Notas iniciais
Oi gente! Então, como vão vocês? Bom, aqui está mais um capítulo para vocês. Espero que gostem.
(Então gente, a Juli ta escrevendo o prólogo e ele logo vai ser postado, por enquanto, está aí o cap 1...) - *Fake, ela não escreveu bosta nenhuma de prólogo ¬¬*.
Frase do dia: "Uma garota só precisa de um garoto que possa ser homem o bastante para prová-la que nem todos os homens são iguais."

Pov Samantha:

Corri o mais rápido que era possível para mim. Estava indo para a minha casa. Eu estava atrasada para o almoço e minha mãe iria me matar. Então, chegando á porta de casa, ouvi um grito.

_ Desculpe, mamãe! Eu sou uma burra! — ouvi a voz de Sara.

Essa menina não tinha jeito mesmo! Detalhe: Sara era a minha irmã. Entrei rapidamente pela porta da cozinha, ainda podendo ver Sara catando as roupas recém tiradas da maquina de lavar e pondo elas no varal. Minha mãe estava praticamente soterrada com mais milhares roupas.

_ O que aconteceu? – perguntei.

Eu estava tentando conter o riso.

_ O varal despencou. — murmurou Sara.

_ E não diga que não avisei para pararem de dependurar na beira. — disse minha mãe.

Era óbvio que a mais velha de todas as garotas que estavam ali, estava com raiva, afinal, o varal despencou, além de ter que pagar o concerto ela ainda teria que arrumar espaço para botar as roupas para secar.

_ Vá para a mesa, seu pai está servindo, demoramos um pouco hoje, então te perdoamos por chegar tarde. – resmungou minha mãe.

Sentei-me na mesa, rindo.

_ Puxa, o que, diabos... — falou minha mãe.

Mas mal ela começou a falar e Sara já tinha gritado o meu nome. Corri até lá.

Um garoto de aparentemente a nossa idade, 17 anos, estava encostado na parede, no meio da cozinha, olhando e parecendo entediado. Ele levantou os olhos e pareceu se assustar com os três — agora quatro com o papai — olhares em cima dele.

_ É... — murmurou Sara.

Ela sorria, sem graça.

_ Vai para a porta! Agora. — sussurrou minha irmã.

Era para o garoto ruivo, que agora me fitava. Seus olhos eram azuis como o céu.

_ Sim, Sara. Vou te obedecer. — disse ele, ironicamente.

O garoto ainda estava me fitando, sem desviar os olhos. Eu já começava a ficar sem graça.

_ Vem! — disse Sara.

Minha irmã saiu agarrando ele e o levando para fora. Eu a segui, fazendo sinal para meus pais ficarem ali. Fiquei escondida, ouvindo os dois conversarem.

_ Como é que todos te viram? — perguntou Sara.

Ela parecia bastante indignada.

_ Eu sei lá! Eu só pensei: "Quero ficar visível”. Acho que funcionou. — disse o garoto.

O ruivo estava dando de ombros, parecendo não se importar com a situação.

_ Minha mãe deve estar maluca! Você tem noção... — começou Sara.

Mas ela não pôde continuar, pois o garoto a interrompeu:

_ Pare de drama, foi sem querer... — começou ele.

E, desta vez, foi a vez de Sara o interromper:

_ Como fez isso?

Ele não falou nada e ela repetiu a pergunta.

_ Eu já te falei, eu só pensei que queria aparecer e apareci. — murmurou.

_ Mas... Você não é um fantasma? Então, me explique,como,se você é um fantasma, você... — começou Sara.

Mas o garoto começou a rir sem parar, tanto que ela até parou de falar, ou seja, ele a interrompeu.

_ Opa... — sussurrou ele.

O ruivo foi parando de rir.

_ Nunca ouviu falar que fantasmas aparecem de vez em quando? – perguntou o garoto – que parecia ser um fantasma.

_ Mas... — começou Sara.

Mas ele a interrompeu, de novo:

_ Mais nada! Eu tenho o que fazer! Hum! Com licença! — disse o garoto

E o ruivo sumiu, do nada.

Eu fiquei parada ali por algum tempo, não sei dizer quanto tempo, sem saber o que fazer, nem o que dizer.

Notas finais
O que estão achando, minna? Os capítulos devem sair toda semana, mais ou menos. Ainda não estabeleci um dia específico com a Juli. Mas eu quero opiniões, viu?
Moukiki