o condão de nove pontos de Merlin!
3 Um duelo pelo convencido. Ou não?
Notas iniciais
– Roubou meu namorado sua... – me virei rápida sacando a varinha. Eu acabei começando um duelo com Chang. O pessoal curioso e fofoqueiro começou a se aproximar. Chang era a garota que era afim do Tiago. Ruiva e olhos negros, e bem... deselegante.
(na:pessoal agora vai ser A para Alice e C para Chang.)
– Estupefaça! – C
– Protego! – A
– Rictunsempra!– C
– Protego! – me surpreendi com a força do feitiço do riso da garota. Mas eu tinha medalhas e troféus do clube de duelos da escola.
– Levicorpus! – C
– Liberacorpus! – apontei para mim mesma. Então as coisas ficaram mais interessantes quando ela utilizou um estupefaça não verbal. Nós duas podemos jogar esse jogo, querida. Resolvi provocar ela. Só para me divertir.
– Não sabia que o Potter namorava você! – sorri de canto, um sorriso da minha casa, um sorriso Slytherin. Sim eu era uma Longbotton e sim eu era Slytherin.
– Mas ele não precisa saber! – gargalhei com esse comentário. Não devia ter me distraído, pois um feitiço fez um corte na minha bochecha. Ela começou a debochar da minha cara. – cadê sua experiência no clube de duelos agora filhinha do professor?
Respire Alice... Respire. Calma, paz, ursinhos fofinhos, feitiços para animar, bombom, feijõesinhos sabor maracujá.
– Acho que é por isso que anda só com as duas retardadas... – ok esqueça da calma, pode me insultar do que quiser, mas não mexa com meus próximos. A fúria é uma coisa linda que te domina (IRONIA: CONFERE) e, não insulte minhas amigas... – ela é igual ao retardado do professor. Afinal é de família... –... Nem minha família...
– Arestum Momentum! – ela ficou bem, mais muito bem mais lenta após meu feitiço.
– Como disse Amarinlandina Chang? – é obvio que quando se está mais lenta que o espaço tempo, você não responde, mas ela estava me xingando mentalmente. Por que só eu sei o nome completo, que por sinal, ela odeia, e eu o falei suficientemente alto, para todos que sentavam nos jardins, e não eram poucos, numa manha de sol, escutar. Ri e depois resolvi ser um pouco maléfica. ”Alice! se comporte!” ”Está bom consciência! Mas ela me insultou!”. – Rictunsempra! – agora ela ria escandalosamente, se torcendo, retorcendo como se o próprio nome fosse uma piada, sem contestação, engraçadíssima. As pessoas começavam a se aproximar. Me encarando, e depois, encarando Chang. Comecei a limpar as unhas com a ponta da varinha.
– Sua excluída sem noção... – começou a amiga pervertida da Chang. Nem precisei arrumar a postura, ainda encarando as unhas, apontei levemente murmurando, para a amiga.
– Silêncio! — e depois apontei para Chang, se contorcendo e chorando de rir no chão, me apiedei dela. – Somnus!(na:não sei se existe esse feitiço na saga, não me lembro.) Com todos olhando uma Chang que dormia pesadamente, me retirei para as masmorras.
Fui direto para o dormitório, colocando um pijama, pensei um pouco na vida... Eu já estava no sexto ano, tinha tido nom’s excelentes, ia testar a teoria de uma janela no tempo que eu mesma criei. Mentira eu achei num livro antigo da minha falecida avó! Lá também havia regras e possíveis conseqüências. Por falar no livro... Abaixei-me procurando no malão ao lado da cama.
