Livros e fanfics

Recomendado por mareana

mareana
Já nem lembro como encontrei a Faça Suas Apostas! Acredito que tenha sido por pura curiosidade, quando resolvi ir até o perfil do Márcio e acabei encontrando. Deve ter sido por aí mesmo xd E não me arrependo nem um pouco! Além de encontrar um autor incrível, achei uma história divertida, original e fantástica. Lembro de ter lido todos os capitulos postados (até aquele dia, claro) em apenas uma noite e dei muita risada. É uma história que se passa no Brasil. No nordeste, para ser mais exata. E a forma que as coisas são descritas, as gírias que os personagens usam e até mesmo as marcas citadas ao longo da história, dá uma vontade de voltar lá! Fora que todos os personagens são tão amáveis! Eu queria ter um QI pra mim. E um Isaac. Até mesmo um Max. Uma amiga tão engraçada quanto a Gabi e tão maluquinha quanto a Valeska. A história da Lara é de partir o coração e emocionar. Mas não adianta falar, falar e falar. Só irá saber quem ler. E vale muito a pena!
(1 ) DESPERCEBIDO / (2) DESAPERCEBIDO

(1) Despercebido é sem atenção, imperceptível. -> Ex: isso passou despercebido.
(2) Desapercebido é igual a desprevenido ou desprovido de algo. -> Ex: ele estava desapercebido quando foi abordado por ladrões.

(1) VIR-ME-EI / (2) VIREI-ME

(1) Do verbo “vir”, está conjugado no futuro. -> Ex: vir-me-ei até ti.
(2) Do verbo “virar”, está conjugado no passado. -> Ex: eu virei-me para ela.
Na dúvida, use a informalidade de colocar o pronome antes do verbo (= me virei).

Recomendado por Gabinos

Gabinos
Essa história tem cores, tem uma musiquinha (safada, para a época), o ambiente denso com fumaça de cigarro, o burburinho das conversas e o tilintar dos copos! Deliciosa, instigante e trazendo um cenário riquíssimo e de infinitas possibilidades com algumas das mais ilustres personalidades da época ajeitando seus bigodinhos ou suas peles ao redor do pescoço, falando alto pela inebriação e gargalhando ao tirarem sarro do cenário político. E temos Doris e Sissi. O casal Bonnie e Bonnie, que tem um Clyde assistente para as fugas, o pseudo-Romeu. Não tem como dissociar a história dos penteados, trejeitos, vestidinhos e olhadelas cúmplices de quem trama algo, principalmente entre as personagens principais. A Kori surpreende não só na ótima ambientação como no banho de cultura das notas. Pra quem não é de São Paulo e mal conhece a cidade, como eu, a vontade é tirar uns dias e ir conhecer os lugares que dão nomes aos capítulos. É mágico ter o enaltecimento de uma cidade tão grande e cheia de histórias para contar, mas que foi esquecida e tratada com descaso por quem deveria preservá-la. É em obras como a da Kori que nossa cultura vive. É um prazer indescritível ler uma história como essa, onde a mente viaja à 1922 e traz todos os aspectos daquela época que aprendemos de diversas maneiras mas muitas vezes é esquecido em algum lugarzinho da memória por não ser revivido muitas vezes. Além de tudo, o gostinho da infância, das novelas da época, seriados, do interesse que essas obras despertavam sobre as figuras que cumpunham o cenário intelectual, tudo vem à tona. Obrigada, Kori!