contos de terror
5 Boneca
sempre fui dedicada a minha filha, depois que o pai dela faleceu, não suportei ser a mesma de sempre, arranjei um emprego, minha filha era completamente igual ao meu marido, ate nas manias, sempre chegava cansada colocava ela na cama, e ia pro meu quarto, ela começou a reclamar o porque na passávamos mas tempo juntas, então comecei a lhe dar presentes, passando por uma rua, vi uma liquidação de bonecas, então comprei a mas barata, e levei pra minha filha.
—na loja disseram que ela fala—hum rum — disse Alice com desprezoAlice estava com 7 anos então não queria mas brincar de boneca.os dias foram passando e notei que Alice estava muito grudada com a boneca, ela soltava nem pra ir ao banheiro, carregava para todo lado. Alice começou a aparecer com arranhões e marcas de mordida, reclamei na escola mas eles disseram que ja ia ligar para saber o que estava acontecendo ,então liguei para baba que ficava com ela.—oi Amanda? e a senhora cooper, gostaria de saber o que esta acontecendo, porque Alice esta com marcas roxas?—senhora cooper? eu sinceramente não sei, mas a senhora me dispensou a 3 dias. e ate aonde eu saiba Alice estava normal, tirando aquela boneca bizarra.entrei em choque, se Nanda não estava com Alice quem estava? corri pra casa, pedi despenca e corri pra casa, um homem atendeu a porta, entrei, e vi minha filha sentada em um circulo, no meio de um culto satanista, ditado pela boneca, me seguraram e cortaram meus pulsos, o sangue saiu de mim e foi fazendo escritas no chão, próximos a minha filha, tentei chamar ela, mas ela estava em um tipo de transe, minha filha vomitou sangue e caiu, assim a boneca fez também, de repente minha filha levantou, mas parecia diferente, ela então arrancou a cabeça da boneca sem piedade!—Alice, filha mamãe está aqui, vem cá! — gritei, mas ela olhou pra mim com um sorriso sinistro—Alice não esta, mas logo logo você vai encontra-la! disse Alice de maneira sinistra.foi então que percebi, que era a boneca no corpo da minha filha! —o que faremos com ela, Lilith — perguntou, um dos encapuzados!—usem ela como quiser e depois descarte! não me importo com ela!
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