anjos também se apaixonam
4 Quem Disse que só os Opostos se Atraem?
JELLAL POV's ON
Depois da aula do professor makarov, tivemos aula da professora mavis. A gente já tava cansado de ouvir que ela viu um fada e acreditava e tal, pense numa professora sem assunto, as únicas que pareciam interessadas eram as alunas novas. quando a aula acabou fomos para um lugar que só a gente conhece, um parque dá escola que vem depois do cemitério, todo mundo tem medo de lá menos a gente somos corajosos, somos fortes, nada nos assusta.
jellal: AHHHHHHH!!!! – grita que nem uma menininha- o que era aquilo?
natsu: uma alma penada.
jellal: sério?
gaajel: era só a sombra de um sapo.
gray: quem teria medo de um pequeno sapo? ( autor: a minha irmã!) –avista um sapo na sua frente. — AHHHH! — grita pulando nos braços de gaajel, gritando mais fino do que jellal.
Bom na maioria das vezes, nós somos, mas, não vem ao caso. O que vem ao caso é que quando estávamos chegando sentimos como se estivéssemos sendo perseguidos. Toda santa hora olhávamos para trás mas não avistávamos ninguém. nem mesmo um sombra. Até que quando chegamos vimos pessoas no local, ou melhor, meninas. Levamos um susto tão grande que o gray quase desmaia, porém como eu só muito forte seguro na hora que ele cai.
jellal: meu deus você pesa quanto gray? — diz tentando segurar gray.
gray: menos que você jellal.
lucy: ei o que fazem aqui?
natsu: nós que perguntamos loirinha. O que fazem aqui? Como acharam esse lugar? E por que tem uma garota de ponta cabeça na árvore?
juvia: juvia acha que assim vai mais sangue para cabeça e é relaxante.
gray: é eu acho também. — Diz lá de cima da árvore na mesma posição que juvia.
nastu: desde quando você tá aí em cima gray?
gray: desde que eu cheguei.
jellal: ah, tá agora dá pra dizer o que estão fazendo aqui?
erza: viemos procurar nossos túmulos.
juvia: e os seus também.
Naquela hora nós acreditamos nelas, eu cavei um buraco no chão e deitei em cima dele.
jellal: aqui serve?
gaajel: perfeito, alguém tem uma pá. — diz fazendo outro buraco.
levy: era brincadeira.
natsu: ah, eu já tava buscando as rosas.
gray: eu já tava minerando as pedras.
lucy: quê que tem a gente ficar aqui?
natsu: muita coisa, aqui é um lugar de homens.
erza: e cadê eles? no cemitério? irei buscar.
jellal: é mesmo natsu, onde eles estão?
natsu: seu idiota somos nós, ou você não se considera homem?
jellal: a um tempo atrás eu me considerava morto, mas tanto faz, né?
levy: como é que tá gaajel?
gaajel: bem e com você?
levy: bem estou lendo o livro a crônica da casa assassinada.
gaajel: esse livro é grande né?
levy: sim.
juvia: lucy-san está na hora.
lucy: ah, erza vamos.
erza: só um minuto. — diz acariciando a cabeça de jellal. — o que você é uma espécie nova de cachorro?
jellal: eu sou tudo que você quiser.
gray e natsu: ééééeé ooooo amoooorrr!!!!
lucy: erza solta ele você não sabe por onde ele andou- sai puxando erza.
erza: tchau.
jellal: tchau.
juvia: até mais gray fullbuster.
gray: como sabe meu nome?
juvia: não sei só do seu nome, mais da sua vida.
lucy: natsu dragneel certo, gaajel redfox, jellal fernandes e gray fullbuster perderam seu pais menos gray que está com seu pai doente não é mesmo?
natsu: como sabem disso?
erza: segredinho bem guardado, nunca pode ser contado.
levy: tchau. — desaparecem sem nem deixar rastros o que deixa os meninos confusos.
natsu: o que?
gaajel: acho que foi uma alucinação.
gray: é! não vou acreditar que vi meninas aqui!
natsu: por falar nisso você tá falando mais agora que milagre foi esse?
gray: sei lá!
Nós não percebemos mais havia sim 4 garotas aqui, tinha pessoas estranhas aqui, por que? por que ainda sentia as mãos dela na minha cabeça.
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