as Caçadoras e as Paixões Proibidas.

39 Capítulo XXXVIII - Pov de Satã/Claude.


Notas iniciais
Yoo minna-san!
Então, ameei o capítulo da Juli, ela escreve bem pra caramba, o problema é que só teve falas, ficou um pouco confuso, e eu não entendi muito bem quem estava falando o que. Em fim, vou escrever, não é? Vamos ver se eu consigo fazer algo que se preste! Mas sem reviews eu fico achando que ta ruim... Só quem me elogia é a Juli, por isso ainda to escrevendo *valeu Ju*...
Parando com o enrola enrola, lá vai!¬¬

Pov Desconhecido:

Andei por entre as lápides cercadas de neblina enquanto observava o clima nada agradável ao meu redor. Por que essa neblina nunca saía desse cemitério? E por que, diabos, eu estou preso aqui, sem poder fazer nada?

Ah, sim, apresentações, meu nome é Satã, ou Satanás, seja o que for, gosto que me chamem de Claude, e eu sou um demônio. Isso, até onde eu sei, não é? Fui preso a... Não sei nem quanto tempo, por um anjo irritante chamado Miguel e agora eu não posso mais sair de dentro desse cemitério, nem ir para o céu ou para o inferno. Ah, eu garanto a vocês, ficar parado aqui, sem fazer nada durante séculos é pior do que ficar trancafiado em um calabouço nos quintos do Inferno! Mentira. Ah, isso é horrível! Confesso que é melhor do que ficar sofrendo no Inferno, mas ninguém merece!

De repente, senti a presença de um demônio ali. Olhei em volta, ancioso e... Adivinha quem me aparece?

_ Lucifer? — perguntei, com uma cara entediada.

_ Olá, Claude. — disse o idiota que estava na minha frente, se aproximando e pegando alguns fios dos meus cabelos negros e ondulados entre seus dedos. — Há quanto tempo, não é, irmão?

_ Cai fora, porque esse cabelo não te pertence. — falei, tentando me afastar, inutilmente. Correntes malditas!

_ E o que você pode fazer para defender os seus pertences preso dessa maneira? — perguntou ele, rindo.

_ Quando eu me livrar daqui... — comecei e fui interrompido:

_ E quando você vai se livrar daí? — perguntou Lucifer.

_ O que você quer, hein? — perguntei, revirando os olhos.

_ É raro ver você respondendo alguém com outra pergunta. Em fim, se eu te livrar daqui, você pode me fazer alguns favores, não é? — perguntou Lucifer, rindo perversamente. Típico dele, sempre tem que ter algo em troca. Não era á toa que ele ama jogos.

_ O que você quer? — perguntei.

_ Quero que me ajude. Eu quero um pulseira. Mas eu quero que você ponha algo como uma maldição em quem usar a pulseira. Tipo, se eu quiser, eu vou poder controlar essa pessoa, algo assim, anulando qualquer poder que esta pessoa contenha. — respondeu ele.

O que aquele maluco estava pensando? Controlar alguém? Um anjo, talvez?

_ Quem você quer controlar? Não. O mais importante, o que você quer controlar? — perguntei, desconfiado.

_ Algo bem fraco, um humana que está me atrapalhando, para ser mais exato. Quem sabe assim eu consiga vencer e trazer Leviatã de volta. — murmurou Lucifer.

_ Huum, controlar um humana para trazer o nosso querido irmão de volta, hein? Eu bem que sempre pensei que ele pudesse virar um anjo. — falei, ironicamente.

_ Cale a boca. Apenas me ajude. — ordenou Lucifer. — Eu sou o mais velho.

_ Keeh, claro que é. Mas não está resolvendo de nada você ser o mais velho, já que precisa da minha ajuda. Vamos fazer o seguinte: Assim que você parar de superestimar a si próprio eu faço a pulseira. — falei.

_ Mas por que? — perguntou Lucifer.

_ Porque, se eu for fazer, não vai ter como de você controlar a humana, e sim de mim controlar ela. E preciso do DNA dela. — expliquei.

