iFaculdade
2 O primeiro beijo...
Notas iniciais
Seus olhos pesavam e ela não agüentava mais ficar presa naquela sala. As palavras que saiam da professora eram chatas. Se apoiou e no momento que o fez, seus olhos começaram a se fechar lentamente.
– Acorda! Eu não vou deixar você estragar o nosso segundo dia de aula! – Sussurrou brava a morena no ouvido dela a despertando.
– Ta legal mamãe! – Debochou. A aula continuou e a voz monótona da professora velha chateava Sam de uma maneira que nem ela entendia. O sino finalmente tocou anunciando o almoço. Carly puxou Sam para uma mesa um pouco longe das outras e mais perto do mar e a sentou.
– Ei! Eu quero comer! – Falou ao perceber que não sairia dali tão cedo.
– Eu já trouxe sua comida. – Já com um pouco de cólera entregou a morena uma vasilha transparente com macarrão e uma latinha de refrigerante, retirando logo em seguida uma embalagem com sushi, um sache de molho shouyu e outra lata de refrigerante, dessa vez para ela. Pegou o hashi e o tirou da embalagem, ainda encarando a loira que já comia.
– Então, pode começar a me contar onde dormiu. – Carly pegou habilmente um pedaço de sushi e o molhou no shoyu o comendo logo em seguida.
– Olha... e bem complicado... Quer dizer, eu estava bêbada e fora de mim e não aconteceu nada...
– Me conta logo!
– Eu estava na festa ontem, e um cara começou a dar em cima de mim. Minha visão estava embaçada e eu não pude ver quem era direito. Só sei que ficamos e que no dia seguinte, acordei no quarto dele e vi quem era. – Falou apreensiva.
– E quem era? – Perguntou a morena ansiosa.
– O Freddie. – Disse com medo da reação de Carly, que cuspiu o refrigerante na mesma hora.
– QUEM? – Perguntou de novo como se não tivesse ouvido.
– E ai gente. – Freddie e Gibby se juntaram as meninas. Sam abaixou a cabeça e Carly limpou os lábios.
– Oi. – Falou Carly, mas a outra simplesmente desviou os olhos e abaixou a cabeça, sussurrando um oi quase inaudível.
– O que houve Sam? – Gibby perguntou preocupado com a amiga.
– Nada não Gibby. E que a Sam dormiu com um cara noite passada e não quer confessar. – Carly lançou um olhar de soslaio para Freddie que se engasgou com a comida.
– Ah sim...
– Nós não dormimos ta legal? – Ela disse um pouco alterada, fazendo o moreno, de um certo jeito ficar decepcionado.
– E como tem certeza? Estava bêbada! – Retrucou a irmã.
– Eu sei muito bem com quem eu transo ou não Carly! Muito obrigada pela sua “preocupação” mas ela e inútil! Eu sei cuidar de mim mesma. – Sam se levantou raivosa e foi em direção ao dormitório, deixando para trás dois amigos e uma irmã, confusos com o que acabara de acontecer. Entrou no quarto e agarrou o resto do brigadeiro do dia anterior e comeu.
– Sam? – David abriu a porta.
– David? – Falou vendo-o assentir.
– O que houve? – Falou entrando e sem sentando ao lado da amiga.
– Nada. – Virou o rosto para a TV de novo, mas pode sentir os olhar dele sobre ela.
– Pode parar Puckett. Vi seu chilique no refeitório. – Ele riu arrancando uma risada dela também. Sam encarava o brigadeiro como se fosse importante, mas só queria não olhar nos olhos dele e ver a preocupação que ele ainda tinha com ela.
– Na fogueira, eu fiquei bêbada e ACHO – Deu ênfase no acho e continuou.
– Acho que transei com Freddie. E Carly tem certeza disso. – A loira brincou com o brigadeiro, comendo uma colher do doce logo em seguida.
– Me conta essa historia direito. – Ele se acomodou.
– Bem, eu estava bêbada e pedi para que ele me “ajudasse” com uma coisa no quarto. Quando chegamos lá nos agarramos e foi ficando quente e quente... – A esse ponto tinha certeza de que estava vermelha ao lembrar daquela noite. Respirou fundo e prosseguiu.
– No outro dia acordei só de lingerie. – Falou. O amigo a encarou seriamente.
