Zombies Bleeding...
1 Capítulo 1
Notas iniciais
Ela acorda exatamente um segundo antes do despertador tocar, o motivo era os sonhos de sempre: gente morta andando como se estivessem vivos. Ela não sabia por que sonhava com tais seres, talvez fosse a mente fértil. Dália se levanta e vai ao banheiro, olha no espelho e vendo a aparência sorri meio fraco, ela então tira o baby doll e entra no chuveiro, sai minutos depois e volta pro quarto já vestida; Calça jeans, regata preta, jaqueta e tênis.
Andrew: Dália acorda! Já tá na hora!!
Dália: Já vou mãe!!!
Um minuto depois desceu as escadas com a mochila já nas costas.
Andrew: Vamos sente-se para tomar café...
Dália: não precisa, como no caminho, preciso chegar cedo... – Falou pegando uma panqueca e saindo. — Bom dia pra todos!!
*****
Dália chega no colégio e dá de cara com Sebastian indo para a biblioteca, ela pensou em não ir mas precisava porque queria pegar o livro de que tanto esperava. Pois bem, Dália pensou e escolheu em ir pra lá.
Sandra: Ora, ora, ora... Olha quem é que tá ai? A esquisita. – Dália pensou que era Sebastian, mas viu que era uma voz feminina e enjoativa.
Dália: Ora, ora, ora... e olha quem tá ai? A puta que não sabe pra quem deu ontem... – Falou rindo ironicamente. – Dá o fora Sandra!
Sandra: Sai você sua imbecil!
Dália: não vou discutir com quem não tem cérebro!
Sandra: cala a boca sua burra! Sem cérebro é você, até parece um zumbi!
Dália: ah uma jaula! Vai dar pra alguém, vai sua burra!
Sandra: ah... Se você não se importar eu poderia ‘’dar’’ pro teu namoradinho aqui não acha? – disse ela se aproximando de Sebastian que estava pegando um livro na estante, e em seguida puxou ele e colou seus corpos. – Não é?
Dália: Dane-se você e esse merda!
Sebastian: WOW me respeita baixinha! Não sou esses teus amigos não!
Dália: Foda-se Sebastian! Foda-se!
Sebastian: Cala a tua boca Dália! Vai te ferrar fedelha!
Dália: Vai tomar no teu c*!
Sebastian: quer saber Sandra? Ela não se importa não. – Falou pegando a loira pela cintura, ele olhou para Dália e beijou Sandra como vingança pelos xingamentos. Dália ficou parada e com ódio dos dois, quando faltou ar pro Sebastian eles se desgrudaram e ele sorri como se estivesse zombando de Dália.
Dália: Quer saber ligo mesmo não! Se comam que eu não vou estar nem ai! – Falando isso apareceu Dona Lurdes a secretária da biblioteca.
D. Lurdes: Oh Dália?! Você veio pegar o livro? Espere um momento que eu já o trago para você!
Dália: Não! – Retrucou agressiva. – Fica pra depois. – Falou pegando a bolsa e saindo.
D. Lurdes: Tem certeza? Mas ele só vai ficar aqui até este dia.
Dália: Então enfia ele no c*!!!! – Disse já no corredor. – E SAI DA MINHA FRENTE!! – ela gritou com um nerdzinho de óculos.
*****
Na sala Dália entra bufando de raiva e logo atrás Sebastian e Sandra. Dália era assim mesmo, agressiva desde pequena, mandava todo mundo ir pro inferno. Sebastian sabia que ela ia ficar assim, como uma bomba nuclear que todos tem medo de mexer, todos menos ele, mas fez mesmo sabendo disso.
A aula tinha começado e ele fitava Dália, ele gostava quando ela tinha esses ataques de ciúmes, por mais que ela tentasse esconder ele sabia que era ciúmes que ela sentia. Por instinto natural eles colocaram os fones de ouvido (Ela escutava Bleeding Heart do Angra, e ele Da sua maneira do Capital inicial) por que não queriam prestar atenção na aula. Duas horas depois toca pro almoço, todos saem da sala menos eles, uns segundos depois pra quebrar o silêncio Sebastian grita:
Sebastian: Ei baixinha!? Tá me escutando?
Dália: Vai se ferrar!
Sebastian: Ótimo, tá me escutando. Então porque que naquela hora você ficou com tanta raiva?
Dália: Vai se ferrar! – Ela retrucou saindo da Sala e ele foi atrás dela. Estava tudo silencioso e o estranho era que não tinha ninguém nos corredores. Ela andou até o ginásio e ele foi atrás dela sempre a chateando, e de repente Dália vê algo muito estranho no ginásio e se esconde atrás da porta, puxando, é claro Sebastian.
Todos os alunos estavam em fileiras como se fossem marchar no exército, todos mesmo até os professores, e supervisionando estavam o governador e vários militares, naturalmente a mando do governo, o diretor (Que por sinal era um completo maluco, era um cientista muito renomado, mas perdeu vários critérios por testar vacinas e outras substâncias que o governo não autorizava em vários animais, recentemente ele estava fazendo pesquisas que iam contra a ética da ciência) estava ao lado do governador com um ar totalmente de superioridade.
Sebastian: Ei o que é que eles estão fazendo? – Disse apontando para a cena lá no pátio. Os militares começaram a aplicar vacinas nas pessoas e iam liberando elas, acabado tudo todo mundo voltou para as salas e os militares e o governador foram embora, mas Dália e Sebastian continuaram no corredor.
Dália: Mas o diretor não avisou de vacina nenhuma? Avisou?
Sebastian: Que eu saiba não. Mas se era uma vacina porque então os militares estavam ai?
Dália: Esse negócio tá esquisito. Vem palhaço. – Dália fez sinal para que ele viesse com ela. No corredor eles encontraram três alunos, Marcelo, Clarisse e Gregory, Marcelo e Clarisse eram namorados e amigos de Sebastian e também de Dália, Gregory era o melhor amigo de Dália.
Marcelo: Ei vocês? O que vocês estão fazendo ai? A gente tava procurando vocês.
Gregory: Bom eu né? Vocês tavam se pegando no banheiro rsrsrssrs – falou apontando pro casal.
Dália: vocês não tomaram a vacina?
Clarisse: Não, e vocês?
Sebastian: Também não.
Marcelo: Vamos voltar pra sala, é melhor depois nós tomamos aquilo.
De repente eles viram alguém todo ensanguentado andando pelo corredor branco, todos chegaram perto daquela pessoa imunda e viram que era Sandra.
Sebastian: Sandra?! Sandra? Pelo amor de Deus o que houve? – Falou correndo na direção dela quase no caminho ele parou porque ela havia caído no chão e agora estava agonizando. – O que houve?
Sandra: Corram... Eles... vão matar.... vo-vocês....
Sebastian:Eles? Eles quem?
Sandra: Os... mo-mo-mortos...
Fale com o autor