as Caçadoras e as Paixões Proibidas.
25 Capítulo XXIV - E o jogo vira!
Notas iniciais
Então, eu estou postando mais um cap pra vocês! Espero que gostem!
Pov Samantha:
QUE INFEERNOOO!!! Além de ter que aturar um imbecil de um demônio, que parece que só eu consigo ouvir a voz dele, falando na minha cabeça o dia inteiro, falando que eu não posso fazer isso, que é falta de educação, que é para eu tirar os sapatos antes de entrar em casa... Além disso, o meu querido demônio saiu de dentro do porão. INFEERRNOOOO!!!
_ Keeh, vai ficar pensando asneiras ou vai procurar ele, né? Eu só sinto a presença do Leviatã e do seu companheiro, não senti a presença de nenhum outro demônio... — murmurava aquele idiota, sem parar.
_ Baka é você. — resmungou ele.
O que significa "baka"?
_ É... Eu quiz dizer, idiota é você. — resmungou.
_ Pare de responder meus pensamentos. Não preciso disso. — resmunguei.
Sara me olhou como se eu fosse maluca. Ah, além disso, saímos em grupos de dois para procurar eles. Eu e Sara, Nathan e Gabriele. E o bichinho que me seguia veio de brinde.
_ Por que você não pede para o seu amiguinho ficar visível? — perguntou Sara.
_ Porque... É mesmo, você podia ficar visível, né? Baka! — exclamei, imitando a voz dele.
_ Keeeh, você é mesmo chata! Primeiro me pede para ficar invisível, e depois... — murmurou ele, aparecendo.
Sara quase caiu no chão, tamanho foi o susto, ele apareceu bem na frente dela, sem blusa, só com um... Vestido?
_ Se chama kimono, é bem diferente, se você chamar de vestido... — resmungou ele, me dando um cocão.
_ Ei, ei, ei! — exclamei, tentando sair dos braços dele, só agora percebendo o quanto ele era bonito.
Ele parecia com o Ivan, de certa forma. Lembrava um pouco. Apesar de que ele era totalmente japonês. Tinha aqueles olhos puxados, cabelos negros e lisos, um rosto arrendondado, além da expressão sempre mau-humorada.
_ Baka mitai! Baka, baka, baka... — resmungava ele, sem me largar.
_ Por que está me chamando de baka? Me solta! — exclamei, completamente envergonhada e corada. Até que o corpo dele era bonito... QUE DIABOS EU ESTAVA PENSANDO? CARALHOO...
Ele soltou uma gargalhada. Eu empurrei ele enquanto estava distraído, mas ele continuou rindo.
_ Não ria dos meus pensamentos! — exclamei, olhando para os meus pés, ainda mais envergonhada.
_ Keeh, você gostou de mim, eu sei que gostou... — disse ele, se aproximando novamente de mim.
_ Sai fora! — exclamei, recuando.
_ Haa, eu sei o que você realmente quer... — resmungou ele, chegando mais perto.
_ Ah, é... Não, não, sai fora! — exclamei.
_ Keeh... Está bem. — disse, continuando a andar, como se fazer isso fosse a coisa mais normal do mundo naquela hora. — Que demônio vocês estão caçando, né?
_ O Ivan, digo, Leviatã. — murmurou minha irmã, olhando de mim para o carinha ali na frente.
_ Aaah, Leviatã, né? Para que vocês querem falar com o chefão? — perguntou ele, nos fitando.
_ Eu tirei ele do inferno e tenho que prender ele de novo no meu porão, antes que algo ruim aconteça. — disse Sara.
_ Etto... Etto... — murmurava ele, pensativo. — Eu só vou proteger a Sam. Nada mais. Não vou revelar a localização do chefe nem ajudar vocês.
_ VOCÊ SABE ONDE ELE ESTÁ? — berrei.
_ Claro, claro, demônios podem sentir outros demônios. — resmungou ele.
_ Então, por que você não conta para os outros? — ouvi a voz do Nathan, fazendo com que eu pulasse no lugar.
Gabriele estava estranhamente calada e pensativa.
_ K-k-keeeh? E-eu... — murmurou o carinha, arregalando os olhos para Nathan e Gabriele e abaixando a cabeça. — Sumimasen! Sumimasen! — ele recuava sem parar.
_ Nossa, que alarde todo é esse? — perguntei, fitando o esquisito que continuava a recuar.
_ Já falei que o meu nome é Kurai, Samantha-sama! — exclamou, ele agora estava bem esquisito, olhando para todos os lados.
_ O que deu nele? — perguntou Sara, um pouco assustada com a reação do demonio á nossa frente.
_ Sei lá. — resmunguei e senti uma respiração no meu pescoço. Levei um susto tão grande que eu caí para trás.
Ivan estava parado ali, com um sorriso divertido no rosto.
_ Bu! — disse ele, caindo na gargalhada.
_ Muito engraçado mesmo. — falei ironicamente, o olhando com uma cara de poucos amigos.
_ E-esse... — ouvi a voz do tal Kurai e o fitei. Ele parecia não saber o que fazer. — A-ai, meu Deus, a-ai, caramba! — exclamou, e saiu correndo.
_ Covarde. — tossiu alguém e vi aquele Max, bem atrás do Ivan.
_ E agora? — murmurou Nathan. — Dá para piorar?
_ Dá. Eu posso chamar mais amiguinhos. — disse Ivan, sorrindo, com aquele olhar perverso de sempre. — Agora, as leis do jogo vão ser ditas por mim.
Notas finais
Ta, é isso, bjos.
Fale com o autor