as Caçadoras e as Paixões Proibidas.

41 Capítulo XXXX - A Reunião


Notas iniciais
Yooo,
Finaalmeentee eu consegui arrumar uma idéia para fazer esse caap! Puuxa, primeiro a internet corta metade da pagina e depois acontece algo sobrenatural aqui em casa e a internet trava, depois acaba a luz e o computador desliga, e aí... *Respira*... Ah, certo, certo, vocês devem estar querendo ler, toma lá!

Pov Sam:

Eu olhei para cada um que estava na sala, não reconhecendo nenhum rosto novo.

_ Aí, cadê o tal Miguel? — perguntei baixinho para Nathan, que olhou para baixo.

_ Rafael, aonde está o Miguel? — perguntou Nathan, baixinho também, para o arcanjo.

Rafael estava ocom os olhos fechados, parecendo irritado.

_ Bem... O Miguel sempre arranja algo para fazer, bem nas horas mais importantes... E sempre atrasa. Mas não devemos nos preocupar, logo ele chega, no máximo em duas semanas. — disse Rafael, e pareceu mais algo automático e passou pela sala, pisando forte até as escadas e ouvi uma porta batendo fortemente lá em cima. — CARAALHOO E EU AINDA TENHO QUE RESPEITAR ESSE MALDITOO! — berrou Rafael. Era a primeira vez que eu ouvia ele falar um palavrão.

Logo ouvi um barulhão e vi Rafael descendo as escadas correndo, com uma cara meio assustada e meio irritada.

_ EU É QUE SOU MALDITO, HEIN RAFAEL? — ouvi um berro e não consegui evitar a gargalhada que saiu da minha boca. — VOLTE AQUI, COVARDE!

Rafael andou até o sofá e se sentou, assobiando. Satã quase pulou janela afora, mas Nathan conseguiu o agarrar e jogar ele no sofá, ao lado de Rafael e da Gabriele, que estava estranhamente silenciosa, com a cabeça abaixada.

Ouvi passos e vi um garoto descendo as escadas. Ele tinha cabelos longos, presos em um rabo, e mesmo presos ainda iam até a sua cintura. Ele vestia algo como uma blusa vermelha por cima de uma blusa azul e uma calça preta. Tinha uma expressão furiosa e era bastante assustador, tanto que eu nem notei a sua beleza.

Seus olhos eram da mesma cor de seus cabelos, que eram negros e tinham um leve tom dourado, como se brilhassem. Ele levava consigo uma espada dependurada, uma lança nas costas e duas armas de fogo na cintura, além de em uma das mãos trazer uma faca, presa ao seu pulso, junto com um canivete e vários outros utensílios. Tudo estava bem fácil de se pegar, ele parecia daqueles caras experts em lutas.

Eu me sentei em uma cadeira, me encolhendo e a Sara se sentou ao meu lado, tremendo. Ninguém olhava para Miguel, a não ser Rafael, que parecia pedir desculpas silenciosamente.

Nossa, vocês precisavam ver a cara do Satanás, que se encolhia e passava as mãos na cebeça de segunto em segundo, respirando com dificuldade e fitando o chão com os olhos arregalados.

_ Caramba, que climão... — murmurou Gabriele, fazendo com que todos a fitassem e abaixando a cabeça.

_ Estou esperando explicações. — disse Miguel, friamente.

_ B-bom, e-eu juro que eu não fiz nada de errado! — exclamou Satã, inquieto.

_ Não quero explicações vindas de você. Por favor, Rafael. — disse Miguel, fitando o outro arcanjo, que o fitava balançando a cabeça negativamente, discretamente.

_ Bem, parece que Lucifer libertou, de algum modo, o Satã. Além de que, parece que o Lucifer está tentando arranjar um exército contra os anjos. — disse Rafael. — Parece que a guerra vai começar.

