Livros e fanfics
Recomendado por Uchiha Bibis
Uchiha Bibis
Por onde começar?
Achei o nome da história bem diferente. Já lia as outras obras da Clark e como sabia que se vinha dela, não podia ser ruim. ( E não estou sendo puxa saca! pois é verdade.) Sabe, tem uma "coisa" intrigante nessa história. Algo que te prende há ela, e por mais que você não saiba o por que disso, você gosta. Você ri, você sente medo, você se apaixona e até mesmo chora, seja de raiva ou de emoção. Mistério preenche o campo da história de uma maneira incrível! Você chega a quebrar a cabeça de tanto pensar para chegar numa conclusão correta. Isso é algo que difere está história de muitas outras. O romance muito bem aplicado é um "negócio" inexplicável. Digamos que... Quente. Uma comédia muito bem escrita, pra dar aquele gostinho de uma boa risada. E isso, talvez, seja o que vai te cativar nessa história. Você não sabe, eu não sei. Talvez a Clark saiba, mas... É uma "coisa" inexplicável e surpreendente, que faz você adorar essa história.
E esse, é um dos motivos, (nos quais eu não falei por que eu daria spoilers) do por quê de eu estar recomendando essa história. Acho que se você tem bom senso, e gosta de histórias originais MESMO, deva ler essa.
Beijos e até a próxima!
(1) DISSE / (2) DISSER
(1) Verbo no passado -> Ex.: Ele disse que estava com fome.
(2) Verbo no futuro do subjuntivo, ou seja, NO FUTURO -> Ex.: Quando ele disser que me quer de volta, pensarei no caso dele.
A partir de agora, estou deserdando quem escrever “Ele disser que estava com fome”.
(1) DEBAIXO / (2) DE BAIXO
(1) Usamos "debaixo" sempre que, a seguir, vier a preposição "de". -> Ex: o gato estava debaixo DA mesa.
(2) Se não houver a preposição "de" em seguida, usamos "de baixo". -> Ex: o apartamento fica no andar de baixo.
Recomendado por Gabinos
Gabinos
Essa história tem cores, tem uma musiquinha (safada, para a época), o ambiente denso com fumaça de cigarro, o burburinho das conversas e o tilintar dos copos!
Deliciosa, instigante e trazendo um cenário riquíssimo e de infinitas possibilidades com algumas das mais ilustres personalidades da época ajeitando seus bigodinhos ou suas peles ao redor do pescoço, falando alto pela inebriação e gargalhando ao tirarem sarro do cenário político.
E temos Doris e Sissi. O casal Bonnie e Bonnie, que tem um Clyde assistente para as fugas, o pseudo-Romeu.
Não tem como dissociar a história dos penteados, trejeitos, vestidinhos e olhadelas cúmplices de quem trama algo, principalmente entre as personagens principais.
A Kori surpreende não só na ótima ambientação como no banho de cultura das notas. Pra quem não é de São Paulo e mal conhece a cidade, como eu, a vontade é tirar uns dias e ir conhecer os lugares que dão nomes aos capítulos. É mágico ter o enaltecimento de uma cidade tão grande e cheia de histórias para contar, mas que foi esquecida e tratada com descaso por quem deveria preservá-la.
É em obras como a da Kori que nossa cultura vive. É um prazer indescritível ler uma história como essa, onde a mente viaja à 1922 e traz todos os aspectos daquela época que aprendemos de diversas maneiras mas muitas vezes é esquecido em algum lugarzinho da memória por não ser revivido muitas vezes.
Além de tudo, o gostinho da infância, das novelas da época, seriados, do interesse que essas obras despertavam sobre as figuras que cumpunham o cenário intelectual, tudo vem à tona.
Obrigada, Kori!