– Bem, vai ver que vocês só ficaram e depois jogaram um joguinho da memória debaixo das cobertas...
– Para! – Ela riu socando amigo de leve que também ria.
– Você sabe Puckett, que pelo o que me contou as chances são de 10 em 10. – Disse encarando a amiga.
– Eu sei. Mas, eu não sei o que fazer! O que eu vou fazer se eu realmente...você sabe... com ele? – Disse insegura.
– Então... agora não e mais virgem! – Riu David, ela abriu a boca em um perfeito O e tentou não rir.
– Seu tarado! – Falou.
– Quem disse que eu era virgem? – Continuou ela.
– Meu deus sua cachorra! – O amigo falou brincando com Sam que ria.
– Valeu.
– Pelo que?
– Por ser meu amigo. – Disse sorrindo. Ele a encarou feliz.
– Eu sei que todo mundo precisa de um David na vida, mas agora temos que voltar para a aula. – Respirou fundo e se levantou. A loira fez bico, fazendo-o ter que levantá-la de lá a força.
– Anda logo Sam! Não posso perder aula! –Ele a puxou.
– Velhos hábitos nunca morrem não e mesmo David? – Ela sorriu e ele retribuiu o gesto, sabendo ao que Sam se referia. Saíram de lá e foram em direção as aulas, cada um para seu bloco. Ela agarrou os livros e respirou fundo, desejando não encarar a irmã, que havia enfiado na cabeça que ela havia dormido com seu pior inimigo. Entrou na sala alguns minutos antes do sino bater e a viu. Lá em cima, sentada na carteira ao seu lado, a esperando. Subiu as escadas e se sentou, ainda sem a encarar.
– Olha Sam... Me desculpa! Serio... – Ela falou manhosa. Sam a encarou.
– Pra dizer a verdade, nem eu sei o que aconteceu. Eu estava bêbada OK? Não pode ter certeza de algo, se nem mesmo a pessoa de quem se trata tem. – Respondeu e se virou para frente. O sino tocou.
– Eu sei que eu inventei coisa demais, me desculpa. – Disse a morena. A outra sorriu.
– Tudo bem, mas sem conclusões precipitadas da próxima vez, ta legal? – Abraçou a irmã que sorriu também, assentindo como resposta. A aula começou novamente. A velha professora do dia anterior entrou, e começou a falar mais e mais. Em quanto a velha na frente falava, Sam pensava “ Afinal o que diabos e essa tal de ‘prada’ pra professora falar tanto?”. E a morena do lado, tentando não cair no sono, e fazendo o possível para achar a aula interessante. Mas parecia em vão. Qualquer coisa era mais interessante do que aquela professora, até mesmo a estampa florida da blusa de uma garota sentada a sua frente. Catalogar as flores por cor e tamanho não parecia nem um pouco divertido, mas era só a professora começar a falar que de repente a blusa se tornara a mais visitada atração. Apoiada em seus braços, Carly contava uma por uma. Diversificando os tamanhos e as cores, até ele a tirar de sua distração.
– Com licença professora Hollows. – David enfiou a cabeça por um vão da porta aberta,sorrindo simpaticamente para a professora, que retribuiu o gesto.
– Claro David pode entrar. – Falou a professora, que havia mudado seu tom e expressão ao ver o garoto. Parecia mais animada e contagiante. Ele entrou com um data show e um monte de cabos de cores diferentes. Carly ajeitou sua postura e o observou. A camiseta marrom e solta, que parecia tão confortável de olhar quanto estar vestida nela. A jaqueta negra caindo perfeitamente sobre seus ombros, fazendo os cabelos igualmente negros brilharem ainda mais. A famosa calça jeans e as botas que ele sempre parecia usar. Ela o observou. O viu desenrolar os fios um por um e os conectar ao aparelho e logo em seguida no computador. Ignorou a voz da professora, e uma provável explicação sobre o motivo daquele vídeo. Ela não se importava com a aula ou o conteúdo naquele momento. Estava hipnotizada por ele. Se lembrou de seu cheiro, de sua voz, de seu gosto. De como ele sorria, de como ele ria tanto quanto estava feliz, ou só para ironizar uma situação. Lembrou de como ele a chamava de “Moranguinho” por ser viciada em creme hidratante sabor morango, ou de como ele brincava com o fato dela nunca aprender a andar de salto sem tropeçar... Mas após o vídeo começar, e a sala se escurecer , seus pensamentos foram cortados, a impedindo de lembrar-se das outras milhares de coisas sobre ele. Uma tela enorme branca refletia um filme, que parecia mais um documentário. Ele estava sentado perto da professora, olhando o vídeo e cochichando algo com ela. Depois dos dez primeiros minutos, percebeu um brilho se mover. Não sabia dizer se era sua mente, ou o sono que a atordoava desde de que chegara naquela sala. Seguiu o rastro do brilho até o encontrar. Ele havia se movido para um pouco longe da professora, e então, ela pode ver. A luz caia sobre seu peito , fazendo seu colar lançar um brilho pálido e discreto, mas visível.
