Livros e fanfics

Recomendado por Annie

Annie
É a primeira vez que eu recomendo uma história. Sério. A maior coisa que eu podia fazer por uma história era favoritar. Mas então eu comecei a ler essa história, e colega, você já pode vender livros. É uma história que envolve desde a primeira até a ultima palavra. Eu comecei a ler ela quando estava com muito tédio, em uma daquelas tardes que demoram a passar, sabe? Mais ai eu li o primeiro parágrafo e quando percebi já tinha acabado a história. ( E já era noite). Eu ri, chorei, ri de novo, e chorei mais ainda. Eu pensei que essa história era um daqueles clichês, O garoto recluso se apaixona pela popular, e a "bitch" tenta separar eles, mas não. Enfim, antes que eu escreva um livro sobre sua fic, eu quero dizer (ou escrever, nada faz sentido) que a sua história nos faz pensar como a vida é curta, Mas em alguns momentos nós podemos ser infinitos. Chorei rios, e ri muito.
"- AHHHHHHHHHHH!"

Essa não é a melhor forma de expressar um grito a não ser que seja essencial. Isso, provavelmente, fará o leitor rir quando deveria temer. Procure narrar o momento, não o dialogar. Caso dialogue, evite o uso de letras maiúsculas a não ser que seja muito repentino.

(1) À VONTADE / (2) AVONTADE / (3) A VONTADE

(1) "À vontade" demonstra a maneira da ação, mostra que ela foi feita comodamente. -> Ex: Podem ficar à vontade.
(2) WAT? "Avontade" non ecziste!
(3) "A vontade" pode ocorrer nos demais casos. Ocorre quando NÃO se demonstra o modo da ação. -> Ex: A sua vontade sempre era mais forte que a sua razão.
Obs.: "à-vontade" também existe, e é um substantivo masculino. Ou seja, quase sempre, estará precedido por um artigo masculino (o, um) e é o nome que se dá ao sentimento de se sentir à vontade. -> Ex: O à-vontade dele me deixava perplexo.

Recomendado por Miss Mistery

Miss Mistery
Foi definitivamente a melhor história que eu já li. Me faz pensar sobre a realidade em que vivemos: cada um de nós preso em sua própria redoma, sem coragem de sair, se acovardando para tirar o outro desse transe. Precisamos agir. Dar o primeiro passo, e não esperar (talvez em vão) que o outro o faça. Nessa era da tecnologia, essas redomas tem triplicado de número. Este emocionante conto me fez enxergar que eu às vezes me tranco em minha própria redoma, e agradeço à autora por me ensinar que preciso me libertar dela, e ser mais comunicativa e simpática. Foi um presente que Hunter Pri Rosen me deu. Obrigada. Camille Chase Schreave