Zumbis

1 Capítulo 1


Notas iniciais
Como tudo começou

Eu estava lá, deitado em uma cama de hospital depois que levei um tiro de uma gangue. Bom, essa história vocês não conhecem, mas não vai demorar muito, porque esse mundo vai acabar. Há dois dias atrás, eu tinha ido à um supermercado. No caminho de volta, um homem de mais ou menos 30 anos me parou pois disse que queria conversar comigo. Mas eu nunca tinha visto aquele homem em minha vida. Então ficou falando de como a vida dele era difícil, que tinha muita fome e sede, mas não tinha dinheiro pra comprar nada. -E por quê você não arranja um emprego?-perguntei. -As pessoas não querem dar um emprego a uma pessoas como eu, rabujentas que não sabem de nada, que não tem um teto onde cair morto. -Qual é seu nome? -Meu nome é Tyler-disse ele. Por um momento fiquei com pena de Tyler, não tinha onde morar, como ele mesmo disse, não tinha o que comer ou o que beber. Então perguntei: -E por quê você me parou aqui? -Porque percebi que você estava voltando de um supermercado, com comida e bebidas ai dentro-respondeu Tyler. -Bom, vamos lá, o que você quer?-abri o saco do supermercado para ele escolher. -Bem, é que, não existe só eu por aqui.-respondeu Tyler. No mesmo instante em que ele falou isso, uns 5 homens vieram em minha direção. Queria sair correndo pois suas aparências não eram tão boas quanto a de Tyler. Eles tinham uns casacos rasgados, botas feitas de couro, e um olhar maligno do tipo, vou acabar com você se não me der o saco com todas as comidas. -Hum, só são esses 5 e você ou tem mais do que 6?-perguntei. -Somos só nós, mas, eu não parei você aqui exatamente pra ficar pedindo comida, eu vou pegar essas comidas pra mim, e se você disser algum ai a polícia, você não vai mais existir-A minha sensção foi de medo, não por da as comidas a eles, mas sim, pela frase da miha existencia. -Tayler, você parece um homem muito gentil, mas não acha que com tantos esses homens, poderia trabalhar, não só você, mas eles também?-arrisquei. Eles olharam pra mim com aquele rosto, mas não com de quem quer a comida, e sim de quem quer me matar. -E você não acha que deveria fechar a boca e me dar logo esses sacos? Não vai querer sentir a dor de uma arma -ele tira uma arma de sua calça- vai? Agora estava ficando em pânico, ninguém por perto, entaõ lembrei que estava com meu celular, talvez se correce, conseguiria encontrar um beco e ligar para polícia. Foi isso que fiz. Eu corria olhando para trás, Tayler e seus capangas estavam logo atrás de mim como se eu fosse um fugitivo da polícia. Perto de um beco, consegui levar um tiro, e nem perto de discar o número da polícia consegui. E aqui estou eu, em um hospital que não sei nem o nome. Fico afirmando minhas próprias coisas do tipo, meu nome é Jason Follers, sou casado há 9 anos com Cameron Nees Follers, tenho um filho de 11 anos, Fred Ness Follers. E é assim que passo 1 dia aqui no hospital. Você deve está se perguntando, o que aconteceu com o outro dias? E o Tayler com seus capangas? Posso te responder, um dia eu fiquei de coma, pois o tiro foi perto de minha cintura, os médicos dizem que por sorte eu não fiquei paraplégico. E Tayler? Bom, não sei isso ainda. Minha mulher e meu filho vieram me ver os dois dias que passei aqui, e finalmente estou indo para casa. Chegando em casa, o cheiro da comida, da casa limpa me agrada bastante e, a voz deles dois me faz o homem mais feliz do mundo por isso não ter acontecido com eles. Logo, deito no sofá, e ligo a tevê, mais acho que Cameron não gostou muito disso. Na hora de comer, iniciamos uma conversa. -Teve notícias sobre Tayler?