Puxa, eu não tinha entendido a gravidade da situação até agora. Isso significava que poderia ser o fim do mundo, certo? Puxa, como todos ficavam extremamente sérios com Miguel ali! E, falando no diabo, acho que ele disse algo que eu perdi. Parecia ser importante.

_ Ei, Sara, o que foi que ele disse? — sussurrei no ouvido da minha irmã.

_ Ele disse que tinha realmente que tomar providencias contra isso, e já estava preparado para algo assim. — resmungou ela no meu ouvido.

_ Por favor, Samantha, poderia compartilhar com todos o que disse? — ouvi, me encolhendo, notando que Miguel me fitava.

O olhar frio que ele me lançava fazia com que eu me sentisse ameaçada e intimidada... Me fazia ter muito medo e querer fugir.

_ O negócio é que eu não tinha ouvido o que você disse e perguntei para a Sara o que foi e ela me respondeu. Só isso. — exl=pliquei, olhando para as minhas mãos.

_ Certo. Eu vou ter que ir aí ou você vai vir comigo, Satanás? — perguntou Miguel, fazendo com que o outro se encolhesse.

_ Olha, para onde eu vou ter que ir? Vocês não iam me libertar nunca, não é? Então, o que esperavam que acontecesse? Eu quero ficar do lado de vocês, mesmo devendo alguns serviços para Lucifer. Por favor, não me prenda de novo. — pediu Satã, olhando para baixo.

_ Escuta, você sabe que é melhor você ir até ele, antes que... — murmurou Gabriele para o coitado quando Miguel pareceu perder a paciencia e foi até o coitado do Satanás, pegando ele pelo colarinho da blusa e arrastando ele até as escadas.

_ Vou resolver o problema de ele ter sido solto agora mesmo. Enquanto isso, vocês resolvem o que vão fazer para ajudar na batalha. E Leviatã, o que você faz aqui? — perguntou Miguel, franzindo as sobrancelhas, só parecendo notar a presença do Ivan agora.

_ Eu estou ajudando, pode se acalmar. Eu só não queria que houvessem guerras, mas como não tem jeito... — resmungou Ivan, bufando. — Bem, eu estou do lado de vocês, e não minto, pode perguntar para qualquer um dessa sala.

_ Rafael? — perguntou Miguel, olhando para o outro arcanjo.

_ É verdade. — concordou ele, assentindo com a cabeça.

_ Nathan? — perguntou Miguel, olhando para o outro anjo.

_ Concordo com o que ele disse. — resmungou ele, olhando para a parede.

_ Hunf, Gabriele? — perguntou Miguel, já se virando.

_ É verdade sim, senhor, se você perguntar para qualquer outro anjo ou humano ou demônio você vai receber essa mesma confirmação, isso se ele conhecer realmente o Ivan... Digo, o Leviatã. Você não precisa fazer nada contra ele, ele vai nos ajudar, mesmo porque, se a Sam estiver do nosso lado, aí ele também vai estar. Juro a você... — dizia Gabriele e foi interrompida:

_ Não precisa jurar. Já entendi. Você não pode andar com as próprias pernas, Satã? — perguntou Miguel, parando de arrastar o coitado.

_ O que você vai fazer comigo? Por favor, eu não quero morrer... E eu sei que não vai colar com você essa de me fazer de pobre coitado, mas é verdade, eu não quero morrer e eu quero fazer algo diferente dessa vez! Fala sério, eu sempre fiquei do lado dos demônios, está na hora de dar uma renovada! Apesar de que eu acho que eu não vou conseguir ajudar em muita coisa... Mas também não vou atrapalhar, eu prometo, eu dou a minha palavra! A não ser de não atrapalhar, porque nunca se sabe, vai que o Lucifer inventa de controlar... Ah, por favor, me deixa quieto, eu estava atrapalhando? — dizia Satã, sem parar.

Miguel bufou e o largou.

_ Então fique aqui, imprestável, você vai reclamar a viajem inteira, não é? Mas se eu souber de um erro seu, maldito, eu juro que eu não vou pensar duas vezes antes de arrancar a sua cabeça. — disse Miguel.