_ Fios de cabelo servem? — perguntou Lucifer, me mostrando uma escova, com um sorriso travesso no rosto.

Suspirei. Aquele idiota...

_ Tudo bem então para você? — perguntei, sorrindo.

_ Se você controlar ela do jeito que eu quero controlar, tipo, eu te controlando, aí está tudo bem. — disse Lucifer.

_ Ah, então eu vou ter que virar o seu fantoche? — perguntei, sem a mínima vontade de fazer algo assim. — Então, pode deixar que eu fico quieto na minha aqui. Não é tão ruim.

_ Então faça o que quiser, mas sou eu quem vou controlar ela. O que quer que eu mandar você mandar ela fazer, você manda. — falou Lucifer, se amaldiçoando por ter falado aquilo com tamanho mal jeito.

_ Está bem. Concordo. — falei. Era o mínimo que eu podia fazer, vai ser complicado me livrar dessas malditas correntes.

_ Então, vamos lá... — resmungou Lucifer, pegando uma das correntes e lançando raios contra ela. Não funcionou. Óbvio.

Depois ele pisou, bateu nelas com as mãos e nada. Eu já estava começando a achar aquilo engraçado.

_ Só um anjo vai conseguir tirá-las. — falei.

_ Anjo? — perguntou Lucifer, de repente sorrindo. — Espere um minuto.

Ele sumiu. Logo ele apareceu com um anjo. De verdade, só que o anjo parecia confuso.

_ Você é um novato, certo? — perguntou Lucifer para o anjo.

_ Ah, sim. — resmungou o anjo.

_ Poderia tirar as correntes do meu amigo? Foi um demônio que o prendeu. — pediu Lucifer.

Não consegui evitar a gargalhada que soltei. Aquilo era tão hilário! O Lucifer tentando enganar um anjo para...

_ Vou ver o que eu posso fazer. — disse o anjinho, parecendo decidido.

_ Qual é o seu nome? — perguntei para o anjinho.

_ Ekkel. — respondeu o anjinho, indo até mim. — Você é o senhor Satel?

_ Ah, sim, claro. — falei ironicamente e Lucifer me lançou um olhar mortífero. Juro, que se olhares matassem, eu estaria morto.

_ Tudo bem, então vou soltar-lhe da maldição do demônio maldito. — disse o anjinho.

Eu me engasguei tentando conter a gargalhada. Coitado do pobre anjinho, Lucifer, você é demais...

_ Ai! Isso dá choque! — exclamou o anjo, pegando levemente na corrente. De repente, a corrente se desfez, e uma das minhas mãos ficaram livres. Tipo, eu ainda estava com as correntes presas na minha mão, mas não era nada tão ruim

_ Por favor, desate a minha mão. — pedi.

O anjinho pegou as minhas mãos e a corrente desapareceu. Logo eu sentia meus poderes voltavam.

_ Não acredito... — murmurei, rindo e levantando as mãos. — Beleza! — exclamei, fazendo com que vários raios circundassem as minhas mãos, fazendo com que tantos acertassem o resto das correntes que elas se desfizeram.

O anjinho estava com os olhos arregalados e assustado.

_ Agora a você está livre, irmão. Não pode mais se livrar da promessa. — disse Lucifer.

_ Ah, você é bom com falsidades! — exclamei, dando uma gargalhada.

_ O que... — começou o anjinho e eu fiz com que um dos meus raios o atravessassem.

_ Agora a guerra vai começar. — falei, dando mais e mais gargalhadas.

Então, eu tirei uma pulseira da minha capa e joguei ela para Lucifer.

_ Obrigado irmãozinho. Por onde eu vou começar... O que é que está te atrapalhando? — perguntei.

_ Ah sim, são duas humanas imbecis que... — começou Lucifer e eu o interrompi.

_ Aonde elas moram? Quero os nomes delas também. — falei.

