Notas iniciais
Yoo,
Postei por pouco e... Hoje, dia 29 de janeiro, é meu aniversário! Viva pra mim!

Pov Sam:

Abri os olhos e não consegui mais fechar, fitando Ivan, que agora me fitava. Abri um sorriso largo, meio bêbado, mas eu não estava muito bem.

_ Oi Ivan... — falei, vendo minha visão escurecer e clarear novamente.

_ Samantha... Sobre aquele beijo... Desculpe... Eu juro que... — começou ele, fazendo uma cara tão fofa que eu cheguei mais perto e o beijei.

Espera, para no tempo, eu o beijei MESMO? Onde estava a minha sanidade?

_ Eu te amo, Ivan. — falei. — Você não fez nada de errado.

Certo, agora é que eu estava maluca de vez. Pirei. Aquele beijo foi incrível.

_ Sam... — murmurou Ivan, com os olhos brilhando e juntando nossos lábios novamente, com um sorriso malicioso nos lábios. — Eu não tenho medo de desejar alguém assim ou de pecar... Essa é a diferença entre o meu eu de agora e o meu eu de antigamente. Além de outras coisas. Eu não sabia de nada. Nem que um dia me apaixonaria com você. — disse ele, me dando um beijo delicioso.

_ Ai... Ivan... Assim você me deixa sem ar... — falei, respirando fundo, tentando controlar meu coração.`

_ Heh, eu sei. — falou Ivan, rindo. — Mas não acho que seja uma boa hora para... Você sabe... — começou ele e eu o interrompi:

_ Não é uma boa hora! — exclamei, assustada. — Juro que não sei de onde veio essa sinceridade toda. Além disso, você sabe que eu tenho que manter minha alma pura.

_ Consumir desejos carnais não muda em nada isso. A não ser se eu quiser. Basta apenas você confiar em mim. — murmurou Ivan.

_ Pois é, não confio. — falei, me encolhendo.

_ Certo, um dia você vai aprender a confiar. Vou deixar você um pouco sozinha. — falou ele.

Assim que ele saiu e fechou a porta, vi uma sombra entrar no meu quarto e arregalei os olhos.

_ Huum, você é uma amante do Leviatã? — ouvi uma voz. Continuei quieta. — Você tem uma alma linda.

_ Que já é desejada por homens demais. Cai fora. — falei.

_ Bom, eu não sou nem homem, nem vampiro nem anjo nem demônio, essa é a sua sorte. Não quero a sua alma. — disse a voz.

_ O que você é? — perguntei, estremecendo. O que mais faltava aparecer?

_ Eu sou... Um espectro. — disse e um homem apareceu.

Ele era bem bonito. Tinha um olhar perigoso e um jeito bem misterioso. Tinha cabelos morenos, curtos. Tinha olhos vermelhos. A pele era branca feito giz. Sem contar que era o rosto mais bonito que eu já vira. Só que... Digamos que a sua boca estava toda cortada, assim como todo o seu corpo. Uma tatuagem marcava seu braço. Ele era... Macabro.

_ Eu... — comecei, um pouco indecisa.

O tal espectro se aproximou e sussurrou no meu ouvido:

_ Eu quero a sua dor, o seu sofrimento, quero ver você pedir para morrer, nas minhas mãos...

_ Fora. Agora. — ouvi outra voz e me deparei com Kuroshi na janela.

_ Ridículo. — soltou o espectro, sumindo.

_ Olha quem fala. Em fim, você está bem? — perguntou Kuroshi, me fitando.

_ Estou... — falei, meio atordoada. — Obrigada.

_ É normal o anjo Nathan sair voando atrás da irmã que agarrou a sua irmã? — perguntou.

_ Não acredito. — falei, arregalando os olhos. — Vou ter que ir atrás deles.

_ Quer ajuda? — perguntou Kuroshi, rindo. Eu realmente não sabia se ele adiantaria algo, mas...

_ Sim. Se você sabe o lugar onde estão, sim. — falei, meio desesperada.

_ Vamos lá então, querida. — soltou Kuroshi, agarrando a minha mão.

Notas finais
Naaah, quero outro caap, posta loogoo Juli!
Beijos