_ Sim, sim, sim senhor jumento! — exlamou Satã, concordando com a cabeça.

_ E não me chame mais assim, entendeu? — perguntou Miguel.

_ Sim, sim, sim senhor! — exclamou Satã.

_ Hunf, odeio esse cara. — Miguel soltou e desapareceu.

Todos ficaram em silêncio por um momento até que Satã se desesperou:

_ Ai, graças a Deus que ele foi embora! MAS O QUE É QUE EU VOU FAZER AGORA? AI, QUE MEDO, SOCOORRO... — berrava ele e logo levou um soco do Ivan.

_ Cale a boca, idiota. — resmungou Leviatã.

_ Oras, como você pode bater no seu próprio irmão? — perguntou Satã. Ele estava sendo muito dramático, não? E levou mais um soco.

_ Imbecil. — resmungou Ivan e Claude soltou uma gargalhada.

_ Vocês dois, hein... — resmungou um garoto, se pondo na frente do Leviatã. — Não mate ele agora. Ele não vale o esforço.

ESPERA AÍ, QUEM ERA ELE? E COMO EU NÃO O TINHA VISTO ATÉ AGORA?

_ Saia da frente, Gabriel, eu não... — murmurou Ivan, se interrompendo e fitando o garoto de cabelos ruivos com os olhos arregalados.

_ GABRIEL? — exclamaram Nathan e Gabriele ao mesmo tempo.

_ Oras, foi ela que me chamou, não me culpem. — disse o garoto, revirando seus olhos... Cinzas? Os olhos dele eram da cor da luz, eu juro! Mas foi só impressão, logo eu vi que eram azuis acinzentados.

_ Seus olhos são da cor cinza? — perguntei. MAS QUE MERDA DE PERGUNTA FOI AQUELA?

_ Ah, são sim! — disse Gabriel, rindo. — Prazer em conhecê-la, Samantha e prazer, Sara.

_ Prazer... — resmunguei, sem graça.

_ Muito prazer! — exclamou Sara, que estava corada e parecia ter gostado muito dele. — Você é bonito demais! Mais que o Nathan! — disse ela.

Mas o que estava acontecendo com a minha querida irmã e comigo? Gabriel apenas riu e se virou para Gabriele.

_ Acho que não precisam mais de mim, não é? É que eu estou lotado de papelões para resolver. — disse ele. Puxa, ele parecia emanar luz! Que incrível!

_ Ah, tudo bem, pode ir, senhor, acho que já está tudo resolvido! — disse Gabriele, com um grande sorriso no rosto.

_ É, sim, vá com Deus, Gabriel, seu gato! — disse a minha irmã, se levantando e acenando. O que era aquilo? Jesus!

_ Tchauzinho, espero que nos encontremos depois! — falei, acenando e me levantando também. O QUE ERA AQUILO? Que vergonha de ter feito algo assim!

_ Ah, sim, já vou, fiquem com os anjos... Digo, fiquem com a sorte! — disse Gabriel, rindo e desaparecendo.

Eu e a Sara nos entre-olhamos, com os olhos arregalados.

_ O que foi isso? — perguntamos juntas.

_ O Gabriel causa esse tipo de reação na primeira vez que o conhecemos. As pessoas sempre se tornam impulsivas e só falam a verdade. Sempre respondem tudo o que ele pergunta. E isso facilita muito as coisas! — exclamou Nathan, rindo. — É normal, não se preocupem, estamos acostumados. Além do mais, foram surpreendidas!

_ He, he, isso foi engraçado, Sara. — ouvi Ivan e ouvi duas gargalhadas. — Você também ficou divertida, Sam.

_ Ah, vocês dois... — falei, junto com a minha irmã, com raiva.

E foi assim que a nossa querida reunião se acabou!

Notas finais
E então? Está patético, ne?
Aai, to anciosa pra ler o cap da Juli!
Beijos!