_ Ah, elas estão na Terra, dãã... São Sara e Samantha, essa Samantha é mais chamada de Sam e provavelmente tem a alma pura. Então, tem o Leviatã, que elas chamam de Ivan, que está mais parecendo um anjo perto delas... Acho que a Samantha fez alguma coisa com ele, não sei. Tem o Nathan, a Gabriele e o Rafael, que estão protegendo as duas... E tinha um outro demoniozinho, o Kurai, só que ele foi destruído. Parece que a Sara deseja o Nathan e ama também, não sei como é isso, e parece que o Nathan, apesar de não querer admitir nunca, sente isso também. E o Ivan e a Samantha também... Talvez seja por isso que o Leviatã tenha... — murmurava Lucifer, mas então eu o interrompi:

_ Não quero saber do Leviatã. Mas... Eu vou investigar isso com os meus próprios olhos. Eu mesmo entrego a pulseira. — falei, sorrindo e tomando a pulseira das mãos de Lucifer. — Aonde na Terra.

_ Ah, nem vem. O plano é m... — comçou Lucifer, mas eu já tinha visto na mente dele onde ficava. Andar desprotegido também é algo típico dele.

_ Fui. — falei, me transportando para a casa que eu vi na mente dele.

Chegando lá, eu me dependurei na janela e dei umas batidas. Vi uma garota me fitando. Ela era bem bonita, devo admitir. Pelo o que eu vi na mente do Lucifer essa deveria ser a Sara. A melhor amiga do Leviatã. É, acontece que eu vi muito mais do que devia.

_ Hum...Oi? — disse ela, parecendo não estar muito bem.

_ Olá, Sara. — falei. Eu estava com vontade de dizer algo como: "Fala, manola", mas não acho que seria muito apropriado. Eu tinha feito a pulseira para o Lucifer, então, eu tinha que agir de algum jeito parecido com o dele e estrapolar menos.

_ Eu... Hum... Posso ajudar? — perguntou ela, parecendo muito confusa.

_ Já está ajudando demais, infelizmente. — falei ironicamente. Certo o Lucifer era melhor em ser irônico do que eu. Idiota! — Esquece. Eu vim te trazer uma coisa, e vou ficar muito triste se não aceitar. — falei, sorrindo.

_ Você é... O quê? — eu queria saber se a pausa na fala dela era por medo ou confusão, mas tudo bem.

_ Demônio é claro! — falei, rindo e revirando os olhos. Certamente ela só percebeu que eu revirei os olhos. Era tão bobinha assim? — Será que posso entregar o presente? — perguntei, impaciente.

_ Ah, claro, desculpe! — exclamou ela.

Eu entrei no quarto e me lembrei de algumas coisas.

_ Aqui, não tive tempo de embrulhar e nem paciência também. — expliquei, olhando para a parede. Fui sincero, eu sei.

_ Obrigada, mas, por que está me dando isso? — perguntou ela.

Eu pus a pulseira no seu braço.

_ Só uma pequena coisa para você, logo você vai descobrir o porque que eu fiz isso! — exclamei, um pouco animado por ter conseguido me libertar. Era tão bom estar livre! O que, diabos, eu estava pensando? Me afaste, indo até a janela.

_ Ei!! Espere! Quem é você? — perguntou ela.

_ Por enquanto Sara, me chame de Luc... — falei, desaparecendo. Perfeito, eu não pude falar o nome inteiro! Sim!

_ EEEU NÃO TENHO CUULPAA! — ouvi um berro e olhei. Eu estava invisível, mas a cena que eu vi foi bem engraçada.

Uma anjinha entrou, seguida pelo Leviatã, por uma garota que deveria ser a Samantha, por um anjo esquisito e pelo arcanjo Rafael. Sério, o que um arcanjo fazia naquele meio de palhaços?

_ Pelo amor de Deus, Gabriele!!! — exclamou o anjo esquisito. — A Sara está ouvindo gritos demais!