– Não pode ser... – Tampou sua boca sussurrando para si mesma. Sim, era exatamente o que ela achava que era. O colar que ela dera para ele na oitava serie. Ainda tinha fresco na memória, quando deu aquele colar a ele. Era a 50° edição do iCarly...
FlashBack
Estavam lá, jogados no sofá depois de terem gravado a 50° edição do iCarly. Cada um comentando e sorrindo orgulhosos por seu trabalho, e principalmente Freddie, que discutia com Sam.
– Sem mim isso não teria acontecido! Exijo desculpas! – Bradou nervoso, já desfazendo o sorriso.
– Esta me chamando de burra? Acha que não sei gravar um vídeo? Podíamos muito bem ter feito isso sem você! Só presta pra segurar a câmera mais nada. Só esta aqui por que Carly quer! – Retrucou ferozmente a loira. A morena ao lado, nem prestava atenção no que eles diziam, e pouco ligava. Sabia que era algo extremamente banal, e que no final pediriam sua opinião quanto ao assunto. E ela? Ela diria sempre a mesma coisa: “ Acho que os dois estão sendo infantis e devem se desculpar. Os dois estão errados.” Olhava no computador a foto dele. A foto que haviam tirado ali mesmo, no apartamento dela, em seu aniversario do ano passado. Os óculos embaçando os olhos azuis. Os cabelos negros, impecavelmente penteados. A roupa engomada que sua mãe sempre o forçara a vestir, e o sorriso escondido pelo aparelho dental. Ele não parecia nem um pouco atraente, mas ela não ligava, pois toda vez que o via, sentia arrepios por todo o corpo, e mil borboletas pareciam dançar em seu estomago. Ele sempre a fazia sorrir, de um modo que ninguém mais no mundo faria. Agarrou a caixinha com o colar no bolso e encarou. A abriu e viu o pingente reluzente, com a frase gravada “nunca se esqueça de mim” . Sorriu.
– Carly! – Gritou Sam impaciente. Ela já sabia o que aquele tom significava. Logo em seguida viria : “ O que você acha?” .
– Eu acho que os dois estão sendo infantis e devem se desculpar.Os dois estão errados. – Disse autoritária sem prestar atenção, rezando para que acabassem com aquilo logo.
– O que? – Freddie falou confuso.
– Não pediram minha opinião? Então...
– Carly, perguntei o que esta fazendo! – A loira riu se aconchegando.
– Esta muito fora de área. – O moreno comentou agarrando uma uva da mesa.
– Sim... tenho que fazer uma coisa. – Se levantou e encarou o colar pela ultima vez, o colocando de volta na caixa.
– Onde vai? – Perguntou a loira. A outra sorriu de lado e enfiou a caixa novamente no bolso.
– Entregar um presente. – Saiu correndo em toda velocidade até ele. Desceu as escadas rapidamente, e ela corria tão rápido, que se sentia leve. O vento batendo nos cabelos e os braços envolvidos em um frio cortante, que atravessava a fina camada do suéter. Não parou. Correu e correu, até chegar em sua casa. Ajeitou o cabelo e encarou a porta, respirou fundo e bateu. Logo o viu abrindo a porta e a recebendo com um sorriso.
– Carly... o que esta fazendo aqui? – Ele perguntou visivelmente feliz com sua presença.
– Vim te desejar feliz aniversario... – A outra disse tímida, sentindo suas bochechas queimarem. Um silencio pairou no ar, e então ela percebeu. Retirou a caixinha do bolso e a colocou na mão dele.
