ela é minha outra metade
8 Capitulo 8
Notas iniciais
Alexandra estava estudando para uma prova na varanda na casa, ela gosta de está perto da natureza, o jardim frontal é lindo e ela amar fica debaixo do carvalho que tem na entra da casa. Então avistou o novo vizinho ensinado à filha a andar de bicicleta, a garotinha no começo estava morrendo de medo, então o pai parou e se colocou na altura na criança falou logo e então recomeçaram a aula, logo a pequena era só sorrisos. Aquela cena tão singela lhe trouxe um gosto amargo na boca. Depois daquilo a loira não conseguiu se concentra nos estudo. Então resolveu ouvir musica para afasta os pensamentos.
Ela caiu no sono. Então ela foi transportada para uma lembrança da sua primeira infância lá pelos seus cinco anos. Uma loirinha muito animada foi até seu pai que falava ao telefone. Queria que ele lhe ensinasse a andar de bicicleta. Assim como seu avô Henry tinha feito cm sua mãe.
Ale. – Papai! Ensina andar de bicicleta! A pesar da pouca idade a pequena conseguia na maioria do tempo a falava certo, só palavras grandes que ela tinha dificuldade em fala. A pequena tinha ganhado a bicicleta da mãe no último aniversário a três semanas. Desde antão pedia ao pai e o mesmo dizia que depois. A loirinha não via hora de pode passar mais tempo com o pai.
Daniel falava com um velho amigo da faculdade que lhe fazia uma proposta de um possível investimento que lhe renderia milhões em poucos anos. Aquela criatura lhe importunado. Então ele chegou ao limite. – Mais que inferno garota, não vou lhe ensina a andar de bicicleta droga nenhuma, tenho que desenhar para você endente, vá para o inferno, me deixe em paz de uma vez. Saiu pisando duro ao passar perto da criança acabou derrubando a pobre sem se importa em ajuda-la a se levanta muito menos com o pranto da filha seguiu para o escritório. Depois desse dia a jovem Mills Nolan nunca mais falou em querer andar de bicicleta.
Regina. – Filha tudo bem? A morena estanhou encontra a filha dormindo no sofá da sala, pelo jeito o sono era inquietante.
Ale acordou de no susto. Há anos ela não sonhar com aquilo ou qualquer coisa relacionada ao pai. Tudo que envolvia o Nolan ela evitava. Aquele homem só lhe feriu e pior ainda machucou sua mãe, que já é motivo para odiá-lo. – Estou bem, dormir de barriga cheia não é boa ideia, vou para o quarto tenho prova amanha. Até a hora do jantar e saiu apresada.
Regina estranhou o comportamento da filha, tinha algo incomodando ela, porem por conhecer tão bem a filha, saber que ela não dirá nada sem querer. Apesar de a diferença física ser gritante entre elas, mas na personalidade são bem parecidas. Portanto não será agora que ela saberá, mas ficara de olho.
—------------------------------//-----------------------------------
Gabby se encontrava na cantina da faculdade a fila estava grande em uma mesa perto dela um grupo de amigos estava tirando uma com o colega que tinha ido para praia e tinha levado o maior susto da vida, e os amigos que estava junto, gravaram o momento em que ele tinha confundido a barbatana de um golfinho com a de um tubarão e saiu nadando que nenhum doido para o mais longe que pode. Aquilo lhe trouxe a memória do primeiro dia que sua mãe lhe ensinou a nadar. Ela tinha por volta de cinco anos ou quase seis.
Era um lindo dia de verão e Emma estava muito animada em começa da dá aula de natação para sua pequena guerreira. Não via a hora de ver sua menina em cima de uma prancha dali alguns anos.
A pequena vem toda animada para os braços da mãe. Nessa época a loira ainda não tinha recuperado seus bens. Então ela tinha que deixa sua filha com uma amiga quanto ela trabalhava na pousada. Que era da mesma amiga que tomava conta da filha.
Emma. – Pronta para aprender a nadar filhota?
Gabby. – Sim!! Gritou com toda energia que uma criança tem nessa idade, que parece ser infinita. Rapidamente a morena pegou jeito e poucas semanas parecia um peixinho na piscina. Aquele foi um dos muitos momentos felizes vividos pelas duas, mesmo com toda a dificuldade elas conseguiam ser felizes com pouco.
