deuses x guardiões
2 O coração de aço
Para contribuir com a farsa de seu marido e melhor amigo, Sophia divulga a elite dos deuses que estava gravida de seu marido e não participaria de nenhuma missão com o intuito de descansar e cuidar de seu filho. Sophia permaneceu escondida em um dos castelos de Henrique com 4 guardiões de sua confiança, dentre os guardiões escolhidos, estavam dois homens e duas mulheres, todos dariam a vida para proteger Sophia e Rena que por pedido de Henrique foi enviada para ser protegida. Sophia não se sentia bem sabendo que tinha entrado nessa confusão por causa de seu marido e seu "amor verdadeiro", ela ordenou que seus guardiões não perdessem a Rena de vista pois não confiava nela.
O castelo em que todos se hospedaram era o 3° castelo construído por ordem de Henrique, ele foi construído próximo a um rio corrente de onde vinha o suprimento de água e comida. o fluxo de água beneficiava a fertilidade da terra, sendo assim uma floresta verde e bela cercava o castelo em todas as direções. um pouco a sudoeste do castelo, encontrava-se uma montanha com 3.764 metro em seu ponto mais alto. enquanto que o ponto máximo do castelo era de aproximadamente 1 Km e sua atra total era de 300 Km². Sua guarda era composta de aproximadamente 500 soldados, sendo que nenhum deles era um deus ou guardião e poucos sabiam da existência de tais indivíduos pelo motivo de os guardiões e deuses presarem pelo seu anonimato, muitos desses soldados viviam em uma vila a alguns quilômetros a norte do castelo com suas famílias, outros habitavam o castelo.
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durante o 4° mês de gestação
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–Runan!! — Sophia anda pelo castelo chamando um de seus guardiões aos berros — Runan, onde você se enfiou seu inútil???
–Estou aqui minha senhora — Runan aparece ofegante e suado de uma porta que seguia para fora do castelo em direção ao jardim
–Onde você estava ?? — Sophia questiona com os dentes a mostra
–Eu estava na torre de guarda, estava apenas checando com os guardas se estava tudo em ordem.
–Onde esta a Rena ? — Sofia continua o questiona-lo, dessa vez mais calma
–Bem... ela deve estar no quarto minha senhora... — Supos Runan
–Deveria não é ?
–Sim... — sussurrou o guardião aflito
–E porquê ela não está ? — Sophia jogava um olhar "congelante" em Runan
–E-Ela...
–Ela o que ? — Sophia volta a mostrar os dentes de raiva
–Ela deve ter ido ver os jardins do castelo, eles são lindo — Concluiu o guardião sobre pressão
–É verdade, pode ser. mas...
–Mas ? — Questionou já com medo de sua senhora
–A onde você estava mesmo ?
–Eu tinha ido olhar se estava tudo bem nas torres do sul minha senhora
–E depois você veio aqui quando eu te chamei, não foi ?
–S-sim...
–Das torres do sul ate aqui, de onde você veio eu suponho porque a porta que você veio leva diretamente para lá, você obrigatoriamente tem que passar pelo jardim ou estou enganada ?
–Esta certa senhora
–Você viu ela por lá ?
–an...
–Eu pensei que você fosse um pouco mais inteligente Runan — Sophia da um tapa de leve na própria cara
–Você quer que eu vá procura-la ?
–Runan... eu preciso mesmo pedir isso ? — Sussurrou Sophia
Runan curva-se perante sua deusa Sophia e retira-se correndo com o almo de sua armadura azul em mãos pelo corredor em direção às torres do norte ate que antes de sair do alcance da visão de Sophia, seu elmo cai no chão sem querer.
–ahh, Hoje com certeza não é o meu dia — Grita Runan enquanto pega seu elmo novamente e entra em outra porta.
"Eu não acredito que chamei ele" — pensou Sophia
Próximo às torres do norte, passando por uma estrada de pedra, cercada por algumas arvores, Runan vê Rena colhendo algumas maçãs fora da estrada acompanhada do outro guardião incumbido de protege-la.
