as Caçadoras e as Paixões Proibidas.
53 Capítulo 53
Notas iniciais
Postando outro aqui ^^
Pov Sam:
Eu já não sabia o que fazer. Aquilo tinha mesmo acontecido? Só podia ser um sonho. Recuei dois passos. Ivan me fitava com as bochechas vermelhas. Então eu saí correndo. Passei pelas árvores da floresta e sumi ali no meio, quando de repente... Trombei com alguém e caí no chão. Meti a testa na testa de alguém. E a outra pessoa também estava no chão.
_ SARA? — soltei, com os olhos arregalados, fitando minha irmã.
_ Ah, Sam... — murmurou ela, com um sorrisinho culpado.
_ Não sou só eu que saio escondido, né? — perguntei, rindo maliciosamente.
_ Conta que eu conto que você saiu também. — disse Sara.
_ Não se preocupe, como eu sou muito boazinha, vou te deixar sem castigo. — falei, dando uma espiada na floresta. — O que você queria aqui?
_ Ah, eu estava com saudades da cachoeira... — começou ela.
_ Mas nós acabamos de voltar de lá. — resmunguei.
_ Ah, eu sei, mas, sei la... — disse Sara, olhando para as árvores de um jeito meio sonhador.
_ O Nathan não está te esperando, né? — soltei.
_ Ah! Não, não, não é o Nathan. — disse Sara.
_ Então você é uma chifruda por gostar de dois caras ao mesmo tempo. — falei e ela corou.
_ Oras, eu não exatamente gosto dele, eu só... — começou ela e eu a interrompi:
_ Estou vendo. — falei ironicamente.
_ Vocês duas... — ouvi a voz de Miguel, vinda de trás de mim e me encolhi.
_ E-err... — comecei e Miguel soltou um suspiro.
_ Tudo bem, vocês não aguentam ficar presas, não é? — resmungou ele. — Pois bem, então façam o que quizerem. Mas se sequestrarem vocês, não vai ser eu quem vai ajudá-las.
De repente um pedaço de ferro enorme veio voando e bateu fortemente na cabeça de Miguel, que caiu no chão, um pouco tonto. Puxa, eu teria desmaiado!
_ Ain, para de se desesperar! — ouvi do meio da floresta.
_ Eu pareço um imã para as coisas, como é que eu não desespero? — soltou outra voz e ouvi um barulho. — Viu? — a voz estava meio abafada.
_ Vocês não vão nem olhar, andem, saiam daqui. — disse Miguel, com autoridade na voz.
Aquilo deu medo. Eu e a Sam nos encolhemos e saímos uma para cada lado, tremendo. Então, algo me agarrou e eu me deparei com dois olhos vermelhos me fitando. O garoto estava mais próximo de mim do que deveria. E era... KUROSHI?
_ Ei, calma, é só que... Eu estou com fome e não achei ninguém... Você não quer me dar um pouco do seu sangue? — perguntou ele.
_ Não! — exclamei, alarmada.
_ Ah, sério? — perguntou ele, tirando delicadamente as armas do meio de minhas roupas delicadamente.
_ SERIO! — berrei.
_ Psiu! — soltou Kuroshi, aproximando o seu rosto do meu.
_ Ei... Sério, me solta... — falei, desmaiando. Eu desmaiei mesmo. BURRA, SOU MUITO BURRA!
Pov Samuel:
Alguém estava em perigo. Isso era certo. Olhei para os lados, procurando a minha protegida. Onde... Logo vi ela com um vampiro. Meio neko, mas continuava sendo vampiro. Arregalei os olhos e saí imediatamente do meu posto.
_ Ei, aonde você vai? Você sabe que mesmo sem Gabriel, Rafael e Miguel aqui, ainda é proibido descer. — disse a voz de Kherniel.
_ Eu preciso. É a minha preciosa protegida quem precisa da minha ajuda. Aquela que é minha alma e minha vida, aquela que se morrer, eu morro junto. Não me impeça. — falei.
_ Certo, vá com Deus então. — soltou Kherniel e eu me fui.
Acabei conseguindo tirar aquele cara de perto dela, antes que ele a mordesse e a levei até Rafael, que me olhou firmemente, sorrindo.
_ Obrigado. Quer ficar mais um pouco? — perguntou ele.
_ Eu só queria salvá-la. Perdão por contrariar as ordens. Será que eu posso tentar me redmir? — perguntei.
_ Tudo bem, volte. — disse Rafael, sorrindo.
A sorte era que eu não encontrara Miguel no caminho.
_ Adeus. — murmurei, voando aos céus novamente.
Notas finais
Beijos.
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