Livros e fanfics
Recomendado por Mya Zurck
Mya Zurck
***Eu tenho que recomendar "Inverno", sou obrigada a isso, pois essa estória é linda demais, demais! É escrita em primeira pessoa e nos prende desde o início. O amor está no ar e invade os corações dos personagens, assim como o clima da estação do inverno, um período em que nos agasalhamos do frio com cobertores quentinhos, ficamos tentados a nos recolhermos em nossos cantos seguros e sermos levados pelas lembranças agradáveis da infância.
Os "flashbacks" existentes no enredo se encarregam de transmitir esse sentimento de saudade e recordação de um tempo em que os amigos se protegiam dos demais briguentos da escola, assim como permitiam crescer a amizade pura e sincera entre eles.
Claro que há os conflitos, os dramas, as brigas e as cenas "quentíssimas" que só aguçam a curiosidade do leitor em saber o que vai acontecer a cada capítulo. O que mais posso dizer? LEIAM. Simples assim... LEIAM e descubram como se desenrola as tramas e os acontecimentos. Estou certa de que apreciarão essa narrativa instigante tanto quanto eu.
Parabéns, Thomás!
Ass.: Mya Zurck
"ISSO NÃO TEM HAVER COM VOCÊ"
WAT? Saia desse capítulo que não te pertence!
A expressão de “ter a haver” só é utilizada quando significa “ter a receber”. -> Ex: Ana não tem nada a haver. (Nada a receber.)
“Ter a ver” indica uma ligação, um envolvimento. -> Ex: Isso não tem a ver contigo. (Isso não te envolve.)
(1) À-TOA / (2) À TOA
“Tia, essa é fácil! À-toa, com hífen, não existe! rsrsrs”
Caro ninja noob, infelizmente, existe sim, e veremos como:
(1) Significa desprezível, inútil. -> Ex: Ela era alguém à-toa. (Inútil)
(2) Significa “a esmo”, inutilmente (note que é a forma da ação enquanto, o de cima, caracteriza algo). -> Ex: Vivia à toa na vida.
Recomendado por Lucas C
Lucas C
Dear Diary é uma história que pode até parecer só mais um clichê, mas é muito mais que isso. Este trabalho magnífico escrito pela Kath consegue renovar e inovar o famoso clichê "garota nerd, garoto popular" de uma maneira que me deixou assustado. Sabe quando se revela muito melhor do que poderia parecer? Então, foi o que eu senti com Dear Diary. Kath foi capaz de trazer personagens incríveis que conseguem fugir dos estereótipos aos quais normalmente aplicaríamos a eles. São protagonistas fortes com vida própria, com defeitos e qualidades que passam por eventos ruins e bons como todos nós. A escrita é envolvente e é capaz de te conectar com o Michael e a Ellen de uma maneira fora do comum. Você se sente como o melhor amigo deles de tão conectado aos personagens que vivem um amor lindo e arrebatador. Dear Diary é uma história de amor capaz de derreter o coração mais gélido.