Seu nome era Maximillion, era uma pessoa muito calma e odiava armas, como guardião seu dom era a sua rápida regeneração, ele já teve seu coração perfurado por uma espada durante uma luta, seu dom foi capaz de salvá lo, mas não pode salvar sua esposa que foi morta pela mesma lâmina no mesmo momento, ele tinha exatamente 1,95 metros de altura e sua massa muscular era extremamente desenvolvida, sua armadura era muito pesada e como ele não usava nenhuma arma, ele optou por andar sempre usando 2 escudos de 90Cm X 50Cm em cada braço. mas no momento ele estava usando apenas a sua armadura enquanto seu elmo estava jogado na grama.
–Finalmente achei vocês — Chegou Runan gritando de felicidade
–Algum problema Runan? — indagou Maximillion
–Nenhum não Max- afirmou Runan com um sorriso no rosto ao ver a beleza do momento
Runan viu que a cesta em que Rena estava pondo suas maçãs estava quase cheia e perguntou
–Senhorita Rena, você quer que eu vá pegar outra cesta para você ?
Rena olhou para ele e sorriu
–Eu ficaria muito grata
A cara de Runan tornou-se tão vermelha quanto as maçãs que Rena coletava
–E-eu já volto!! — Runan jogou seu elmo no chão e correu em disparada para o castelo
–Ele está bem senhor Maximillion? — Rena questionou ao cavaleiro de quase dois metros de altura
Ele olhou para ela e disse
–Me chame apenas de Max — Com um sorriso assustador, mas que por um lado era até bonitinho
–Está bem, ele é sempre assim Max ?
–Há Há Há — gargalhou Max — Ele sempre é assim perto de garotas, acho que um dos principais motivos para ele ter sido convocado para proteger vocês, é a
submissão dele em relação a garotas. principalmente em relação a senhora Sophia.
–Ele até que é bonitinho assim — Assumiu Rena — A beleza está nos olhos de quem...
De repente uma das duas torres da muralha ao norte vai ao chão. provocando um barulho intenso que foi possível escutar dá vila.
–Senhorita Rena, vá para dentro agora!! — Ordenou Maximillion
Rena pega sua cesta de maçãs e o capacete do cavaleiro azul e então corre para o castelo. seu filho já pesava um pouco pois já tinham se passado 4 meses e sua barriga já começará a crescer. Maximillion precisava pegar seus escudos para se proteger, mas eles estavam no quarto onde Rena estava hospedada e não daria tempo, então ele pegou seu elmo do chão, ele era aberto na frente de uma forma que os seus rivais pudessem ver o seu rosto quase que por inteiro e nas partes laterais do mesmo, dois enormes chifres curvados de 20 centímetros cada podiam ser vistos.
A movimentação dos guardas no interior do castelo era intensa.
–Runan!! — Sophia gritava pelo guardião azul em um dos grandes salões que ligavam o terrio ao 1° andar
Runan surgiu correndo do 1° andar em direção a escadaria principal
–Eu estou aqui senhora!!
Ele desceu rapidamente as escadas com a cesta para por as maçãs em sua mão direita
–O que é isso na sua mão?
–É... é uma cesta senhora
–Largue ela — Sophia pegou a cesta e a jogou para um canto da sala — Onde está seu capacete ?
O trafego de guardas naquele salão era perturbador. mas Rena conseguiu chegar ate os dois
–Senhor Runan, aqui está seu capacete! — Rena entregou o elmo ao guardião e quase desmaiando.
Runan segurou ela antes que ela caísse no chão
–Como prosseguiremos minha senhora ? — Questionou o guardião a deusa
–leve ela até o quarto dela, eu vou ver qual é o problema
–Sim senhora — Runan colocou Rena em seus braços e subiu as escada em direção ao 2° andar
O sol já estava para se por quando Maximillian chegou na muralha, ele avistou alguns guardas correndo em direção e ele quando o ultimo é puxado para dentro da uma cortina de poeira provocada pela queda da torre, três guardas conseguem chegar até ele mas passam direto sem nem sequer olharem para ele, quando o ultimo passava ao seu lado ele segurou o guarda pela armadura e perguntou
–O que é aquilo?
O medo tomava conta do homem dentro daquela armadura mas ele disse "Eu não sei, nunca vi algo desse tipo antes".
Ao soltar o guarda, ele correu desesperadamente para o castelo enquanto o guardião permanecia firme encarando a cortina de poeira. quando de repente ele escuta uma voz
sarcástica vindo da poeira.
