Kessia passou o reto do dia no parque vendo todos brincando e felizes. Ela estava lendo um jornal sentada no banco da praça em baixo de uma arvore de sapucaia o vento levava seus cabelos que estavam solto seus pensamentos sempre a levava as palavra do mestiço. – Você vai precisar de mim e eu estarei lá para ajudá-la. Gabriel sentou do lado dela cruzando os dedos das mãos.

– Você não deveria ficar remoendo o passado Kessia.

– O passado me tornou o que sou hoje. É só para me lembra de quem eu era e por que estou nessa.

– Gabriel por que aquele demônio não saiu do corpo da garota?

– Por que a coisas que só nos anjos podemos fazer!

– Entendo. Eles ficaram lá conversando ate escurecer.

– Agora tenho que ir Kessia.Você sabe onde me encontrar se precisar.

– Tudo bem. Ela disse com um leve sorriso Ele sorriu e desapareceu.

Kessia pegou o jornal que estava no banco e saiu indo em direção ao carro quando sentiu um arrepio em seu corpo inteiro ela parou no carro limpou a lagrima que escorreu pelo seu rosto encostou-se ao carro e respirou fundo. O seu estava estrelado e o vento sacudia as folhas das arvores para lá e para cá.

Ela pegou a chave do carro e o ligou. Soltando o freio de mão e dando a ré ela estava olhando pelo retrovisor quando viu algo correndo entre as arvores. Ela para olha novamente sacode a cabeça.

– Foi só minha imaginação.

Pensou ela. Quando algo pula no teto do carro ela gritou as pesadas afunda o tento do veiculo a respiração dela ela acelerada. Por cauda do susto quando algo quebrou a vidro da janela do carro a puxa para fora. A jogando conta uma arvore. Ela caiu desorientada sua visão estava embaralhada por causa da pancada, mas ela viu o que era.

– Você não é tão corajosa sem a ajuda daqueles dos seus dois amiguinhos não é mesmo Kessia? Ele segurava a garganta dela para que ela não dissesse nada. – Vamos maldita você não vai me deporta não. Disse o demônio com um mau hálito de mata ate mesmo o próprio Satanás. Foi quando ela conseguiu pegar o óleo ungido e jogou na cara o demônio ele gritou, mas não a soltou. Quando ela já estava sem esperança algo aparece na escuridão da noite pegando o demônio e o lançando para longe. Kessia cai e olha para cima sua surpresa era tanta que ela esquecendo-se do demônio. O demônio se levantou e veio com tudo pra cima deles. Kessia fica na frente de quem acabou de salvar sua vida. – DE JOELHOS SEU DESGRAÇADO. O demônio cai de joelhos. Havia bichos saindo dele baratas, escorpiões, moscas, varejeiras entre outros bichos nojentos. Ela sentiu vontade de vomitar. Ela estendeu as mão direita e direção a ele. – EU ORDENO QUE VOCÊ VOLTE DE ONDE VEI. VOLTE PARA O INFERNO. Ela disse com uma voz firme e sem medo um cheiro de queimado surgiu no ar e o demônio nojento desapareceu. Quando Kessia olhou para o seu salvador quase não creditou no que via. – Mestiço? Ele estava como os olhos arregalados. Foi quando ela caiu de joelhos ela estava sangrando. Quando o demônio a puxou o os pedaços do vidro da janela do carro havia perfurado sua costela o pedaço do vidro ainda estava lá. O mestiço a pegou no colo colocando-a no banco do carona e passando o cinto de segurança.

– Vou leva você para um hospital. Disse ele dirigido

– não é preciso posso cuida disso em casa. A voz dela era cansada e com muita dor.

– Você precisa de um medico! Disse ele com autoridade na voz.

– não preciso, não. Só preciso de um kit de primeiros socorros. Ela disse com um gemido de dor.

– Se você que se mata.
Quando eles chegaram ao estacionamento do apartamento ele a pegou no colo ela protesto mais ele nem deu ouvidos. – Qual é o numero do seu apartamento? Ele perguntou subindo as escadas. – 07 À esquerda. Ela entregou as chaves a ele. Ele entrou ligou a luz da sala e indo em direção ao quarto dela. – Onde esta o kit de primeiros socorros. Ele perguntou a colocando-a na cama.

– Na ultima gaveta do armário. Ela apontou com o dedo. Ele vem com o kit tira o casaco dela e corta a blusa branca dela com a tesoura vira ela de lada. – Eu vou puxar no três. Ela faz um som de concordância. – Um. Ele puxa. Ela prende o grito entro os dentes. Ele limpa o ferimento.

– Consegui ficar sentada? Ele perguntou pegando uma atadura. – Sim. ela disse com os olhos lacrimejando. Ela sentou e ele faz primeiro o curativo e depois enfaixa as costelas. Ela o olhava tentando descobrir o que o mestiço ganharia com tudo aquele teatrinho de bonzinho. – Pronto pode deitar de novo. Ela encostou a cabeça no travesseiro e o mestiço não deixou de notar o lindo corpo de Kessia.
– O que você vai ganha com isso? Poderia ter deixado ele me matar. Disse Kessia pegando a coberta ao lado dela.
– talvez esteja na ora em de você ver que nem todos os mestiços são iguais.

– Então que dizer que você é bom. Mim desculpa mais vocês são mestiço metade em nosso mundo metade no outro. E no seu caso o inferno.
– Eu sei o que sou e sei o que eu não quero ser.
– E o que você não que ser?

–Como os outros. Não quero ir para o inferno não quero ser como os outros.
– E isso faz de você um exilado? Ela disse com certo deboche.

– Não. Mim faz um desgarrado. Ele disse olhando dentro dos olhos dela e por um estante ela sentiu um confiança nele, ela acreditou nas palavra do mestiço desgarado...

Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.