Ah, esse era o tal Nathan. Me lembrei da imagem que veio na cabeça do Lucifer. E aquela anjinha era... Quem? Ah, sim, Gabriele. Ela era a mais esquisita dali.

_ Ah, me poupem, vocês quatro! Já me basta o Ieratel! Tá, lata de atum, máquina de café quebrada, e agora isso? Vocês gostam de ficar me dando bronca por tudo! — exclamava a tal Gabriele.

_ Você ia deixar a casa cheia de água! — exclamou o arcanjo, revirando os olhos.

_ Mas era para o peixinho dourado nadar! Por que trancaram ele naquela caixa de vidro pequena, se tinha uma... Como se diz? Ah, banheira pra ele? — perguntava a tal Gabriele.

Soltei uma risada bem baixa, mas ninguém pareceu escutar. Sorte.

_ Gabriele, o peixinho estava muito bem no aquário dele! — exclamava aquela que deveria ser a Samantha, rindo.

_ Ainda acho injusto deixar o peixinho naquela coisa! — exclamava a anjinha. Ela saiu batendo a porta.

_ Gabriele, volte aqui!!! — o outro anjo e o arcanjo gritaram, e saíram atrás dela quando ela bateu a porta.

_ Acho que ela ainda tem que aprender muita coisa aqui não é? — perguntou Sara, com um sorriso no rosto.

_ Até demais! — Leviatã exclamou, impaciente.

Logo os dois, a tal Samantha e o Leviatã fitaram a pulseira que eu havia dado para a Sara. Tive que me conter para não soltar uma gargalhada.

_ Sara!! Quem te deu isso? — perguntou Leviatã, irritado.

As duas humanas o olharam surpresas. Ai, elas não sabiam de nada, não é?

_ Sei lá, um garoto estranho que entrou aqui pela janela, o engraçado é que a janela tá fechada! — exclamou a tal Sara. Ah, eu esqueci de abrir. Hunf, passar pelas paredes não é tão difícil assim! — Ele parecia muito com... — ela foi interrompida quando Leviatã saiu do quarto, resmungando:

_ Droga! Preciso falar com aqueles anjos lá em baixo!

Droga digo eu! Como assim ele vai falar isso para os anjos? A pulseira me deu um trabalho enorme!

A tal Samantha balançou a cabeça e correu atrás dele. Ah, era um carrapato mesmo! Humanos são tão nojentos...

De repente, um barulho de vidros se quebrando fez com que eu pulasse no lugar e caísse em cima da janela, fazendo com que cacos se espalhassem pelo local.

_ Ai, droga, merda, caralho... — murmurei, me interrompendo e pondo as minhas duas mãos na boca, respirando com dificuldade.

_ GABRIELEE, VOCÊ ESTÁ FAZENDO O QUE SUBINDO NA MINHA CRISTALEIRA?? — ouvi um berro lá debaixo.

_ O que foi isso na janela? — Sara perguntou, levantando na cama e examinando o quarto.

Eu respirava com dificuldade e não ousava mecher um dedo sequer. Tomei fôlego e fiquei sem respirar, vendo ela se apróximar da janela, passando a um centímetro de mim. Ai, socorro...

_ O que será que deu nesse vidro? — ouvi de trás de mim.

De repente, alguém entrou no quarto.

_ O barulho do vidro veio daqui. Eu sei diferenciar o barulho de cristal para o barulho de vidro. — ouvi e vi o arcanjo entrando no quarto.

Era agora que eu não queria ver mais nada.

_ Rafael? — perguntou Sara e senti até o arzinho dela passando rente a mim. — Pois é, eu não sei o que deu nessa janela! Ela se quebrou sozinha!

_ Se quebrou sozinha, hein? — perguntou Rafael, se aproximando.

Pus a minha cabeça entre os joelhos e pus as minhas mãos na minha nuca de tão nervoso que eu estava. Era tão bom eu ter essa de ficar invisível! E eu estava no meio do quarto, entre milhões de cacos. E agora? Se eu me mechesse, os cacos iriam arredar e eles saberiam.

