iHate You?
18 Here Without You
Notas iniciais
Vei, como eu to revoltada pela Manu Gavassi ter cantado leave it all to me! ela errou a letra, saiu do tom, e n fala mto bem ingles. E como Grachi pode ter ganhado? socorro!
mas emfim, vamos ler o capitulo!
Freddie’s POV
Depois do acontecido na casa da Sam, eu não mais a vi. Ela não foi à escola hoje nem a casa da Carly. Já mandei várias mensagens, liguei para ela umas trezentas vezes, e nada. Ela não responde minhas mensagens, nem atende minhas ligações. Eu quero conversar com ela, explicar que não foi exatamente aquilo que ela viu. Mas como eu vou fazer isso, se ela não me dá a chance?
E para completar, Carly não falou comigo hoje direito o dia inteiro, e quando falava me dava um monte de patadas. E eu nem sei o que eu fiz. Eu hein, deve estar de TPM.
São 2:45 a.m. e eu aqui, ainda sem dormir, apenas observando os pingos da chuva que caem em minha janela.
Como será que a Sam está? Me odiando, com certeza. Quem sabe até planejando minha morte. Mas mesmo assim, eu queria tanto vê-la, abraça-la, beija-la, dize-la que a amo, que tudo foi um mal entendido, que a louca da irmã dela armou tudo. Um dia sem ela fica tão vazio, tão sem cor, tão sem sentido, tão sem vida, e tudo isso não se compara a estranha saudade que estou dela. Parece que eu estou à milhas de distância dela, mesmo sabendo que a verei amanhã, que foi só um dia sem ela, não dez anos. Mas acontece que eu preciso dela comigo. Mais um dia, mais uma noite, mais dez anos, mais cinquenta anos, para sempre.
E assim eu durmo, pensando na loira que ilumina a minha vida.
Sam’s POV
2:45 a.m. e eu ainda estou acordada. Por que? Por que o nerd traidor não sai da minha cabeça. E essa chuva também não ajuda muito, só me faz ter mais saudades do Benson. Como ele pôde fazer isso comigo? Me trocar na maior cara de pau pela minha irmã! Mas eu devia ter que aceitar os fatos de que Melanie tinha razão. Freddie e eu nunca poderíamos dar certo, Freddie gosta de meninas delicadas, nerds e certinhas tipo Carly e Melanie. Tudo bem que Melanie não era o tipo certinha, mas não deixa de ser nerd e patricinha.
Mas o que ele quer afinal? Freddie já me ligou e mandou mensagens hoje umas trezentas vezes. Ele já não fez a escolha dele? Já não tá com a Melanie? O que ele quer?! Remorso? É deve ser isso.
Pego meu peraphone e meus fones de ouvido, e ponho no modo aleatório. Droga de musica, você não tá ajudando muito! Começou a tocar “I’m With You” da Avril Lavigne. Penso em tirar, mas decido deixar. E em cada verso, a música parecia fazer sentido.
I'm standing on a bridge
I'm waiting in the dark
I thought that you'd be here by now
There's nothing but the rain
No footsteps on the ground
I'm listening but there's no sound
(Estou parada em uma ponte
Estou esperando no escuro
Eu pensei que você estaria aqui agora
Não há nada exceto a chuva
Sem pegadas no chão
Estou ouvindo mas não há som)
Isn't anyone trying to find me?
Won't somebody come take me home?
It's a damn cold night
Trying to figure out this life
Won't you take me by the hand?
Take me somewhere new
I don't know who you are
But I... I'm with you
I miss you
(Há alguém tentando me encontrar?
Alguém virá me levar para casa?
É uma maldita noite fria
Tentando entender essa vida
Você não vai me levar pela mão?
Leve-me para algum lugar novo
Eu não sei quem você é
Mas eu... Eu estou com você
Eu sinto sua falta)
I'm looking for a place
I'm searching for a face
Is anybody here I know?
‘Cause nothing's going right
And everything is a mess
And no one likes to be alone
(Estou procurando um lugar
Estou procurando um rosto
Há alguém aqui que eu conheça?
Porque nada está dando certo
E tudo está uma bagunça
E ninguém gosta de ficar sozinho)
Isn't anyone trying to find me?
Won't somebody come take me home?
(Há alguém tentando me encontrar?
Alguém virá me levar para casa?)
It's a damn cold night
Trying to figure out this life
Won't you take me by the hand?
Take me somewhere new
I don't know who you are
But I... I'm with you
I'm with you
Yeah, Yeah, Oh...
(Está uma maldita noite fria
Tentando entender essa vida
Você não vai me levar pela mão?
Leve-me para algum lugar novo
Eu não sei quem você é
Mas eu...eu estou com você
Eu estou com você
Yeah, Yeah, Oh...)