–você quer brincar também... ?
Quando a poeira decantou, um homem aparece em pé em cima de todos os escombros. ele veste uma manta negra e seu rosto esta coberto por um capuz. quando de repente um dos guardas caídos no chão se levanta, saca sua espada e olha diretamente para Maximillian.
–Aquele homem... — passa pelos pensamentos de Maximillian — Esta morto!!
De repente surge por de trais do homem encapuzado um espirito que se projeta como um holograma, de suas mãos saem linhas que estão ligadas ao cadáver, mas... apenas uma das linhas vindas da mão da criatura estava ligada, antes que o guardião pudesse fazer algum movimento, cerca de 11 cadáveres são erguidos pelo espirito.
–Esse cara, so pode ser, um deus corrompido!! — Concluiu Maximillian
todos os guardas mortos sacaram suas espadas e nenhum dos guardas do castelo tinham chegado á muralha, Max estava sozinho contra um deus corrompido que pode controlar os mortos.
–Você vai ter que passar por cima de mim para chegar naquele castelo! — Gritou em direção a seu inimigo enquanto concluía que não teria sucesso sem seus escudos
–sinto cheiro de... um guardião — afirmou o homem
–Guarde bem esse cheiro, vai ser o ultimo que sentirá se não recuar!
–Isso vai ser divertido!- enquanto sorria o homem aprontou para o cavaleiro — Acabem com ele!
A tropa de marionetes avançou sobre o guardião enquanto ele lugava usando apenas seus punhos contra espadas, contaram-lhe diversas vezes e em todas elas, ele se regenerava, aquilo era uma tortura pois mesmo podendo se curar dos ataque, as marionetes não sentiam dor nem cansaço, mas Max sentia dor a cada corte que recebia e a cada lâmina que socava, quando a guarda do castelo chegou a muralha, Maximillian tinha acabado de arrancar os membros da ultima marionete, seu corpo estava coberto de seu próprio sangue e seu peito já estava exposto, pois sua armadura não resistiu a tantos ataques.
–Parabéns guardião — o homem falou enquanto batia palmas — mas vamos continuar com nosso joguinho
Apenas os guardiões e os deuses podiam ver a manifestação de um espirito proveniente de um deus. os guardas não entenderam o porque o cavaleiro estava "Matando" um dos membros da guarda e concluíram que ele estava ajudando o invasor, Todos os guardas sacaram suas armas e avançaram na direção de Maximillian com espadas e lanças. a deusa Sophia não foi para a linha de frente por achar que somente Maximillian era o suficiente para resolver o problema. 150 homens atacaram o guardião que lutava para sobreviver enquanto que o deus corrompido avançava discretamente para o castelo sem que muitos soldados prestassem atenção dele, quando de repente, o próprio exercito do deus chegou para lutar.
Antes de atacar o castelo, o deus corrompido tinha passado pela vila onde matou todos os moradores, sem exceção, e seus soldados mortos surgiram do buraco feito na muralha, mulheres de crianças de muitos dos soldados dali entraram e começaram a matar todos os guardas que não tinham como os retalha-los. a primeira linha de frente foi derrotada em 15 minutos de combate.
Enquanto o exercito de cadáveres avançavam pelo pátio, a 2ª linha de defesa os atacavam com flechas flamejantes, mas não por coincidência, o deus corrompido entrou no território do castelo pelo meio das árvores para não ser visto, o exercito dele era composto de cidadães e soldados mortos da 1ª linha de defesa, mas Maximillian não estava entre eles. os poderes desse deus não podem ser aplicados a corpos mutilados.
A 200 metros da entrada do castelo, Runan, o cavaleiro da armadura azulada, intercepta o deus
–Outro guardião para me servir de marionete — afirmou o deus — aquele outro não me servia!
–Como você conseguiu passar pelo Max? — Questionou surpreso
–Háh Háh Háh, se você pensa que eu me esforcei para passar dele, está muito enganado
A voz dele soava como se muitas pessoas estivessem falando a mesma coisa ao mesmo tempo, como se, todas as almas que ele tenha consumido falassem o mesmo que ele gerando uma especie de eco em sua voz.
–Onde estão aquelas duas quando a gente precisa delas? — Pensou Runan enquanto sacava sua espada
–Um mero guardião não vai poder me parar, se tem amor a vida saia do caminho!