– ACHEI! – comecei a revisar minhas anotações, minha avó tinha morrido por causa de um simples erro, e eu como feiticeira nata, percebi na hora qual fora aquele erro. E concertei-o e outros nas anotações. O livro tinha capa vermelha e detalhes prata, dentro era totalmente manuscrito. Eu já havia decorado aquelas regras, mas continuava a lê-las. Afinal eu ia testá-las depois das férias de natal. Sorri com essa perspectiva. Se funciona-se ia ganhar um grande premio, ou mais um troféu para escola. Já havia ganhado muitos troféus para escola. Prêmios de feitiços, melhor transfiguração internacional e outros. Guardei o livro de novo e deitei, amanha e mais alguns dias depois... sorrindo por esse pensamento, peguei no sono.
– ALICE LONGBOTTOM! – arregalei os olhos pulando de susto — LEVANTA O TRASEIRO DA CAMA E VEM TOMAR CAFÉ CRIATURA! – essa doce e calma voz que vos ouve é da minha amada amiga, Lary Zabine.
– Sem gritos, por favor! – falou Lita.
– Obrigado pela cordialidade de me acordar cedo Lary – sibilei, olhei para meu relógio – e no sábado.
– Era isso ou Aguamenti, — ela falou acordando Ela com o dito cujo. – e antes que se pronuncie Ela, era acordar cedo ou perder o trem — ela nos encarou, mas não precisou continuar.
DESESPERO: CONFERE. 3...2...1...
– AI MEU MERLIM NEM ARRUMEI MINHAS MALAS AINDA! – gritou Ela saltando da cama. Pulei para fora das cobertas, também desesperada. Quando me lembrei que eu posso usar magia para fazer mala na escola – Arrumar Malas! – exclamei com um amplo gesto de varinha, e minhas coisas voavam pelo quarto, se arrumando no malão, dobrando no ar e atrapalhando Lary que já tinha arrumado o cabelo dela.
– ALICE!PARE!MEU CABELO! – OK. Devem estar pensando que minha amiga saiu correndo para fora do quarto por que ela é paty. Só que não. O cabelo dela é tipo todo cacheadinho e leva um século para ficar arrumado. Mas eu não podia arrumar a mala de outro jeito.
– SORRY LARY! – gritei para fora e Lita, de novo, repreendeu.
– Sem gritos! Por favor! – ela saiu nervosa do quarto.
– Nervosinha! – murmurou Ela, que não sabia arrumar malas com magia então tinha que juntar as coisas uma por uma. Ela e Lita não se davam por que um dia, nos repreendendo ela gritou. Saímos as duas do quarto após nos trocarmos e lary nos esperava impaciente. Quando nos viu ela tratou de, com toda delicadeza, puxar eu e Ela pelo braço nos arrastando para o salão principal. Todos tomavam café alegremente. Que bela cena. Olhei para o teto
– Chuva. – murmurei para Ela. Ela me encarou com cara de defunto. Sentamo-nos uma do lado da outra e atacamos. Nós podíamos ter o corpo de divas, mas éramos gulosas. Ao menos Lyra e eu éramos.
– Céus! Capricharam hoje! – exclamou Lyra. E era verdade. Havia bombas de chocolate e creme, uma imensa variedade de bolos e tortas, o bacon e os ovos exalavam um cheiro inebriante. Para começar, enchi o copo até a borda com suco de abóbora, depois coloquei bacon, ovos e maionese no pão. Para terminar, um pouco de cada doce. “fazer o que? O aroma, a aparência, tudo, repito, TUDO, fazia você pensar somente no café!”
– Então? – perguntou Lyra
– Vamos para as carruagens? – completou Ela. Pensei no assunto... nossas malas já estavam prontas, e deveriam estar no saguão, só nos resta ou ir e esperar no trem ou ficar no salão comunal esperando também.
– Tudo bem! – disse me levantando – Vamos então!
Nós saímos no saguão de entrada (por sinal lotado, abarrotado, com gente saindo pelo ladrão de tão cheio) e nos dirigíamos à saída, quando uma voz, cujo o dono eu reconheço, me chama, fazendo todos no saguao nos encarar. Sabe cena de filme que todos se viram ao mesmom tempo... então tipo isso num saguao entupido de gente.
– ALICE! SERÁ QUE PODEMOS CONVERSAR?
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