-Começo. -Acho que não devemos falar sobre isso agora, pois Fred está na mesa -implicou. -Mãe, já entendo essas coisas. Não se preocupe, já tenho 11 anos- manifesta-se Fred. -Tudo bem então -Cameron replica- Bom, Tayler e aqueles outros, já estiveram presos um ou dois anos. O motivo eu não sei, mas depois que a polícia soube desse caso, foi imediatamente prendê-los. Quem avisou eu também não sei quem foi, mas disseram que tinha uma voz de mulher. -E eles não disseram nem o nome da mulher?-Perguntei confuso. -Ela nem disse o nome até mesmo para eles -respondeu Cameron. Na hora de dormir fiquei pensando nessa suposta garota que ligou para a polícia e não só os denunciou como também, salvou minha vida. No dia seguinte, levei Fred a escola, as pessoas não paravam de olhar pra mim como se eu estivesse morrido e depois ressucitado. Bem, duas semanas se passaram e nada aconteceu de diferente. Em uma terça-feira, acordo com gritos, cheiro de fumaça, coisas explodindo, não sei exatamente o que era isso, mas até eu mesmo me assustei. Grito o nome de minha esposa e de meu filho, ninguém surgiu. Levanto imediatamente, e começo a procurá-los, quando vejo, eles estão em uma correria pegando comidas, bebidas, pra falar a verdade, eles estão colocando tudo que é comestível em uma mala. Minha primeira reação foi de susto, pois não eram só comidas, tinhas ainda umas mochilas com roupas. -O que está acontecendo?- Pergunto. -Estamos indo embora, vá se vestir rápido, que vamos sair daqui a alguns minutos, e antes que me pergunte o por quê, também ão sei a resposta. Me arrumo rápido de acordo com Cameron me determinou. Enfim, saimos de casa, chegando na porta de casa, vejo lá fora, bombardeiamentos, muita fumaça, pessoas correndo de um lado para o outro, e crianças perdidas. Do modo em que minha esposas disse pra eu não perguntar nada, mesmo eu querendo, não perguntei. Pegamos o carro e saímos da cidade. -E agora, posso perguntar?-digo. -Acho que sim, mas não terei todas as respostas-Replica Cameron. -O que estava acontecendo em Atlanta? O que era aquilo? -Helicópteros estavam jogando gases, que poderiam conter alguma doença, pessoas estavam dizendo que um tal de James Hellis, fez isso, que a causa daquilo era ele acreditar na vida após a morte, digamos, eu morro, e depois de morrer, sem nada funcionando, o meu corpo todo morto, mas só o cérebro funciando, eu volto a vida. -Não posso a acreditar, isso é maluquice!-falo. -Sabemos disso, mas não queremos correr o risco de isso acontecer. Fred, estava dormindo no banco de trás do carro. foi assim a nossa viagem, até paramos pra fazer um acampamento, pois parar em uma cidade seria muito arriscado, poderia esta acontecendo as mesam coisas do que estavam acontecendo em Atlanta. Na estrada do lado do acampamento, não havia nenhum carro passando. No carro, tinha uma tevê, ligamos para ver o que estava acontecendo. Estavam dizendo que aquilo do tal James tinha funcionado, e que tenhamos cuidado, as pessoas que ainda estivessem vivas. Quando ela disse essa frase, meu coração disparou, quer dizer que, o maluco desse James conseguiu fazer acontecer isso, quer dizer que minha fmília morreu, meu amigos. Até agora não estava acreditando na ideia de que isso tivesse mesmo acontecendo, então, para eu acreditar teria que ver pessoas desse jeito. No momento em que falei isso minha mulher gritou. Sai correndo para ver o que era, então, comprovei minhas dúvidas, aquilo existia mesmo. Era pálido, da cor de uma pessoas quando morre, os olhos eram brancos, e... Sangue por todo o lado a boca deles, dentes tortos, eram zumbis. Bati naquele zumbi mais nada aconteceu, ele estava avanssando pra mim agora, acho que eles comiam carne humama, andavam mancando e outras coisas. Então lembrei, de um filme que dizia que os zumbis só morriam com pauladas na cabeça. E foi assim que matei o primeiro zumbi.

Notas finais
gente, ficou tudo junto pq eu escrevi na wordpad e dps só colei aqui então, daria muito trabalho pra colocar os espaços :) e dps eu posto os outros capítulos .
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.