– Feliz aniversario! – Disse o beijando rapidamente na boca e saindo correndo dali. Voltou para casa na mesma rapidez em que foi, deixando ele confuso com o que acabara de acontecer. Com um sorriso pintado em seus lábios , ela correu até seu apartamento. Subiu escadas novamente e correu entre os corredores, até chegar a porta de sua casa. Parou e respirou fundo, tocando com as pontas dos dedos no lábio, que ainda estava sorrindo. Sim... aquele havia sido seu primeiro beijo.
FlashBack
– Carly! – Sam gritou no ouvido de Carly a despertando.
– O que foi? – Falou assustada a morena, logo percebendo o sorriso bobo em seus lábios. Tratou de se recompor.
– Se não percebeu, Bela Adormecida, a aula acabou. – Ela agarrou os materiais e se pós de pé, a morena se admirou como que o tempo passara tão rápido hoje. Coçou os olhos e depois pegou suas coisas, seguindo a loira para o dormitório.
Chegou e se largou na cama. Sam se despiu e entrou no banho. Ela também tentara decifrar seus pensamentos durante a aula. Tentou organizar as memórias em quanto a água deslizava sobre seu corpo. Terminou o banho e passou um hidrante. Escovou os cabelos molhados e vestiu uma roupa.
Look Sam: http://www.polyvore.com/cgi/set?id=113472241&.locale=pt-br
Logo em seguida Carly repetiu o processo.
Look Carly: http://www.polyvore.com/cgi/set?id=113472620&.locale=pt-br
A loira preparou duas embalagens de macarrão instantâneo e entregou um a Carly, se afundando no sofá logo em seguida. Ligou a TV e deu uma olhada de soslaio para a irmã que mexia no computador.
– Teve tarefa? – Perguntou Sam.
– Não... mas temos que estudar para a prova. E depois de amanha. – Narrou a morena sem desgrudar os olhos do computador.
– PROVA? Mas e só o terceiro dia de aula! – Se assustou.
– Sim... – Ainda sem desgrudar os olhos do computador falou. Sam simplesmente deu de ombros e se virou para a TV novamente. Passou as mãos no cabelo e logo terminou seu macarrão. Precisava dormir. Escovou os dentes, se jogando na cama logo em seguida.
– ACORDA GATINHAS! A FESTA CHEGOU! UHUL! – Uma voz gritou. Uma não... pareciam mais de 20 vozes gritando. Som estridentes de panelas e apitos. Sam acordou assustada junto com Carly, e assustadas cambalearam até a porta , encontrando um bando de garotos armados com panelas. Não eram SÓ garotos. Haviam algumas garotas também. O corpo de Carly estremeceu. Seria algum tipo de brincadeira para calouros?
– Que desgrama e essa aqui? – Gritou nervosa a loira. Aquilo não era bom... Ninguém nunca JAMAIS poderia atrapalhar o sagrado sono de Samantha Julianne Shay Puckett. Absolutamente ninguém.
– Calma gatinha... e só uma brincadeirinha... – Um garoto de cabelos claros se aproximou dela sorrindo maliciosamente.
– Como assim uma “brincadeirinha”? – Disse ainda mais nervosa por causa da audácia do garoto.
– Sim... e você vai participar... – Sam pode sentir em sua voz. Era quase como se ele acabasse de mandar nela.
– Eu não vou participar de merda de brincadeirinha nenhuma garoto! Pega essa sua porra de brincadeirinha e enfia bem no seu...
– Ta legal Sam... – Bloqueou a irmã. Uma onda de vaias invadiu os corredores.
– Ah vai sim! – Ele a agarrou e colocou nos ombros, e a barulheira recomeçou. Ela gritava pedindo para a soltar, mas era inútil. Ele era mais forte que ela. Todos marchavam em direção a praia. A maioria dos garotos com algumas garotas em suas costas. A colocaram na areia e fizeram uma roda em volta delas. Foi ai que Sam percebeu. Era sim, uma brincadeira de calouros, e uma bem sem graça pelo visto. Ascenderam tochas em volta das garotas, e Sam revirou os olhos. Quanto drama!
