as Caçadoras e as Paixões Proibidas.
33 Capítulo XXXII - Conhecendo Lucifer... De Novo.
Notas iniciais
Então, aqui está mais um, espero que gostem! E... Aonde estão os reviews? Estou ansiosa para saber o que estão achando!
Pov Samantha:
Eu estava na frente da casa, tudo tinha acontecido tão rápido que eu... Um estrondo interrompeu os meus pensamentos e vi um garoto com asas negras caído logo atrás de mim. O que, diabos...
_ MALDITA ANJA, FILHA DE UMA PUTA! — berrou o garoto, voando até a janela do quarto da Sara.
Espera... Ele tinha voado até a janela do quarto da minha irmã? ACORDA SAMANTHA, ELES ESTÃO ATACANDO A GABRIELE!
Eu praticamente voei para dentro de casa e me deparei com Ivan fitando... Aquele irmão dele, o tal... Acho que era Lucifer, aquele que tinha discutido com ele antes.
_ Ai, meu Deus, O QUE ESSE CARA ESTÁ FAZENDO AQUI? — eu não consegui deixar de gritar, fazendo com que os dois me fitassem.
_ Samantha, saia da casa. Agora. — ordenou Ivan.
_ Não, ela não vai ir para lugar algum. — disse o tal Lucifer, andando calmamente até o meu lado e passando um dos braços pelos meus ombros, me impedindo de ir para qualquer lugar. — Não é, Samantha?
_ Eu... — murmurei, um pouco assustada e com os olhos arregalados.
_ Tire as suas mãos de cima dela! — exclamou Ivan.
_ Mas... Irmãozinho... Quem mandou você não agir a tempo? Eu te avisei, não avisei? — perguntou Lucifer, mais calmo do que qualquer pessoa naquela casa.
Ah, esqueci de contar, meus pais estavam no cinema, eles iam viajar depois disso e eu e a Sam ficaríamos sozinhas. Idéia da nossa mãe, para acalmar o papai. Em fim, o Ivan agora estava morrendo de raiva do seu irmão.
_ EU FIZ ALGUMA COISA! — berrou ele. — MAS VOCÊ ME AVISOU QUANDO VOCÊ JÁ TINHA COMEÇADO COM O SEU PLANO! — berrava Ivan.
_ Oras, o que é que eu posso fazer? Você já deveria ter desconfiado! — exclamou Lucifer, rindo.
_ ISSO É ENGRAÇADO PARA VOCÊ? POIS PARA MIM NÃO É! VOCÊ TRATE DE DEIXAR QUE EU FAÇA AS COISAS PRIMEIRO, JÁ QUE SOU O MAIS NOVO! — exclamou Ivan.
_ Mas é justamente porque você é o mais novo que você deveria ouvir a sabedoria dos mais velhos e apenas apoia-los. Não acha isso? — perguntou Lucifer, com um sorriso perverso estampado em sua face.
_ SEU FILHO DE UMA... — começou Ivan, mas foi interrompido:
_ Nós dois sabemos que não temos mãe, só para começar. E que o nosso pai era até santo demais. E também, você deveria aprender a agir de acordo com o lado a que você pertence. Espere e verá. Prometo não fazer de você um escravo, vai ser meu ajudante número 20894. — disse Lucifer, sorrindo.
_ Desgraçado! — exclamou Ivan.
_ Em fim, pode jogar todos os palavrões que você sabe para cim de mim, eu não me importo. Não tenho graça nenhuma mesmo, e nunca vou ter. Façamos o seguinte: Eu vou sair daqui e você pode agir se conseguir destruir, é destruir e não mandar de novo para o Inferno, o Max e a sua trupe de palhaçadas que estão lá em cima. Fácil, não? E só vai poder chamar ajuda uma vez e não vai ser ajuda do inferno que vai receber. Fechado? — perguntou Lucifer, estendendo uma mão. — Se apertar a minha mão, não vai ter como fugir ou voltar atrás. Até mesmo a Sam vai ficar presa nessa casa. E então? — perguntou Lucifer.
_ Fechado. — disse Ivan, e quando ele ia apertar a mão do irmão, foi interrompido:
_ Não se esqueça que a ajuda que chamar vai ter que concordar em vir aqui ajudar. E vai vai valer para o Max também. — disse Lucifer, abrindo um sorriso diabólico. — O Max só poderá chamar ajuda do Inferno. Certo?
_ Está bem, fechado. — disse Ivan, fechando os olhos.
_ Espera! Quando é que vai terminar o jogo? — perguntei, interrompendo os dois.
_ Quando um dos lados for destruído, claro. Você e a sua irmã valem por um anjo. Que tal? — disse Lucifer.
_ Mas as duas são preciosas e... — começou Ivan, mas o outro o interrompeu:
_ Eu sei. O seu lado perde se você, a anjinha lá em cima e o ajudante morrerem. Certo? — perguntou Lucifer.
_ Tudo bem. — concordou Ivan, apertando a mão do outro.
_ Então, o jogo começa agora. — disse Lucifer e foi como se a casa tivesse sido cercada por um globo de vidro enorme.
Notas finais
Beijokas para todos!
Fale com o autor