Carlos. – Hey morena vai fica com essa cara de boba ou vai comer? Carlos foi o primeiro a fala com ela na faculdade. Um ótimo colega, apesar de poucos dias de conivência dava para ver que ele é um bom rapaz.
Gabby.- Desculpa, estava lembrando coisas da infância. Boas lembranças.
Carlos. – Que tal você me conta tais lembranças enquanto comemos? Assim foi feito. O que não faltava era boas histórias das aventuras vividas por ela e mãe. Faria gosto de compartilhar isso com o novo amigo.
Aquela semana foi estranha para Regina, pois, durante a semana notou que a filha estressada até com o vento, sempre irrita e de mal humor fora do normal. Tentou diversas vezes falar com a loira, mas não conseguiu nada, a não ser piora ainda mais o humor da baixinha.
Regina. – passarei no colégio e vamos direto para o aeroporto, então é bom leva uma mudar de roupa. Ela notou que filha não tinha ouvido uma única palavra. – Filha? Pegou na mão da loira.
Alex.- Oi! Desculpa estava pensando no trabalho de química da próxima semana.
Regina. – Tudo bem querida, só falei para leva uma muda de roupa hoje, por que vamos direto do colégio para o aeroporto.
Alex. – Ok. Estou com saudade do vovô, bem ansiosa também para conhecer a nova esposa, tomara que seja alguém legal, já basta uma cora na vida. Duas seria castigo demais.
Regina nada disse, pois não tinha como defende a mãe. Cora uma mulher de gênio dificílimo, arrogante ao extremo, a palavra extremo defini bem a mulher. Ela no início ficou com o pé atrás, quando seu aí falou a primeira vez da nova companheira. Um dos seus piores defeitos é ser muito ciumenta, o importante é a felicidade do seu pai. Pela forma que ele falar dela, ele finalmente encontrou alguém que vai ama-lo na mesma proporção. Algo que cora nunca fez. Se é que aquela mulher saber o que é esse sentimento.
Enquanto isso em Los Angeles.
Como o mar faz falta a loira estava surfando há quase três horas e não mostrava nenhum sinal de fadiga. O mar lhe deu as melhores coisas. Aprendeu tanto com ele também, mesmo por vezes calmo, ele poderia se enfurece e devasto o que esteve a sua frente. Assim como aquela mulher fez em sua vida. Ela se perguntou muitas vezes, nos primeiros meses da partida da Page, se em algum momento houve sentimento verdadeiro, pelo menos da sua parte sim, porém ainda a tantas dúvidas. Palancando a cabeça para afasta a lembrança daquela mulher, resolveu volta para a casa dos amigos, ficou de ajudar no jantar.
Regina e Alex pararam em frente a uma bela casa de praia. O taxista ajudou a coloca as malas na porta se foi. Apertou a campainha logo um emprego pelas roupas era o jardineiro muito simpático e educado. Disse que cuidaria das malas, e avisou que a porta estava aberta, assim seguiram seu caminho. A entrada da casa havia uma escultura de madeira linda, era um corcel. Elas continuaram a andar porém ainda olhando a peça por isso não notara a escada, por isso quando Regina virou de frente trombou na escada assim levando a pessoa que estava nela direto para o chão com som seco.
Tanto a morena quanto a filha ficou paralisada do susto. Só voltaram a se quanto uma senhora de avental venho correndo depois de ouvi o som de alguma coisa caindo. Logo atrás dela vinha uma jovem de longos cabelos negros.
Teodora. – Meu Deus querida está bem? Agachou-se ao lado da loira que estava gemendo de dor.
Regina. – Eu não notei a escada, me desculpe. Foi até a loira caída. Ela arfou, pois notou que a outra tinha caído sob o braço que estava agora em um ângulo estranho.
Então as jovens se viram e disseram ao mesmo tempo. – Você? O que faz aqui? As três mulheres no chão estranharam o fato das meninas aparentemente se conhecerem.
Regina. — Vocês se conhecem de onde?
Emma. – Também gostaria de sabe filhota. A loira se sentou. Assim acabou ficando de cara com a Mills, que não sabia por que seu coração ficou fora de ritmo quando encarou aquele par de esmeraldas. Emma não ficou atrás, ela sentiu uma vontade absurda de mergulhar naquela imensidão castanha, era como se algo lá nas profundezas lhe chamasse. – Nossa seus olhos são os mais intrigantes e belos que já vi! Assim que se deu conta do que falou seu rosto alvo ficou cor da blusa que vestia de um vermelho vivo.
