musiquinha (safada, para a época), o ambiente denso com fumaça de cigarro, o burburinho das conversas e o tilintar dos copos! Deliciosa, instigante e trazendo um cenário riquíssimo e de infinitas possibilidades com algumas das mais ilustres personalidades da época ajeitando seus bigodinhos ou suas peles ao redor do pescoço, falando alto pela inebriação e gargalhando ao tirarem sarro do cenário político. E temos Doris e Sissi. O casal Bonnie e Bonnie, que tem um Clyde assistente para as fugas, o pseudo-Romeu. Não tem como dissociar a história dos penteados, trejeitos, vestidinhos e olhadelas cúmplices de quem trama algo, principalmente entre as personagens principais. A Kori surpreende não só na ótima ambientação como no banho de cultura das notas. Pra quem não é de São Paulo e mal conhece a cidade, como eu, a vontade é tirar uns dias e ir conhecer os lugares que dão nomes aos capítulos. É mágico ter o enaltecimento de uma cidade tão grande e cheia de histórias para contar, mas que foi esquecida e tratada com descaso por quem deveria preservá-la. É em obras como a da Kori que nossa cultura vive. É um prazer indescritível ler uma história como essa, onde a mente viaja à 1922 e traz todos os aspectos daquela época que aprendemos de diversas maneiras mas muitas vezes é esquecido em algum lugarzinho da memória por não ser revivido muitas vezes. Além de tudo, o gostinho da infância, das novelas da época, seriados, do interesse que essas obras despertavam sobre as figuras que cumpunham o cenário intelectual, tudo vem à tona. Obrigada, Kori!