iYou Belong With Me

4 Um Jantar Não Muito Agradavel.


Notas iniciais
Heeey Guys!!!

É, eu sei está um pouco tarde, né.

Desculpem... eu acabei dormindo.

Eu estou tão feliz... e vocês são os '' causadores '' dessa felicidade, porque eu tenho 25 comentarios e a fic está no começo. Já disse que amo vocês? Porque eu amo, viu!

Muito Obrigada a todos que estao lendo e comentando. Isso me deixa pulando de alegria. hahahaha

Ahn... sobre o restaurante Francês, eu perguntei algumas coisinhas ao Jancio Lohan e ele me falou sobre os pratos franceses e tudo mais, ok? Então... obrigada Jan, foi muito útil! ♥

Bom, vamos lá...

( Ponto de Vista Geral )



O dia começou um pouco mais frio do que de costume. Os alunos da Ridgeway, chegavam pouco a pouco, agitando a escola e deixando os professores estressados logo cedo. Freddie teve quase todas as aulas com Carly, que não parava de falar um segundo, sobre várias coisas que ele nem sequer ouvia. Estava se sentindo triste, cansado de ouvir sempre sobre os mesmos assuntos fúteis de sua namorada. Não entendia como alguém conseguia passar mais de 3 horas apenas falando sobre roupas, sapatos e maquiagem.

Contava os minutos para ir embora da escola e ficar no seu quarto até que Sam e ele pudessem conversar na sacada de seus quartos. Foi aí que lembrou-se do jantar que marcara com Carly na noite anterior.

Suspirou alto, chamando a atenção de alguns alunos, porém ele apenas ignorou-os e apoiou o rosto entre as mãos, completamente entediado e perdido nas explicações do professor.

Não demorou muito, quando o sinal tocou e logo todos começaram a deixar a classe e Freddie rapidamente levantou-se ignorando os chamados de Carly e correu em direção ao seu armário, afim de comer um sanduíche que sua mãe havia preparado.

Freddie não havia visto Samantha ainda e estava um pouco triste, pois ela era a única que o alegrava todas as manhãs com suas piadinhas e sorrisos. Continuou comendo em frente ao seu armário, enquanto observava a movimentação dos alunos e professores que tentavam aproveitar ao máximo o curto intervalo que tinham.

Sam: Até que enfim... encontrei você. — Ela disse ofegante. Suas bochechas estavam vermelhas, o que deixou o moreno encantado. — Por onde esteve a manhã toda? — Perguntou, encostando-se nos armários.

Freddie: Bom dia pra você também, Puckett. — Respondeu sorrindo. — Sentiu tanto assim a minha falta? — Perguntou rindo.

Sam: Cla..claro que não. — Respondeu nervosa. — Aquele seu amigo bizarro está procurando por você. — Contou.

Freddie: O Gibby?

Sam: Você por acaso tem outro amigo bizarro? — Perguntou com um tom sarcástico.

Freddie: Além de você? — Questionou lançando-lhe um olhar de deboche. Ela o encarou séria. — Aii!! Porque me bateu? — Perguntou ao sentir um tapa na nuca.

Sam: Porque você mereceu, oras.

Freddie: Grossa! — Ele murmurou bravo. Ela sorriu satisfeita. — E o Gibby disse porque está me procurando?

Sam: Ah, sei la... parece que o treinador está querendo falar com você ou algo do tipo. — Ela disse abrindo seu armário e tirando alguns livros e um saquinho de bacon de dentro.

Freddie: Bom, então é melhor eu ir. — Ele disse, pegando sua mochila do chão. — Obrigado por avisar... e por me estapear. — Falou.

Sam: De nada... divirta-se em seu encontro com a patricinha, hoje à noite. — Ela disse com desdém.

Freddie: Vou tentar. — Respondeu sério. Ela notou o olhar triste do garoto, porém não teve tempo de lhe questionar, pois ele já havia sumido na multidão.

O resto da manhã passou normalmente, exceto por Sam não conseguir se concentrar direito nas aulas, apenas pensando no olhar triste de Freddie.

Gibby começou a anotar várias idéias para a campanha da Carly, enquanto ela começava a organizar a decoração do baile. Freddie passou a maior parte das aulas, desenhando em seu caderno apenas esperando o sinal tocar, para que ele pudesse se livrar de todos os professores chatos e ir treinar com o time o resto do dia.