_ Ah, é aquele garoto que me entregou a pulseira! — exclamou Sara.

Tudo o que eu pude pensar foi: Fudeu! Eu estava um pouco sem energia porque eu tive que usar bastante energia para fazer a pulseira, e agora a invisibilidade falhou.

_ He, he, he... — murmurei, levantando a cabeça e dando um sorriso completamente falso, com os olhos fechados. — Achou!

Rafael me fitava.

_ Quem é você... — murmurou e arregalou os olhos. — Satã?

_ Ah não, é Claude, me chame de Claude, eu não gosto do nome Satã, ou Satanás. Eu já aprendi a lição, não precisam me prender de novo naquele maldito cemitério, já enjoei de ficar lá. — resmunguei, me levantando e tirando os cacos de cima de mim.

_ Como você saiu de lá? — perguntou Rafael, com os olhos arregalados.

_ Lucifer me ajudou. — resmunguei. — Em troca da pulseira. E de alguns serviços meus.

_ Então você está aqui a serviço de Lucifer. — disse Rafael.

_ Não. Sim. Mais ou menos. Eu estou aqui porque eu estou curioso. Lucifer disse que as duas humanas estavam atrapalhando, e ele parecia bastante irritado. Aí eu quis conhecer, as grandes caçadoras, Sara e Samantha. Prazer! Sou o irmão do Leviatã, segundo príncipe do inferno, Satã ou Satanás, ou Claude. Prefiro Claude. — falei, pegando uma das mãos da tal Sara, que estava paralisada no lugar. — Então, eu posso ajudar em alguma coisa?

_ Você quer nos ajudar? — perguntou Rafael, surpreso.

_ Hum... É, seria legal. Não ficar do lado do inferno pela primeira vez na minha vida. Muahaha, essas risadas já me enjoaram. — resmunguei. — Ficou tudo tão monótono lá... Cansei, vou ajudar o outro lado para ver se consigo algo que preste.

_ Você sabe que nós não vamos confiar em você, não é? — perguntou Rafael.

_ Eu estou aqui apenas para ajudar. Não preciso da confiança de vocês, ninguém nunca confiou em mim mesmo, nem sei como é ter a confiança de alguém. — resmunguei, dando de ombros.

Isso já não estava claro? Mas iria ser divertido... Claro que iria...

Pov Samantha:

Eu estava tentando ajudar a controlar a Gabriele, que corria para lá e para cá feito uma doida, experimentando de tudo quanto é coisa, quando de repente, eu ouvi um berro lá de cima:

_ O QUE?

Era Rafael. Eu quase voei escada acima e abri a porta. Tinha um garoto com cabelos negros e olhos verdes lindo ali. E ele dava gargalhadas e mais gargalhadas.

_ É brincadeira, fica tranquilo, eu não vou amaldiçoar ninguém... — dizia o garoto, entre uma risada e outra. Rafael parecia aflito e assustado.

_ Escuta, você com esses seus poderes, você tem que se controlar, está entendendo? Se quer mesmo nos ajudar, não tem como você ficar amaldiçoando os outros ou fazendo experiências com o sangue das pessoas, nem mesmo pondo Jikau enquanto elas estão jogando algo no computador, isso é completamente desrespeitoso! Imagine o desespero da pessoa! E como é que você vai fazer para que a mente dela volte ao normal? Seu imbecil, nunca mais fale algo assim! — exclamava Rafael, que parecia completamente aturdido.

_ Ei, Rafael, tudo bem? — perguntei, confusa.

_ Esse cara... Esse cara... Ele quer ajudar a gente. Eu não consigo lidar com ele, sinceramente, ele é um dos únicos que me faz perder a cabeça. — disse Rafael, passando por mim, resmungando coisas desconexas, como: — Jesus.... Inferno... Maldição... Poções... Maluco...

E outras maluquices. Eu apenas o fitei enquanto ele andava, com as sobrancelhas franzidas.

Notas finais
Então, é isso, beijinhos para todos!