Gabby.- Lembra-se do dia que fomos as compras? Então foi lá que nos vimos. Acabei ajudando ela.
Alex. – É mesmo a boa samaritana. Falou com deboche. – Mas afinal o que faz aqui na casa do meu avô?
Teodora. – Elas são minhas convidas assim como vocês são do meu marido, já que é o primeiro feriado delas aqui nos EUA, fiz o convite para que não ficassem sozinhas, tem algum problema.
Regina. – O que aconteceu com a educação que lhe dei? E que história é essa? Foi por isso que você ficou toda estranha do nada e praticamente saiu correndo do mercado? Com essa ultima faz fez com que emma e a filha rissem. O que fez Alex fuzilar as duas que param de rir na hora.
Emma- Ela é baixinha mais sabe assustar. Fez o comentário que fez a loira mais baixa querer sua cabeça em uma bandeja o que pelo jeito irritou a morena ao seu lado.
Alex.- O que disse palmito ambulante? Perguntou com tom de raiva, dando passos pesados na direção da loira que teve a pior ideia naquele momento. Pois apoiou o peso do corpo na mão que infelizmente era justo no braço quebrado que fez cair de cara no chão.
Gabby.- Mãe? Com facilidade a morena colocou a loira no sofá. Olhando o estrago. Bom pelo menos não quebro o nariz. –Bem, pelo menos seu nariz não ficou mais torto. Fez piada.
Emma.- Muito engraçado filha, diz isso por que não foi você que beijou o chão.
Teodora. – É melhor te leva ao hospital Emma, isso ta feio. A senhora falou olhando com preocupação para o ombro da loira.
Gabby.- Como diria minha dinda se ela estivesse aqui, pelo menos a senhora beijou alguma coisa né! Falou risonha. Deixando uma Emma de boca aberta e sem acreditar que até sua filha estava tirando uma onda com a cara dela.
Enquanto isso as Mills assistiam a cena de fora. Alex não acreditava que tinha reencontrada a garota das latas de sardinha. Como o mundo pode ser tão pequeno a esse ponto. Já regina não conseguia ligar os pontos, como a loira poderia ser mãe de uma garota daquele tamanho, ela teve ter no mínimo uns dezoito anos, e a loira parece ser tão jovem, provavelmente mais nova que ela.
Regina. – Como a culpa foi minha eu levo ela até o hospital. Só preciso de um carro. Antes que Teodora falasse Emma se põem de pé a garota morena vai até ela faz uma manobra recolocando o ombro do devido lugar.
Emma.- Não precisa, tudo bem. Não é a primeira fez que algo assim acontece. Ver novinho em folha. Deu-lhe um grande sorriso mostrando que não sentia mais dor.
Regina. – Você por um acaso perdeu o juízo? Gritou assustando a loira alta.
Emma. – Não que eu saiba, não precisa se estressa assim.
Henry.- Conhecendo minha filha como conheço, dizer para ela não se estresa tem efeito contrário. Abriu os braços e a neta se jogou neles. – Como minha princesa cresceu. Abraçou a neta com todo carinho e amor. – Não vai abraçar seu velho filha? Fez carinha triste.
Regina. – Claro que sim pai, estava com muitas saudades. E então os três ficaram abraçados por alguns minutos.
Henry. – Bem, agora vou apresentar minha esposa e minhas amigas. Filha essa e Teodora, querida essas são minha filha Regina e sua filha Alexandra.
Teodora. — Prazer meninas, seja bem vindas a nossa casa. As três se cumprimentaram com apertos de mãos, pois ainda não tinham intimidade para um abraço.
Henry.- Aquela dupla ali, são Emma Swan e sua filha Gabrielle, mas para os mais próximos Gabby.
Gabby.- Olá, muito prazer em conhece-las, tio Henry sempre falou muito de vocês. Sorrio de forma acanhada.
Regina.- prazer.
Alex. – Bem, já no meu caso não posso dizer o mesmo, pois não me lembro do meu avô fala de vocês.
Regina.- Que modos são esses Alexandra!
