Zombies Vs. Estudantes
6 Prisoneiros de Canibais
Notas iniciais
Eu nao poderia deixar de postar esse capitulo , afinal, esse é um dia muito importante pra mim, hoje eu completo 13 aninhos. Ta ai meu presente pra vocês ^^.
POV – Joao
Chegamos, o mercado estava a nossa frente, a rua parecia limpa. Mas eu acho que alguém já passou por ali, os vidros foram cobridor por tinta preta, a porta dupla estava trancado do uma corrente.
Marcelo: Trouxe o alicate Matheus?
Matheus: Claro que sim.
Joao: Me de, deixe que eu vá.
Victoria: Irmão, você tem certeza?
Eu apenas confirmei com a cabeça e fui até a porta, eles ficaram alguns metros atrás. Se alguém tinha que se ariscar, sou eu.
Eu arrebentei a corrente e empurrei a porta, botei o alicate no chão e empunhei minha arma, entrei devagar e liguei a lanterna.
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Joao; O-oque aconteceu?
Eu acordei estava sentado em uma cadeira e amarrado com força. Minha visão estava meio embaçada, eu conseguia apenas a ver uma silhueta feminina parada na minha frente.
Depois de uns minutos a tontura passou e eu pude ver melhor, na minha frente tinha uma garota parada olhando pra mim, ela estava com um prato de sopa quente em suas mãos.
Garota: Você esta com fome garoto?
João: Q-quem é você?
Garota: Você parece estar com fome, tome, eu vou te desamarrar pra você poder comer.
Ela largou o prato em uma mesinha e correu para me desamarrar. Depois que ela me desamarrou, levantei rapidamente e corri até a porta.
Trancada, eu já devia imaginar. Me voltei a garota e peguei o prato de sopa e comi.
Matheus: Quem é você, fale logo!
Garota: Meu nome é Fernanda, mas pode me chamar de Fê.
João: Ok, Fê. O que eu estou fazendo aqui?
Fê: Você foi preso, como eu.
João: Preso? Como assim preso?
O que ela quis dizer com “você foi preso”? Em pleno holocausto apocalíptico, e eu estava preso?
Fê: Sim, preso. Esse bairro esta sendo comandados por um grupo de sobreviventes, eles dominaram o mercado, farmácia, o posto de saúde do bairro, e outros lugares. Eles esperam até outros sobreviventes entrarem nos lugares onde eles estão e então...
Ela parou de falar, seu rosto ficou triste e ela começou a chorar.
Fê: Eles fizeram isso com meus amigos, vão fazer com nós também...
João: O que eles fizeram? ? fale, o que eles fizeram com seus amigos? O que eles irão fazer conosco?
Fê: Eles vão nos comer...
Oque, o que ela estava falando? Eles eram canibais?
João: O que você quer dizer com isso?
Fê: É exatamente o que você esta pensando, eles são canibais! Eles nos mataram e se alimentaram de nós!
O que faria pessoas civilizadas a se tornarem canibais? Bom, mas pra fazerem isso, eles não devem ser nada civilizados, o que levaria uma pessoa a atos de canibalismo?
Fê: Quando eu fui capturada, eles me “explicaram” porque deles estarem fazendo isso, falaram que a falta de alimentos os forçou a fazer isso.
João: MAIS ISSO É UM ABSURDO!!! Eles poderiam procurar mais comida em outros lugares, meu grupo esta sobrevivendo desde o inicio assim.
Fê: Como se isso fosse fácil pra eles. Eles tem medo de ir procurar comida e enfrentar zumbis, eles acham que capturar os vivos é mais fácil.
João: Meus amigos, minha irmã. Será que eles ainda estão vivos?
Fê: Se eles não foram capturados e virados sopa pra canibal, podem ter chance de estar vivos.
João: Nós precisamos sair daqui.
Fê: Como? Nos estamos trancados. Tem uns dois homens na frente da porta de guarda, eles só abrem a porta pra trazerem comida pra mim.
João: Nós precisamos achar algo pra usar como arma, então na próxima vez que eles abrirem a porta, nós os atacamos.
Fê: Não temos chances de vitória.
João: Idai? É melhor morrer tentando, do que morrer sem tentar, não concorda?
Ela apenas concordou, passamos o resto do dia procurando algo que poderíamos usar como arma, encontramos uma corrente de aço bem grossa e um taco de Beisebol, seriam perfeitos.
No dia seguinte, quando vieram trazer o “almoço”, nós não fizemos nada, mas no outro dia, nós botamos o plano em pratica, eu amarrei a corrente no bastão, quando o homem que trazia o “almoço” chegou. eu o ataquei pelo lado, acertando a cabeça dele. Ele cai no chão com a cabeça amassada. Peguei a arma que estava em sua cintura e nós saímos correndo, ataquei o guarda com o taco rapidamente.
Eu e Fê fomos correndo pelo corredor, eu estava assustado, eu não matei nenhum vivo aquilo foi estranho. Eu ainda tive que matar alguns vivos pra sair. Nós descemos as escadas e fomos pra o primeiro andar do mercado.
Quando chegamos no primeiro andar, paramos e ficamos meio que... Assustados. As prateleiras estavam cheias de cabeças de pessoas, talvez eles deixassem as cabeças de “premio”, não sei como explicar aquilo.
Fernanda não pode conter e vomitou, eu também vomitei, aquela cena era realmente horrível (n/a: eu sei, sou péssimo em fazer cenas de terror). Ela teria ficado lá parada o dia todo se eu não tivesse a puxado, em quanto eu corria pelos corredores cheios de cabeças, eu reconheci uma.
A cabeça de uma garota loira, com um buraco na cabeça, eu parei e fiquei olhando pra ela. Lagrimas saíram de meus olhos, eu cai de joelhos no chão e chorei muito.
Eu ouvi alguns gritos, olhei pro lado e vi alguns homens correndo em minha direção com facões nas mãos. Eu não conseguia levantar, eu estava em choque.
Fernanda me puxou pelo braço e gritou alguma coisa, eu levantei e corri pra fora do mercado. Por sorte, lá fora não tinha nenhum zumbi, corremos alguns quarteirões até despistar os homens, entramos em uma casa vazia e ficamos lá.
Eu entrei lá e cai sentado no chão, comecei a chorar mais ainda, não podia acreditar que ela havia morrido.
Fê: Aquela garota, quer dizer, aquela cabeça, é a sua irmã?
CONTINUA...
Notas finais
deixem comentários, eles me deixam motivados a escrever.
amanha posto o proximo capitulo
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