( Sentimentos de Freddie Benson )



Acabo de chegar ao edifício Bushwell Plaza, para buscar a Carly. Estou um pouco atrasado, mas é que a minha mãe não parava de tagarelar sobre as comidas que eu tinha alergia e sobre os perigos das ruas. Ela ficou uns 15 minutos falando e eu acabei me atrasando. Mandei uma mensagem para ela, dizendo que estava esperando-a.

Não demorou muito e logo a vejo saindo do prédio, exageradamente bem vestida.

Carly: Você está atrasado, sabia? — Ela disse assim que me viu. Ela estava bem séria, o que indicava que eu estava encrencado.

Freddie: Desculpa... minha mãe não parava de falar. — Disse me aproximando para beijá-la, porém ela recuou. — O que foi? — Perguntei.

Carly: Não quero borrar a maquiagem agora... depois eu te dou quantos beijos quiser. — Ela disse com um sorriso. Fiquei parado com cara de bobo, repassando os ultimos segundos. Ela realmente não ia me beijar pra nao borrar o batom? Ela só pode estar brincando, cara. — Freddie... o que está esperando? Vamos logo. — Ela disse autoritária e só então eu notei que ela não estava mais na minha frente. Agora ela se encontrava parada em frente ao meu carro, com os braços cruzados.

Freddie: Ah... vamos, claro. — Respondi, indo em direção ao outro lado.

Carly: Ei.. não vai abrir a porta do carro pra mim? — Ela perguntou com uma voz chorosa.

Freddie: Ah... desculpe. — Falei, refazendo meu caminho e abrindo a porta para que ela entrasse. Depois fechei a porta e dei a volta, entrando no carro também, enquanto ela já mexia no rádio, procurando por uma música decente. O caminho foi curto e teria sido silencioso demais, se o rádio não estivesse tocando consideravelmente alto.

Estacionei em frente ao Le Petit Bistrot e antes que Carly reclamasse, abri a porta para ela e lhe ofereci a mão, para ajudá-la. Logo que entramos, escolhemos uma mesa perto da janela e um garçom veio nos atender.

Garçom: Boa noite... bem vindos aos Le Petit Bistrot, o que vão querer? — Perguntou educadamente.

Carly: Ah... eu vou querer um Ratatouille e um suco de laranja. — Ela pediu sem olhar diretamente para o garçom.

Garçom: Muito bem. — Ele disse anotando o pedido dela. — E o cavalheiro, já se decidiu? — Perguntou-me.

Freddie: Sim... vou querer um Coq Au Vin, uma sopa de cebola gratinada e um suco de abacaxi com hortelã. — Respondi. O homem me encarou um pouco assustado, mas anotou o pedido e saiu. Me virei para Carly e ela parecia brava. Ótimo... o que será que eu fiz agora?

Carly: Você ficou maluco?

Freddie: Como assim?

Carly: Não acha que pediu muita coisa pra comer? — Ela perguntou.

Freddie: Não... os pratos servidos aqui são minúsculos, não vem quase nada. — Respondi calmamente.

Carly: Ai Freddie, tá na cara que você não sabe nada sobre os franceses. — Ela disse com um ar aborrecido. — Os franceses consideram falta de educação comer muito. — Ela explicou.

Freddie: E daí? Não estamos na França. Aqui é a América... e gostamos de comer muito. — Disse tentando não brigar. Ela revirou os olhos.

Carly: Mas estamos num restaurante Francês... e eu agradeceria se dá proxima vez, você não pedisse comida suficiente para todo o time de futebol. — Ela falou ríspida. Eu ia retrucar, porém o garçom nos interrompeu.

Garçom: Perdoe-me por interromper, mas infelizmente o Coq Au Vir está em falta. — Ele disse sério.

Freddie: Ah.. tudo bem... me traga então...- Eu ia pedir alguma outra coisa, porém Carly me interrompeu.

Carly: Traga somente a sopa. — Ela disse de modo simpático.

Freddie: Mas, Carly... eu vou...

Carly: Freddie querido... apenas a sopa é o suficiente. — Ela forçou um sorriso doce, mas seus olhos me fuzilavam. Bufei irritado.

