Livros e fanfics

Recomendado por Lady Anny Vengeance

Lady Anny Vengeance
Estou me esforçando ao máximo para não mandar spoilers, mesmo sabendo que eu não me aguento e às vezes sai alguns, mas não irei fazer isso, prometo. O que eu posso dizer sobre "Até Que Haja Silêncio..."? É simplesmente PERFEITA! Acho que é a única história que eu leio aqui no Nyah! em que Scream não é representada como uma música de cunho sexual. O enredo é maravilhoso, a Halls fez com que o personagem que, na teoria deveria ser o mais odiado, fosse justamente o mais amado (pelo menos por mim). As cenas são bem descritas, você consegue se imaginar perfeitamente bem dentro da história. Como é uma fic de terror, acredito que será bem difícil você tentar tirar da cabeça as cenas descritas por ela. Enfim, me apaixonei por toda a história, o enredo, os personagens, a narração, TUDO. Simplesmente maravilhoso! LEIAM! Vocês vão amar "Até Que Haja Silêncio..."
"FAZEM TRÊS ANOS..."

O verbo “fazer”, indicando tempo (sentido de “haver”: Há três anos) não varia. Então: FAZ TRÊS ANOS.

PARA "MIM" FAZER

O pronome "mim" funciona sempre como objeto de uma ação, ou seja, é sempre aquele que recebe uma ação, por assim dizer. Dessa forma, a colocação adequada do pronome na frase acima seria "para eu fazer", tendo em conta que "eu vou fazer" alguma coisa, ou seja, vou realizar uma ação. Reparem a diferença entre:
1. Isso é muito difícil para mim.
2. Era para mim ir lá.
Na primeira frase, o "mim" funciona como objeto, ou seja, ele está sofrendo uma ação, não está fazendo nada, a colocação do pronome está correta; já na segunda frase, a colocação adequada do pronome seria "era para eu ir lá", porque, nesse caso "eu" é sujeito, ou seja, eu deveria estar praticando a ação de "ir" lá.
Ficou claro?

Recomendado por Lary

Lary
As Desventuras do Caos é, com toda certeza, uma das melhores histórias disponíveis neste site. A escrita da autora é viciante e nem um pouco massante, o que é ótimo e te prende na leitura. Os personagens são incríveis e apaixonantes e há reviravoltas que você — ou pelo menos, eu — não esperava, fazendo com que você queira mais e mais desta história maravilhosa. E acredite: se você começar a ler essa história, não conseguira parar, e pode ter certeza de que passara seus dias e suas noites procurando novos trabalhos dessa autora (MA-RA-VI-LHO-SA!) para leitura, porque eu digo e repito: essa história te vicia na primeira linha. Eu não sei o que você faz da sua vida se ainda não leu essa história. Portanto, ouça meu conselho: pare de ler essa recomendação e corra para o primeiro capítulo, porque você não sabe o que está perdendo! E à essa autora (MA-RA-VI-LHO-SA!) eu apenas peço perdão por não ter feito uma recomendação à altura de sua história (também MA-RA-VI-LHO-SA!), mas peço que você continue a escrever As Desventuras do Caos e nunca, pelo amor de nós, mortais que lemos a sua história, pare de escrever. E é simplesmente isso, não há mais o que falar: se você procura uma história com a narrativa envolvente, personagens bem construídos e um enredo maravilhoso, finalmente achou o que procura.