Livros e fanfics
Recomendado por Meizo
Meizo
Essa história te cativa desde o início. O modo como as coisas vão acontecendo no decorrer dos capítulos é tão natural que nem se parece com narrativas yaois comuns. É um lindo e sedutor romance entre dois garotos teimosos, mas que desde a primeira aparição te cativa. E sem falar que Cotter - mesmo sendo mais baixo que Edmure - não apresenta aquele esteriótipo do "passivo" que anda rebolando. Os dois são igualmente sensuais e faz você querer ter pelo menos um deles em sua vida para servir de colírio para seus olhos.
Sim, eu me apaixonei por essa fic e me sinto no dever de recomendá-la. Afinal, quem não recomendaria uma história maravilhosa dessas? E algo me diz que ainda me deliciarei com muitas outras cenas desses dois, já que parece estar longe de acabar... rsrs
Recebeu meu carimbo de aprovada, hein!
(1) OUVIR / (2) ESCUTAR
(1) Ouvir indica que a pessoa percebe pelo sentido da audição. -> Ex: Ela ouviu as reclamações da mãe.
(2) Escutar significa estar atento para ouvir. -> Ex: ele escutou a conversa por detrás da porta.
Ou seja, “ele escutou com atenção” é redundante.
(1) Mexer / (2) Mecher
(1) Significa misturar ou manusear. Ex: Não se deve mexer nas coisas dos outros.
(2) WAT? Isso non ecziste!
Recomendado por Napolitana
Napolitana
É o seguinte, eu não tenho o hábito de recomendar histórias. Não porque eu seja esse poço de exigência, nem porque as histórias que eu leio não mereçam. Mas existe um elemento importante para que eu consiga me inspirar de verdade: a identificação. Quando um leitor se identifica com uma história, do modo que preferir, do modo que conseguir, acontece uma espécie de magia, uma bonita e estranha, que o obriga a continuar sentindo exatamente o que o autor quer causar. E isso pode parecer ruim, ficar a mercê das palavras de outra pessoa, mas na verdade eu acho que é o que todos nós buscamos numa boa ficção.
Quis dizer isso antes de tudo porque, talvez, você seja como eu e não leia uma história só porque alguém lhe disse que é muito boa. Talvez você precise de provas maiores. Talvez não seja o bastante para lhe convencer nem quando eu lhe disser sobre como a história é abordada de forma curiosa, lhe surpreendendo de repente. Ou sobre como a autora se preocupa em preencher as lacunas de mistérios sutilmente, criando novas dúvidas em seu lugar, tecendo uma teia de dramas que te deixam ansioso. Talvez nem mesmo quando eu diga que é incrível (e até invejável, não nego) o tanto de criatividade que está impregnado em cada detalhe da história. Cada elemento curioso e diferente que vão contra todas as ideias que geralmente temos de Céu e Inferno, Deus e Anjos, Mortos e Vivos...
Se, e somente se, eu estiver certa e você não se deixar convencer por somente por isso, há ainda a maravilhosa questão da identificação. Convido-o a experimentar personagens muito interessantes, que despertam nossa empatia e/ou raiva. Pensar como é estar no lugar de Melissa é agonizante, mas é a situação de Will que me deixa mais nervosa.
Para quebrar as expectativas de um paraíso perfeito, Obscure Grace, por Mare di Stelle.
PS. A autora é muito gente boa!