Livros e fanfics
Recomendado por mity
mity
DEEEEEUSSSS DO CÉÉUUUU!!! Amei, amei, amei!!!
Sério, esse final, não poderia ser melhor.
Amei tudo, melhor fanfic que já li.
Além de ser muito bem escrita, a história te envolve de um jeito único.
Quero deixar meus míseros congratulations à escritora, porque está de parabéns. Você deveria publicar essa história. Iria render muito.
Muito muito muito bem produzida, não teve uma parte sequer que você fica tipo "okay, já pode pular pro próximo capítulo".
E queria agradecer também à escritora por me fazer rir muito e quase chorar com esse final épico.
Enfim, é isso.
(1) MEXA / (2) MECHA
(1) Do verbo mexer, lê-se com o "e" forte (mêxa). -> Ex: Não mexa na minha bolsa.
(2) Relacionado ao cabelo, lê-se mécha. -> Ex: Eu pintei apenas uma mecha do meu cabelo.
(1) CÉREBRO / (2) CÉLEBRO
(1) O cérebro (sim, cé-re-bro), o cerebelo e a ponte, juntos, formam o Encéfalo, o centro nervoso do corpo humano. Essa palavra faz parte da aulinha de anatomia, mas, figurativamente, pode ainda significar inteligência ou talento. -> Ex: O seu cérebro era superdesenvolvido.
(2) WAT? Isso non ezciste!
Recomendado por Rodrigo Caetano
Rodrigo Caetano
Delilah... Você termina essa história pensando nela. E ela fica com você. Eu sei porque ela ficou comigo, por bastante tempo, por sinal.
Dizer que me faltam palavras, além de ser insuficiente, é inaceitável, por mais verdade que seja. Essa história desperta em mim algo que... Não. Essa história não. Isso aqui não necessariamente é uma história. Quem desperta alguma coisa em mim é a Gwen. Por que ela é real demais para viver apenas nessas palavras. Ela vive comigo e com todo mundo que lê a sua "não história", mas a sua declaração de amor, à vida principalmente, desperta em mim os meus instintos mais básicos de carinho e proteção.
Dá vontade de pegar ela no colo e secar as suas lágrimas, rindo - junto com ela, tenho certeza - do simples fato de ela estar chorando. Quem sabe ela resolva secar as minhas lágrimas também. E, se eu pudesse, eu pagava essa declaração e a entregava em mãos, pessoalmente. Até porque eu não resistiria a tentação de conhecê-la.
Eu termino de ler e sei que eu não preciso pensar nela. Sei que essa história vai muito além dela. E que independe da reação dela ao que eu lhe entregar. Eu sei que isso é tudo muito lindo sem ela, e que não é ela que eu quero abraçar. Mas ainda assim, você fica pensando nela. Oh Delilah... Como deve ser lindo te ver dançar...