Livros e fanfics
Recomendado por vivikasc
vivikasc
Então? Por onde começar? A fanfic The Partner é uma fanfic que eu me peguei lendo assim por não ter nada o que fazer e acabei indo dormir as seis da manhã apenas para ter certeza se a fic acabaria do jeito que eu estava esperando.
Os capítulos apesar de longos passam muito rápido e em nenhum momento você pensa em comer, ou dormir, apenas em chegar logo no capitulo 33 com a esperança de acabar tudo bem, por que chega a um ponto que a fic passa a ser extremamente viciante, pior que uma droga.
O enredo fala por si só, espiões? FBI? Não é comum lermos fics com essas características, os personagens são outro ponto extremamente forte na fic, cada qual tem sua característica e a autora não precisa nem identificar quem falou o que pois pelo modo da fala você já sabe de cara.
Essa fic mistura um ótimo enredo, excelentes personagens, uma escrita impressionantemente fluída e uma criatividade inimaginável e inigualável, então eu desafio você leitor a começar a ler essa fanfic e termina-lá sem uma recomendação, por que é impossível.
"PROLONGO"
Aquela introdução da história que costumamos fazer, antes de iniciar os capítulos, se chama PRÓLOGO e não
PROLONGO ou PROLÔNGO. PROLONGO é o verbo "prolongar" conjugado na 1a pessoa do singular no presente do indicativo, e PROLÔNGO nem existe. O ser do mal que usou essas duas últimas palavras para nomear o "prólogo" terá de prestar contas com o Senhor no dia do Juízo.
(1) DE MAIS / (2) DEMAIS
(1) Só usamos "de mais" quando se opõe a “de menos” na expressão “não tem nada de mais”. -> Ex: Não fiz nada de mais!
(2) Nos outros casos, quando pode significar “muito, bastante” ou “o restante”, devemos usar "demais". -> Ex 1: Comeu demais. Ex 2: Os demais devem retornar amanhã.
Recomendado por Lucas pl
Lucas pl
Vou ser sincero: poucas fics me fazem sentir o suficiente para arrancar uma recomendação. Sou um leitor assíduo de histórias e as tenho com grande carinho, mas sei reconhecer quando me encontro diante de uma obra-prima. Não sei qual era a intenção da autora ao iniciar esta, mas ela preencheu um vazio literário que existe até mesmo nos nossos pensamentos. A falta de uma obra completa, complexa e bem construída assim nos fazem encher os olhos quando somos colocados para ler Bacanal. Tecnicamente, a linguagem e a riqueza (e assertividade) em detalhes é de deixar qualquer um embasbacado. O seu domínio da história, as nuances e o passeio pelas linhas temporais são no mínimo excelentes em seu resultado. Mas a história... Ah sim, a história. Bebendo do mais clássico que existe e aprofundando-se na mitologia grega e todas as suas possibilidades, Sta Normani Nase criou uma trama forte e interligada, que desde já nos passa a sensação de satisfação que só uma boa história pode trazer. A recomendação assim fica para o bom entendimento dos futuros (e atuais) leitores: estamos diante de algo com extremo bom gosto e excepcionalmente inteligente. A gratidão assim passa do autor para com seus leitores e toma o caminho inverso - obrigado por essa história tão maravilhosa.