contos de terror

3 Não olhe, não pisque!


Notas iniciais
Quanto tempo vocês conseguem ficar sem piscar?

Estava no cemitério, e observava de longe o enterro de meu tio, enquanto o pessoal chorava e fazia drama, eu e minha prima Isabella íamos olhando as datas dos túmulos, e brincando claro quem achava o mas velho, paramos em frete a uma estatua muito estranha, ela parecia chorar, com as mão em esqueleto cobrindo o rosto, e uma estatua de um anjinho apontando para ela, como se estive-se brigando,tinha uma 'trepadeira' com uma florzinha roxa enrolada na estatua, e as mão parecia estar soutas, se puxar um pouco, saiam do rosto, Issi disse na hora!

— Te desafio a puxar a mão da estatua, to curiosa pra ver, o rosto dessa estatua!!

— Eu não, puxa você! — disse em pensar, sempre fui muito medroso!

Issi foi a e puxou e a estatua sorriu, ficamos assutados,e corremos pra próximo de nossos pais, chegamos e olhamos pra traz, agora a estatua de anjinho cobria o rosto e a outra não estava mas la. achei super esquisito mas deixei pra la.

Eu morava em uma fazenda enorme, tinha um rio no fundo e uma mini casa próxima ao rio com 2 quartos,sala e cozinha, minha casa era a principal, tinha dois andares, 5 quartos, 3 banheiros, 2 salas e uma cozinha, um porão e um sótão, era fácil se perder, mas era perfeita pra brincar de esconde esconde.

Fomos brincar no outro dia cedo, de esconde esconde, minha brincadeira favorita, passei o dia procurando a Issi, então fiquei preocupado e chamei minha mãe, ela não veio nem almoçar, virou caso de policia, de repente todos estavam envolvidos, e me interrogavam e mergulhadores procuram no rio, mas só encontraram um bilhete da Issi que dizia: 'E real, não pisque!'.

Eu não sabia explicar o que significava, ate ver o anjinho do cemitério la em casa! corri pra minha casa na arvore, e vi a estatua medonha, com o laço da Issi na mão. esfreguei os olhos por segundos e a estatua se aproximou, pisquei de novo e se aproximou mas, e cada vez, se aproximava mas, arregalei os olhos e fui andando em direção a porta, então ao chegar dei um pulo da arvore e olhei pra traz a procura da estatua e ela estava na sacada da casa, me virei e sai correndo, mas antes que eu conseguisse chegar no rio, alguém me segurou, pelo ombro, era a estatua, que mas parecia um demônio, com um sorriso horripilante, seu olhos foram a ultima coisa que eu vi antes de morrer. Eu só me lembro de sentir, como se algo fosse sugando minha vida, ate tudo ser gelado e escuro.

Notas finais
Cuidado nos cemitérios da vida!!!