Zona Obscura

48 47º - Crianças Ao Ataque


Notas iniciais
Desculpem por ser pequeno. Este capitulo não ficou nada como eu queria. Tentarei compensar no próximo. Boa leitura!

O centro da cidade começava a tornar-se um campo de batalha sangrento. Pela visão de alguns seria a personificação do Inferno descido à Terra.

Perto da escola Okane já era possível ouvir o que se passava nos arredores da cidade.

As linhas da frente da proteção da escola preparavam os planos de defesa sob o comando de Sakai Ryu.

Tinham de admitir que apesar da loucura das ideias, em situações de risco, as soluções dele pareciam ser as mais eficazes.

Depois de uma longa conversa e poder de persuasão, Hinaichigo e Hatanne conseguiram regressar a Okane. Já ocorrentes da situação, e graças ao treino que desde pequena o pai adotivo lhe impora, a rapariga fora incluída nos planos de defesa.

As armadilhas em volta do edifício espantavam os alunos que nunca pensaram que o sitio onde estudavam fosse quase um forte militar.

A calmaria instalada fazia-os esquecer da complicação em que se encontravam. Isto até o som das armadilhas a destrancar começar a ouvir-se.

Um grupo de alunos juntava-se em frente ao portão.

– Devemos atacar? Eles estão a aproximar-se.

– Onde está o Diretor? Ele não devia estar aqui connosco?

A sensação de uma aura negra a aparecer por detrás deles faz com que se arrepiem. Com aquela intensidade só podia ser uma pessoa e até já se podia imaginar a razão.

– Onde?

Hinaichigo chega perto deles a tempo de perceber o que se passava. Os olhos pedintes dos presentes suplicavam por ajuda.

– Anne, o que se passa? – Pergunta a rapariga.

– Onde é que está aquele velho pedófilo? Estamos a ser atacados e ele está por aí a vadiar!

O barulho do motor de uma moto interrompe as conversas.,

Todos suavam frio com a perceção do que aconteceria a seguir.

A moto saiu da garagem da escola com Sakai Ryu a conduzir. O ar alucinado dele só enervava mais a rapariga de Red.

– Diretor!

– Estou saindo meninos! Deixo tudo nas suas mãos Miss Anne! – E com isto Sakai arranca a fundo atropelando alguns inimigos pelo caminho.

– Mas que merda?!? Volte aqui seu maldito!

Meia dúzia de homens desconhecidos atravessam o campo de visão deles. O inimigo já ultrapassara a linha de armadilhas.

Anne toma a frente do grupo. Com toda a raiva acumulada por causa do Diretor irresponsável quem se metesse contra ela naquele momento iria arrepender-se.

Como se não bastasse, um sussurro do outro lado em que comentava que eram apenas “crianças” chega aos ouvidos dela.

– Eles chegaram. E agora?

– Morram.

***

A velocidade em que Black se tornava um mar vermelho espantaria até o Deus da Guerra.

No campo da frente risos loucos ouviam-se por todo o lado. O que deveria ser assustador, para aquelas pessoas não passava de puro divertimento.

Em cada canto e esquina ocorria uma luta e consequentemente uma morte ou mais.

Até àquele momento nada se diferenciava das noites na cidade e na verdade os inimigos até não eram assim tão fortes. A confiança começava a tomar conta deles e os mais velhos temiam pelo que aí vinha. Ninguém se envolveria numa luta que não podia ganhar por isso acreditavam que havia alguma carta na manga que eles desconheciam.

E enquanto a confiança aumentava mais alguém morria aparentemente sem explicação.

Continuavam sem ligar àquelas evidências até que de um passaram para dois, e para três até que por um inimigo morto morriam quatro ou cinco membros da cidade.

E finalmente, no centro de Black, onde estavam os chefes, aparecem os mais temidos. As mentes por detrás do ataque. Os verdadeiros inimigos.

Notas finais
Sem previsão para o próximo...