Freddie: Traga somente sopa.... obrigado. — Respondi concordando com Carly. O homem assentiu e saiu nos deixando a sós novamente. — Porque fez isso? Eu estou faminto. — Disse.

Carly: Oh, Freddie... fome é psicológico. — Ela disse despreocupada. Pensei em milhares de respostas para dar, porém nenhuma era educada, então apenas me calei. Carly nem ao menos me olhava, ficava mandando mensagens para as amigas dela, enquanto eu estava totalmente entediado.

Quase 20 minutos depois, o garçom finalmente aparece com nossos pedidos. Olhei para o pequeno pote de sopa e enquanto comia, pensava em uma deliciosa torta de limão que havia na geladeira de casa. Sim, com certeza eu vou comer a torta toda, porque essa sopa aqui não mata a minha fome. E por falar em comida, me lembrei da Sam. Ela sim, gosta de comida de verdade. Queria ver ela comer aqui, com essa tal '' regra de etiqueta '' dos franceses. Sem querer eu ri baixinho, e Carly me olhou séria por um momento, mas logo voltou sua atenção ao celular. Melhor assim... pelo menos ela não está falando sobre coisas fúteis ou brigando comigo.



–---- 1 hora depois -----



Argh. Finalmente vamos sair desse restaurante, não aguentava mais. Eu preciso ir pra casa comer algo de verdade. Acho até que vou comprar um lanche e umas batatas fritas no caminho pra casa.

Paguei a conta e saímos do local em silêncio, Carly ainda mandava mensagens para sua amigas, que segundo ela, estavam decidindo coisas importante para o baile. Sabe, particularmente sempre gostei de bailes, porém esse ano eu queria mesmo era ficar em casa. Não estou afim de passar horas ao lado de pessoas que eu não gosto, falando sobre assuntos idiotas e sem sentido, e ouvindo a Carly se gabar por cada detalhe que ela organizou no salão.

Carly: FREDDIE!! — Ela berrou, de repente me assustando.

Freddie: O que foi agora? — Eu disse alto, quase gritando.

Carly: O que há com você hoje? É a segunda vez que você esquece de abrir a porta do carro pra mim, qual é o seu problema? — Ela disse com uma voz desnecessariamente fina e irritante. Será que ela nao pode abrir a porta sozinha? Não vai cair a mão se ela fizer isso uma só vez. Calma, Freddie... se controla.

Freddie: Eu... só estava pensando. — Respondi tentando controlar a minha raiva. Não queria começar uma nova discussão.

Carly: Pensando em que? Eu estou aqui agora, não perca seu tempo pensando bobagens. — Ela disse mais calma. Abri a porta do carro e ela entrou, e eu fiz o mesmo e seguida.

O caminho até a casa dela fora silencioso demais... nem mesmo o rádio estava ligado, o que me deixava ainda mais nervoso. Assim que avistei o Bushwell Plaza, me senti um pouco mais aliviado.

Freddie: Bom, chegamos. — Disse forçando um sorriso.

Carly: Awn... obrigada querido. — Ela sorriu e se aproximou de mim, colando seus lábios nos meus. Foi um beijo rápido e sinceramente sem emoção alguma. — Boa noite, amor. Sonha comigo, ok? — Ela disse abrindo a porta do carro.

Freddie: Eu vou sonhar.... boa noite Carls. — Falei, tentando demonstrar um pouco de animação. Ela riu e fechou a porta, entrando no prédio sem olhar pra trás. Nós nunca fomos um casal, digamos... apaixonado de verdade. Nenhum de nós jamais disse '' eu te amo '' para o outro, porque não nos amamos... e ultimamente me pergunto: Porque ainda estamos juntos, mesmo?

Quer dizer... é óbvio que não nos amamos, como deveriamos e eu sei lá, eu achava que ela era o tipo de garota perfeita, mas agora eu percebo que ela não era nada do que eu imaginava.

Hump... deixa pra lá. Balancei a cabeça, tentando espantar esses pensamentos e pisei no acelerador, indo em direção à lanchonete para comer um lanche com batatas fritas e um milk shake, aquela sopa só me deixou com mais fome.

Notas finais
Bom, é isso.

Carly bitch? Imagina! kkkkkkkk

Não deixem de comentar, ok?

Amanha tem mais. Beijos... fiquem com Deus ♥