Livros e fanfics

Recomendado por Larissa Megurine

Larissa Megurine
Melhor fic de yaoi que eu já li na vida!!!!!!!! E sim, já li muitas. Sakakibara Chiaki não deixa a desejar em nada, desenvolvendo com maestria todos os três casais. É incrível como ela consegue dosar romance, comédia, sensualidade e ainda uma pitada de drama ao longo do desenrolar da trama. Seus personagens são carismáticos (alguns mais do que outros...), apaixonantes e te viciam nas histórias de seus respectivos romances. Impossível não amar o fofo do Tsuki, não ser seduzido pelo Kame, ou não morrer de rir com a Keiko (que lembra fortemente a fujoshi que vive dentro de cada um(a) de nós)! O que também me surpreendeu foi a excelente escrita da autora! Claro que estamos em um site de escritores amadores, mas é emocionante ler a fic de alguém que realmente tem um dom para isso, com ótimo português e leitura empolgante, além de uma história muitíssimo bem criada. Super recomendo a todos os fudanshis e fujoshis do mundo (bem como para aqueles que estão dispostos a conhecer esse mundo).
(1) ESTÁ / (2) ESTAR / (3) ESTA

(1) Do verbo “estar”, é a conjugação no presente. Pode ser substituído por “tá”, o que é informal e não pode ser escrito. ->Ex: ela está na sala. (Ela “tá” na sala.)
(2) O verbo no infinitivo é usado, principalmente, após outros verbos ou após preposições (de, após, para...). -> Ex: Ela vai estar na sala. (Verbo “vai”, então é seguido por infinitivo)
(3) Demonstra o local ou indica algo. Pode ser substituído por “essa”. -> Ex: esta caixa está no local errado. (Essa caixa...)

(1) À-TOA / (2) À TOA

“Tia, essa é fácil! À-toa, com hífen, não existe! rsrsrs”
Caro ninja noob, infelizmente, existe sim, e veremos como:
(1) Significa desprezível, inútil. -> Ex: Ela era alguém à-toa. (Inútil)
(2) Significa “a esmo”, inutilmente (note que é a forma da ação enquanto, o de cima, caracteriza algo). -> Ex: Vivia à toa na vida.

Recomendado por Aiko

Aiko
Não há forma de falar de As Leis do Paraíso sem evitar alguns spoilers, então me utilizarei de uma analogia. Se o paraíso realmente possuir leis, eu diria que as principais são a lei de equilíbrio e a lei de compensação, que se completam ao serem aplicadas. O equilíbrio de tudo neste mundo, onde felicidade e tristeza estarão em perfeita harmonia, e uma continuará compensando a outra. Ou seja, sempre haverá a mesma quantidade de tristeza para a mesma quantidade de felicidade. E é exatamente assim que com maestria excepcional a autora mais uma vez coordena uma história. Com sentimentos principais de tristeza, agonia, desespero, melancolia e dor permeiam as entranhas da história, porque enquanto a autora escreve, a felicidade permanece adormecida de forma serena.