– Estamos aqui hoje reunidos, para dar as boas vindas, a essas lindas... e virgens... garotinhas! – Ele disse, ouvindo um monte de gente fazer barulho. Então, aquilo não era uma brincadeira para calouros, mas sim para virgens? Pensavam que todas as calouras eram virgens? Tudo bem , até poderia ser verdade, mas Sam... ela nunca fazia parte da maioria. A loira soltou uma risada irônica.
– Ah meu deus! Querido! Pra quem ta na faculdade você e bem burrinho né? – Sam riu. Alguns murmúrios de duvidas surgiram entre a multidão. O garoto abriu uma cara feia para ela e se aproximou.
– Como assim sou “burrinho”? – Imitou a voz dela na ultima palavra. Sam revirou os olhos. Estava enojada com tanta masculinidade. Em quanto conversava com ele, ninguém percebia, mas ela estava lentamente, a um tris de se soltar da corda que amarrava seu pulso. Ela soltou a ultima risada, antes de se soltar completamente e pular em cima do garoto. Ficou por cima, dele , podendo sentir sua respiração. Ele era quente, literalmente quente. As pernas nuas, pelo fato de dormir somente com a lingerie e a blusa do moletom ou suéter.
– Você acha mesmo... que eu... tenho cara de virgem? — Ela sussurrou sensualmente em seu ouvido, mordendo o lóbulo de sua orelha em seguida, soltando um de seus melhores sorrisos. Aquilo havia despertado ela. Não podia negar, ele era o maior gato, e não importava o fato de conhecê-lo ou não. Um gato não reconhece um rato antes de comê-lo. Simplesmente o come. Seria diferente com os humanos?
– Não sei... poderia me mostrar no seu quarto... Faremos um teste... – Ele ficou por cima dela dessa vez.
– Mas e claro... antes de irmos, quero que ouça uma coisa... – Disse. Sussurrou coisas sujas em seu ouvido, fantasiando e iludindo o garoto com pensamentos indecentes. Ela prometeu... faria tudo aquilo com ele, mas em troca, teria que soltar todas as garotas.
– Aceita? – Falou rouca e baixo. Todos ouviam atentamente a conversa. Sem hesitar duas vezes o garoto assentiu. Sam sorriu e depois de cinco minutos, todos estavam de volta em seus dormitórios. Eles caminharam silenciosamente para uma sala vazia ali perto. Entraram e logo em seguida trancaram a porta. Ela o beijou vorazmente, mesmo sem saber seu nome. Ele retribuiu. Se beijaram e beijaram, mas quando ele queria ir além, como o prometido por Sam, mas ela logo chutou fortemente seus órgãos genitais. Ele caiu no chão de tanta dor.
– Por que? – Falou rouco de dor.
– Eu prometi uma noite inesquecível... e essa com certeza vai ser... gatinho. – Falou, logo depois aplicando seu famoso golpe. Apertou seu pescoço e ele logo caiu inconsciente. Ligou para Carly, que ainda estava assustada. Explicou o plano e apesar da morena ainda estar em choque, não reclamou em ajudar a irmã. Foi até onde Sam havia falado que estava e fez o que a outra mandou. Retirou a roupa do garoto, e em vez da cueca, colocaram uma calcinha cor de rosa. O amarraram fortemente.
– Ele e muito pesado. Precisaremos de mais ajuda. – Falou observando o garoto. Carly ligou para Freddie e logo depois para Gibby. Explicou toda a situação e depois de longos cinco minutos tentando convencer os amigos, elas conseguiram.
– Chegamos. – Falou Freddie entrando, logo se surpreendendo pelo estado do garoto no chão , e pelo estado das GAROTAS, especialmente Sam. Mais alguns minutos se passaram e eles admiravam as garotas.
– Andem logo! – Carly bradou baixinho. Sam pegou o ursinho de pelúcia e o colou nas mãos do garoto, escrevendo logo em seguida em seu peito “ Sou virgem ♥” Com uma seta apontando para a calcinha.
– O que e isso? – Sussurrou Gibby, em quanto dava uma dose de tranqüilizante, só para garantir que ele não acordasse.
– Marcador... – Falou Sam.
– Permanente... – Completou Carly. Os quatro amigos abafaram uma risada. Logo estavam prendendo o garoto no mastro centram da faculdade, no pátio, onde ficava pendurado a bandeira, perto da estatua do fundador dali. Amarraram fortemente ele e logo depois saíram dali, cada um voltando para seus quartos.
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