Oh why is everything so confusing
Maybe I'm just out of my mind
Yeah yeah yeah
Yeah yeah yeah
(Oh por que tudo está tão confuso?
Talvez eu esteja fora de mim
Yeah yeah yeah
Yeah yeah yeah)
It's a damn cold night
Trying to figure out this life
Won't you take me by the hand?
Take me somewhere new
I don't know who you are
But I... I'm with you
I'm with you
I'm with you
(Está uma maldita noite fria
Tentando entender essa vida
Você não vai me levar pela mão?
Leve-me para algum lugar novo
Eu não sei quem você é
Mas eu...eu estou com você
Eu estou com você
Eu estou com você)
Take me by the hand?
Take me somewhere new
I don't know who you are
But I... I'm with you
I'm with you
I'm with you.
Take me by the hand?
Take me somewhere new
I don't know who you are
But I... I'm with you
I'm with you
(Vai me levar pela mão?
Leve-me para algum lugar novo
Eu não sei quem você é
Mas eu...Eu estou com você
Eu estou com você)
Assim que a música acaba, decido desligar meu peraphone. Chega de música por hoje, perdi a vontade. Mas a saudade do Freddie parece ter aumentado. Que droga Freddie! Como você consegue esse efeito sobre mim? Eu te odeio, Benson!
Começo a observar os pingos de chuva na janela, e assim adormeço.
–
Acordo com a porcaria de um galo cantando! E... SÃO 6:30 DA MANHÃ? QUEM EM SANTA CONSCIENCIA ACORDA ÀS 6:30 DA MANHA? Urgh, começo a ouvir vozes do andar de baixo. Decido me levantar, afinal não quero perder o café da manha.
Escolho uma roupa comum, um short jeans e uma blusa roxa escrita “I ♥ Nerds.” . um pouco sugestivo, não?
Desço e vejo todos já sentados à mesa, sorrindo, conversando, rindo. Fala sério, como eles conseguem ser tão alegres essa hora da manhã?
– Bom dia, Samantha. – Meu avô me cumprimentou.
– Oi, vovô. – Digo, me sentando à mesa. – Bom dia, gente,
– Dia! – Liam, o homem que aparentava ter uns 30 anos, respondeu.
– Bom dia! – Cecília e Dustin disseram ao mesmo tempo, o que fez os dois se olharem por um breve momento, e logo depois começaram a gargalhar. E por mais que eu não quisesse, lembrei de todos os momentos em que falamos juntos. Era como uma coisa só nossa, ninguém mais fazia. Era como se pudéssemos ler as mentes um do outro. Continuo achando bizarro até hoje isso. Ah Benson, lá está você de novo...
– Sam? — Cecilia, que estava sentada ao meu lado, me chamou, me tirando do meu transe.
– Sim? – Respondo.
– Te perguntei se podia me passar à geleia.
– Ah, claro. – Digo, passando a geleia para ela.
– Obrigada. – Ela agradece e apenas assinto.
– Bom, eu vou indo. Galinhas me esperam. – Dustin disse e levantou-se da sua cadeira.
– Posso ir com você? – Pergunto e todos me olham...chocados?
– Morar na cidade te deixou menos preguiçosa ou o que? – Liam perguntou. Apenas dei de ombros e perguntei novamente:
– Posso ir ou não?
– Claro. – Dustin respondeu.
Me levantei da cadeira e caminhei em direção à porta onde Dustin me esperava.
Eu e Dustin fomos até o galinheiro, pegar ovos e alimentar as galinhas. Ele foi pegar os ovos enquanto eu era responsável por alimentar as galinhas. Mas não deu muito certo. Aquelas galinhas idiotas voaram em cima de mim, literalmente.
– Sam, solta o balde de milho! – Dustin dizia –tentava dizer- em meio às gargalhadas histéricas.
Soltei o balde e logo em seguida as malditas galinhas foram atrás do balde. Credo, parece que nunca comeram na vida!
– Ainda cozinho todas vocês! – Digo, já limpando as penas de galinha que estavam agarradas em mim.
– Calma, Sam. Esse é só o seu primeiro dia. – Dustin disse, botando a mão no meu ombro. Dou a ele um olhar, que segundo Carly, poderia matar um. Percebo que ele ficou um pouco assustado, antes de continuar a falar. – Vem, vamos levar isso à Eleonor. – Refere-se aos ovos.
– Vamos. – Respondo.
– Ah, a proposito, você sabe cavalgar? – Ele pergunta.
– Isso é uma pergunta? Por acaso esqueceu que praticamente cresci aqui?
– Tudo bem, me encontre mais tarde no estábulo. Quero te levar a um lugar. – Dustin diz.
– Ok. – Digo, e vamos em direção à casa de meus avós, em silencio.
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