Livros e fanfics

Recomendado por LilakeLikie

LilakeLikie
Foi um tanto sem querer que encontrei esse texto. Foi inesperado e como um amor à primeira vista; tão rápido quanto a vi, já estava fascinada. É uma pena ser apenas uma Oneshot - já que merece muito mais -, porém, talvez não tivesse o mesmo impacto se houvessem mais capítulos. O vocabulário é incrível, além das descrições de cenário e o psicológico envolvente em cada um dos personagens. Emocionante e cativante. Adorei. Apesar de englobar um tema trágico como a morte e o suicídio, foi muito bem retratada. Meus parabéns à autora.
"- AHHHHHHHHHHH!"

Essa não é a melhor forma de expressar um grito a não ser que seja essencial. Isso, provavelmente, fará o leitor rir quando deveria temer. Procure narrar o momento, não o dialogar. Caso dialogue, evite o uso de letras maiúsculas a não ser que seja muito repentino.

VAMOS FAZER UMA “VIAJEM”?

Saia desse capítulo que não te pertence! Jamais escreva “viajem” como uma aventura; escreva “VIAGEM” com “G”. Viajem só existe como verbo: “talvez eles viajem” ou "não viajem hoje". Assim, o verbo “viajar” sempre tem “J”: eu viajo, tu viajas, ele viaja...

Recomendado por Jude Harrison

Jude Harrison
To olhando pra esse espaço branco a dias sem saber o que escrever. Bom OAEC é tão perfeito que eu não tenho palavras pra descrever. Eu me apaixonei com o Vince, ri com a Maria Valentina, me encantei por um ruivo que não falava muito. Eu projetei cada cena na minha mente e cada palavra era um sofrimento por não saber o que ia vir. Eu demorei muito a recomendar, não porque eu não tinha esperanças na estoria mas sim porque nunca tive palavras pra descreve-la, e acho que a que chega mais proxima da descrição é PERFEITA, simplesmente porque a Juliiet ri na cara do clichê e faz dele uma coisa tão natural que por mais que ela diga: "É muito clichê" eu sempre vou confrontar dizendo: "É o que todos somos". Eu vou sentir falta deles mas sempre poderei projetar em minha mente algum momento deles juntos, todos temos a dadiva de imaginar e criar coisas novas. Provamos ser apenas pessoas. Cravejadas de defeitos, alguns que tentamos corrigir. E outros que nunca deixaram de nos acompanhar. De algum modo, saber disso me dá um certo alívio. Saber que, por mais que eu tente, sempre existirão defeitos em mim e nas pessoas ao meu redor. Essa é a maior prova de que sou humana. De que sou só mais uma pessoa imperfeita no meio de milhões tão imperfeitos como eu. De saber que ninguém precisa de perfeição para ser feliz. - O Amor é clichê.