–Nunca, vou proteger este castelo nem que eu tenha que dar a minha vida para isso. — suas mãos estavam tremulas
–Interessante, pelo que vejo esse é seu primeiro combate contra um deus não é?
–N-não. já matei muitos de vocês
–Isso explica suas mãos tremulas
–E-elas não estão tremulas... e-estão ansiosas para cortarem sua cabeça!
Uma das linhas que saia da mãos do espirito do deus corrompido foi ate o cavaleiro que tentou esquivar com um salto para trás, mas a linha foi mais rápida.
==================================================== "Deixe a escuridão tomar conta de você" — Ecoa uma voz de todas as direções
Não!
"Não lute contra mim guardião..."
–Onde eu estou ? — perguntou Runan
"Este é seu corpo, o lugar onde seu espirito habita, Veja como está escuro, consegue ver alguma coisa ?"
Runan olha para todos os lados, mas ele está preso em alguma outra dimensão onde o que predomina é a completa escuridão
–Não vejo nada alem de... — Runan então vê uma luz dourada a algumas centenas de metros a sua frente — Espere... eu vejo uma luz
"Ela é linda não é ?" — perguntou o deus a Runan, sua voz vinha de todos os lados tornando a sua detecção impossível
–O que é ela ?
"Ela é uma passagem para um mundo melhor, um mundo onde você terá muito poder, você quer poder não é ?"
–Não!
"Tem certeza ?, não tem inveja da destreza de todos os seus amigos guardiões ?, da força daquele que foi sozinho proteger a muralha ?"
–E-Eu...
"Se você quiser ser forte como eles, basta alcançar aquela luz"
Runan começou a caminhar lentamente no escuro em direção a aquela brilhante luz dourada
"você será mais forte que todos eles, será mais corajoso" — enquanto isso Runan se aproximava da luz — "Isso guardião, está quase lá"
A alguns metro da luz, Runan escuta a voz de Rena gritando por ele em suas costas, ele olha instantaneamente e escuta a voz vindo de onde ele tinha começado sua caminhada
"Vamos guardião, está quase lá, chegue na luz!!"
–Não, eu não preciso de seu poder!
Runan se vira e corre em direção a voz de Rena
"Não, seu tolo!!, você não é digno do poder que tem!!"
quando Runan estava a alguns metros da voz de Rena, o espirito do deus surge da escuridão e o prende em suas linhas.
"Você deve morrer... guardião" — disse o espirito com uma voz roca
–Não, você não vai me dominar, eu posso não ser forte como Max, Posso não ter a destreza da senhorita Sophia, mas eu luto por eles e enquanto eu tiver motivos para lutar, eu não me renderei!!
De repente as linhas do espirito são partidas enquanto ele Grita um longo "Não" e o mundo de treva que aprisionara Runan desaparecia
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Ao abrir os olhos, Runan vê que Rena estava abraçando ele e chorando enquanto pedia que ele voltasse para eles, ambos estavam no chão, sua cabeça estava apoiada nas pernas de Rena, quando ele levanta a cabeça, vê a sua frente as duas guardiãns que tinha sido mandadas para caçar por Sophia.
–Ei azulzinho, a cavalaria chegou — disse a guardiã Saphira
Saphira tem cerca de 26 anos e uma um arco como arma, Seu dom permite que ela desacelere o tempo momentaneamente enquanto permanece concentrada, tornando sua taxa de acerto de flechas muito alta. Sua parceira é Lynn tem seus sentidos extremamente aguçados, tem um cabelo curto negro como as vestimentas do deus corrompido e não estava de bom humor no momento... diferente de Saphira que sempre está bem humorada.
–Onde está o grandão ? — perguntou Saphira a Runan enquanto puxava a corda do arco e apontava para o deus
–Eu não sei, muitas coisas aconteceram e eu perdi ele de vista
–Como é ? — Questionou Lynn
–Lynn, concentração aqui — disse Saphira
–tá, desculpe
–Vocês querem que eu lute contra vocês num 4 contra 1 ?, só porque eu sou um deus.
nenhuma das duas demonstrou ligar para o que ele dizia
–Tudo bem, se é o que vocês querem, eu lutarei contra os 4
–Saphira, ele só está querendo ganhar tempo — Disse Lynn — Cerca de 50 soldados de controle dele estão correndo para cá
–Quanto tempo temos ?