Emma.- Sem problema Regina, tenho uma adolescente em casa, sei que eles mudam de humor. Um prazer finalmente conhece. Quando elas apertaram as mãos sentiram uma corrente passar pelas palmas das mãos.
Henry.- Não se preocupe filha, a emma é dura na queda, além do mais nem ela mesma lembra quantas vezes já deslocou o ombro.
Gabby.- Fato, mamãe é propensa a pequenos acidentes.
Emma. – Fico feliz que divirto vocês, consertei o lustre. Só ligar.
Alex.- Olha o palmito sabe fazer algo.
Emma.- Você realmente não foi com a minha cara né?
Do nada a loirinha saiu andando pelo corredor. Sem falar nada. Deixando todo mundo surpreso, menos regina.
Regina. – Me desculpe, ela tem fica nessa trocar de humor a semana toda, e não falar o que está acontecendo.
Henry.- Deixe que ela venha até você. Vá tomar um banho para relaxar da viagem, depois conversamos. Logo depois das Mils saírem.
Emma. – Sua neta é brava, ela me deu medo, pensei que ir morrer quando chamei ela de baixinha.
Henry.- Chame ela assim de novo e vai mesmo, ou a minha filha você será uma mulher morta antes de pede socorro.
Emma.- Obrigada pelo aviso, sou nova para morrer.
Horas depois.
Mesa do jantar.
Regina.- Então vocês se mudaram ressentimento para os EUA? Ela ficou curiosa para saber como a loira conheceu seu pai, mesmo que ela não fosse dizer, e muito menos sua filha, mas ela a conhecia e sabia que ela queria saber um pouco a respeito das outras convidas do avô.
Emma.- Sim, tem uma semana para falar a verdade, morávamos no Havaí. Mas é a primeira vez da Gabby, pois nasce em NY, e vivi lá até meus oito anos. A loira estava falando de boca cheia o que fazia regina fazer careta.
Gabby.- Desculpa os modos dela, mas quando o assunto é comida minha mãe esquece do resto. Ainda mais quando é feito pela Teodora. Verdadeiro manja dos deuses.
Alex. – Isso quer dizer que pode comer feito um animal. Aquele comentário feito fez todos se calarem de pronto. Henry e Regina olharam para a loira como se estivesse nascido uma segunda cabeça, ou melhor, procurando se acaso cora estava escondida atrás da menina. Por que esse comentário seria típico dela.
Regina.- Já para o quarto. Agora!
Alex assim que tinha fechado a boca se arrependeu, e morrendo de vergonha saiu correndo para o quarto.
Regina.- Estou sem chão, me desculpe senhorita Swan, não sei o que deu nela para falar assim. Mas não vou deixa passar.
Emma.- Hey, deixar pra lá. Deu para nota que a pequena não falou por mal, não levei a serio, deixe que vá falar com ela. Sem dá chance da morena fala nada saiu da sala.
Regina.- OI?
Henry. – Deixe com a Emma, ela vai saber fala com a nossa menina. Mesmo contra gosto a Mills deixou.
Emma bateu na porta, mas não teve resposta, entrou e não avistou a menina, então sentiu a brisa vinda da varanda. Lá estava ela olhando o mar com o rosto vermelho. –Hey, que tal me acompanhar em uma caminhada.
Alex.- Acabei de ser a maior idiota do mundo por que quer minha companhia?
Emma.- Gostei de você, tem personalidade, além que não levei como ofensa, como sem etiqueta, não fique se cobrando tanto por isso, veem. Mesmo sem jeito foi com a loira e caminharam pela faixa de areia até que a loira mais alta parou e sentou bem perto da água. – Não nos conhecemos bem o bastante para você dizer o que lhe incomoda, então fale para o mar. Muitas vezes ele foi meu confidente, quando não queria preocupa meus amigos, ou não estava pronta para falar para eles sobre certas coisas, porém precisava por para fora, ia até o mar falava por horas no final dava um mergulho para as ondas levarem embora dos sentimentos ruins. Só deixe o mergulho para amanhã, pois sua mãe parece ser brava, não quero morrer tão jovem assim ok. Vou deixa-la sozinha, estarei ali. Então saiu deixando a pequena ali.
Passou algumas horas e as duas voltaram para casa sem trocar uma palavra. Alex estava mais calma e sentia mais leve. Porém sabia que tinha que pedir desculpa a todos pelo mau comportamento.
Fale com o autor