Livros e fanfics

Recomendado por Arlequina

Arlequina
Fiquei um pouco chocada com essa fanfiction, não no sentido ruim, muito pelo contrario. Incrível como ela foi se passando como um filme na minha cabeça. Um lugar chuvoso, uma casa aparentemente mal assombrada, uma melancolia constante... Eu fiquei muito obcecada com o Dave, esse garoto acaba comigo, me derramei em lagrimas por causa dele. Pra mim a historia foi perfeita, muito bem escrita e com uma carga emocional fortíssima. Eu amei muito essa fic, o final dela foi memorável pra mim. E Dave, na minha imaginação você está numa bem melhor! AH autora, você foi incrível também!
(1) OUVIR / (2) ESCUTAR

(1) Ouvir indica que a pessoa percebe pelo sentido da audição. -> Ex: Ela ouviu as reclamações da mãe.
(2) Escutar significa estar atento para ouvir. -> Ex: ele escutou a conversa por detrás da porta.
Ou seja, “ele escutou com atenção” é redundante.

"_ VAMOS EMBORA! _ DISSE ELE."

Epa, epa! Para indicar a fala de um personagem, use aspas ( " " ) ou travessão ( — ). -> Ex. CORRETO: "Vou escrever uma nova fic" disse a autora. (Observação: Não escreva com as duas ao mesmo tempo, ou alternando entre uma e outra. Escolha um desses sinais e o use durante toda a fic. E não se esqueça de que são usados para marcar o começo e o final da fala!)
Logo, não use underline ( _ ) ou asterisco ( * ) para indicar uma fala ou ação. -> Ex. ERRADO: _Vou escrever uma nova fic_ disse a autora.
Também pode-se usar o discurso indireto. -> Ex. CORRETO: A autora disse que iria escrever uma nova fic.
Não misture em um só parágrafo discurso direto e indireto.

Recomendado por Gigi V

Gigi V
Menta nos presenteia em Amor Fati com um relato (muito bem narrado em primeira pessoa, diga-se de passagem) da elite carioca. Sob a ótica da protagonista, temos um relato verossímil e intencionalmente cru das entranhas de uma sociedade que, construída sobre as bases da aparência, esconde as mais variadas podridões sob seus belos e caros tapetes sociais. A autora aborda com verdade e maestria temáticas tão complexas (e sempre atuais) como hipocrisia, racismo, drogas, luxúria... Enfim, distintivos do ser que tanto o corrompem quanto lhe conferem humanidade. Vemos aqui que o ser humano pode ser cruel, indiferente, cobiçoso ou amável, sem que tais atributos sejam determinados por sua condição social. A elite pode, sim, ser podre. Essa é a primeira lição que Cecília, a protagonista, tem a nos ensinar. Mas, em contrapartida, logo nos damos conta de que podem, sim, haver pérolas em meio à sujeira sob o tapete. Menta nos oferece um relato leve e puro da amizade, fazendo-nos crer que nem tudo pode ser corrompido: a amizade de Cecília e Daniel está aí para confirmar que, quando temos amigos verdadeiros, as fases difíceis da vida são mais facilmente superadas; a amizade, afinal, deixa tudo mais leve e suportável. E, por fim, eu não poderia deixar de citar nosso estranho professor... Ele surgiu de repente como uma promessa de que a vida de Cecília vai mudar. Nabokov já nos alertou que relações assim podem ser totalmente destrutivas, logo, resta-nos aguardar que esse estranho não mude a vida da nossa (já tão querida) protagonista para pior. Recomendo enfaticamente a leitura de Amor Fati, um belo e perturbador retrato da realidade da vida que, como não poderia ser diferente, faz jus ao talento e convicção autoral da grande autora que é nossa Menta.