–Eu diria que cerca de 3 minutos
–acho que é o suficiente
Saphira poe um de seus joelhos no chão para um tiro mais preciso enquanto quer o deus tentava recuar, Um tiro que por pouco não o atingia. Ele se escondeu atrais de
uma das arvores com uma flecha em seu antebraço
–Haaa, Maldita! — Gritou de dor o deus
Rena e Runan estavam apenas observando pois nenhum dos dois estava em condições de lutar, quando de repente Lynn sente alguma coisa chegando por de baixo deles e grita
"Todos saiam daqui, ele tem soldados no subsolo!". ao fechar a boca, diversas mãos saem de baixo da terra e prendem as duas onde estavam, Saphira atira uma flecha no chão, mas não causa nenhum efeito, o deus sai de trás da arvore dizendo.
–Boa tentativa meninas, mas agora é a minha vez.
Saphira pega mais uma flecha, mas é imobilizada pelas marionetes que saíram da terra e pelas outras 50 marionetes que estavam andando, todos os 4 estavam imoveis
–Vejamos quem eu vou matar primeiro... Há, que tal você que atirou uma flecha em mim ?
–Pode tentar me matar seu porco imundo — Saphira então cospe na cara do deus que já estava na sua frente
–Insolente!, Conte-lhe a cabeça!
uma de suas marionetes da 1ª linha de defesa saca uma espada de duas mãos, a ergue a cima da cabeça e usa e toda a sua força para partir a guardiã em 2, mas antes de a lâmina chegasse ao seu destino, um barulho metálico é ouvido, a espada tinha batido em um gigantesco escudo de aço.
–Como assim ? — Perguntou o deus sem entender nada
–Eu ainda não acabei com você, Eu disse que para chegar ao castelo, teria que passar por cima de mim!!
Espantado o deus olha e vê com seus próprios olhos, Maximillian com seus 2 escudos mas com sua armadura ainda quebrada
–Isso é impossível, você foi cercado por 150 soldados!!
–Para mim também era impossível controlar os mortos, e ainda por cima usar as mulheres e crianças de homens para matá-los, isso é desumano!
Maximillian quebra a cabeça da marionete que prendia as mãos de Saphira, libertando o seu arco, "vá, acabe com ele!" disse Maximillian, Saphira apontou o arco para a cabeça do deus e disparou um flecha, por nada mais que milímetros o deus conseguiu desviar e voltar para trás da arvore.
Com um único movimento, Maximillian destruiu todas as marionetes do deus que prendiam Saphira e Lynn.
–Você pode ter salvado elas, mas elas não são o meu alvo principal, eu nem precisei entrar no castelo afinal!!
Max então percebe que o alvo do deus no fim, era o Bebê que Rena carregava no ventre, ele largou os escudos e correu para protege-la, o deus então pegou amaldiçoou uma espada de duas mãos e a seu espirito a arremessou em direção de Rena.
Max atirou-se na frente da trajetória da espada, a lâmina perfurou suas costas, cortou todos os seus muculos, passou direto pelo coração, cortando o ao meio, ela seguia uma trajetória retilínea em direção a barriga de Rena, assim como tinha acontecido com a sua esposa, quando a lâmina saiu pelo seu peito, Maximillian segurou a ponta da espada com suas mãos, elas foram completamente destruídas,
a lâmina parou a 1cm da barriga de Rena, Tanto ela quanto Runan presenciaram a cena horrorizados.
–M-Mas... — disse Runan
Maximillian não conseguia mais se regenerar graças a maldição pregada na espada pelo maldito deus, ele sorriu olhando para Rena e sussurrou "Não, eu não falhei dessa vez", ele olhou para Runan lentamente.
Runan conseguia ver a vida se esvaindo dos olhos de Max.
–Runan... lembre-se, o coração é o seu músculo mais forte, Proteja a senhorita Rena e seu pequeno filho com toda a sua força.
Em um ultimo esforço, Maximillian ergue-se e com um único soco, pulveriza as 3 marionetes que estavam prendendo Max e Rena, após libertá-los, Max cai no chão, sem mais forças para lutar, e o brilho de seus olhos simplesmente desapareceu.
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