Zombie AU 2 - A caçada mortal.
16 Até os confins da Terra
Jack Frost
— Fico feliz que encontramos ela – Falei olhando Alice e Peter conversarem sozinhos perto do celeiro, já tínhamos chegado na fazendo fazia algumas horas e amanhã partiríamos.
— O que aconteceu, Jack? – Rapunzel perguntou de frente para mim. – Não confia mais em mim?
— Ou será que é você não confia mais em mim? – Ela revirou os olhos – Pensei que casamento era confiança.
— E é, mas não era o momento de eu te contar. Eu e Peter combinamos de acharmos a Alice primeiro. Por que não veio diretamente pra mim e disse que estava incomodado com isso? Ficou me evitando.
— Eu sei. Deveria ter feito isso. Mas, vocês estavam me irritando.
— Jack, ou você me conta sempre o que te incomoda ou vai sempre ser assim. Ficar escondendo seus sentimentos e do nada explodindo. – Ela agachou para me olhar nos olhos. – Jack, eu te amo e nunca esconderia algo de você. Se eu tivesse te contado de cara sobre o ferimento do Peter, você iria apressar o resgate e iria ficar de olho demais no Peter e o Tadashi iria desconfiar. – Suspirei sabendo que ela tem razão, mas ela também não tem sido discreta. O Peter contou para eu, Alice, Merida e Hiccup sobre o ferimento, ninguém mais precisava saber só a gente.
— Princesa, vamos esquecer essa historia.
— Tem mais alguma coisa que queira falar, antes da gente esquecer isso?
— Tenho – Segurei em sua mão – Você também não é nada discreta. – Ela sorriu – E eu te amo também – Beijei-a e a cada selinho ela dava um sorriso.
— Hey. – Alice bateu na minha cabeça — Tem criança aqui. – Ela apontou para Nemo sentado na escada com a tia Dory.
— O que vamos fazer com eles? – Honey perguntou.
— Vamos leva-lo com a gente é claro. – Alice falou – O pai e a mãe dele se sacrificaram para ele ter uma chance melhor, eu sai de um laboratório de doidos viva por causa do pai dele, a tia dele sobreviveu a vários experimentos pra conseguir pegar o Nemo. Ele vai comigo, os dois iram comigo.
— Nem sei se conseguimos por eles na instalação no México, as ordens foram... – Tadashi falou, mas foi interrompido por Peter.
— As ordens vão mudar quando vocês e o pessoal do México ouvirem o que eu tenho a dizer. Queriam saber o que eu escondia e agora vão saber.
— Peter – Punzel o chamou – Tem certeza?
— Tenho. Vamos lá, vou explicar tudo. – Eles começaram a andar em direção a casa e eu parei do lado de Merida.
— Ta com suas questões do vestibular ai? – Rimos e entramos na casa.
— Pronto ele dormiu – Dory sentou na cadeira depois de por o Nemo para dormir – Obrigada por me esperarem, a minha memoria é meio ruim, se eu tivesse que prestar atenção em vocês e no Nemo, não ia dar certo – Ela sorriu.
— Ele está seguro. Fique tranquila – Betty falou.
— Pode começar Peter – Woody apontou para ele encostando-se à parede da porta da frente, por quanta das pessoas e o espaço pequeno lá dentro, resolvemos conversar do lado de fora: Na varanda.
— Eu recebi o soro da variante mais forte da cura – Ele contava para os outros que não tinham vivido o que a gente viveu no laboratório. – Tiveram experiências com meu sangue e eu sobrevivi com todas elas: Mas, a última que eu recebi era uma mordida de zumbi. – Ele subiu a manga da blusa e mostrou o machucado agora apenas avermelhado. – Não. Eu não vou virar um. O machucado estava escuro antes e eu podia jurar que sim, eu estava virando um, já que febre e tontura passaram por mim, mas de uns dias para cá Rapunzel e eu reparamos que estava regredindo e ainda está, acho que só vai ficar uma cicatriz.
— Tá dizendo que viemos pegar o paciente zero da cura? – Gogo perguntou firme.
— Isso mesmo! Acho que não era só questão de familia, eu fui o único com a experiência de mordida e acho que eles queriam saber se daria certo.
— Isso é incrível – Lola sorriu. – Gatinho você ficou com ciúmes da sua esposa com ele é? Merida me falou que sim – Merida sorriu sem graça com a Lola falando comigo e eu negando.
— Tá deixando essa garota chamar seu marido de gatinho, Punzel? – Alice perguntou.
— Ah, o Jack é um gatinho mesmo. – Punzel mexeu no meu cabelo.
— Aqui se não quiser levar porrada não quero esse apelido com o Peter. – Todos riram – Ela falou algo assim com você, Peter?
— Alice, a questão aqui não é o quão mais lindo eu sou mais que o Jack. – Peter falou e todos rimos. – A questão é a 2° parte da historia. Do que eu sei. Tinha um grupo de guardas e soldados que queriam combater os zumbis contra zumbis melhores, e não achar uma cura, já que agora para eles era melhor controlar a população do que antes, e esse grupo era liderado por um capitão: Scar. Era irmão do dono do laboratório subterrâneo que vivíamos, e ele causou a confusão lá, jogou granadas e soltou os poucos zumbis que eram mantidos lá para experiência.
— Como sabe disso tudo? – Buzz perguntou.
— Klaus me contou. Ele trabalhava com os guardas e tinha bastante contato com o Scar e quando Scar chamou – o para rebelião, ele não quis, então Scar prendeu-o.
— Mas, ele foi solto e me ajudou – Rapunzel completou.
— Isso nos leva a terceira parte, onde Alice e Dory vão falar. É ai que entra o que acontecia as pessoas a serem sequestrada.
— Scar planejava combater fogo contra fogo – Alice falou. – Zumbis contra zumbis. Ele criou três tipos de seringas: Amarela, azul e laranja. São sustâncias diferentes que entram em contato com nosso organismo, se sobrevivermos a 4 teste, eles fazem o 5° que é uma mordida de zumbi, você se transforma em um.
— Geralmente os experimentos de seringa azul te deixam mais forte – Dory começou – Mas, nem sempre, depende da pessoa e como reagiu a sustâncias, mas eu vi uma vez um resumo no laboratório em que fizeram experiência em mim. – Ela suspirou bagunçando o cabelo preto curto que ela tinha. – Azul geralmente é força, laranja é rapidez e amarelo acho que agilidade.
— Ou seja, os zumbis podem da porrada na gente antes de matar? – Peter comentou.
— Eu não sei, mas o problema todo é que os zumbis de substância não saem distinguir quem é zumbi e quem é gente. Eles só matam e saciam sua cede.
— Quanto tempo ficou lá? – Merida perguntou.
— Quatro doses e sessões de tortura, para vê se eu estava ficando mais forte com a substância azul. Que dia é hoje mesmo? – Dory saiu do ar por um momento. – Cadê o Nemo? – Alice encostou nos ombros dela e a levou para o quarto dizendo para ela descansar.
— Eu acho que aqueles zumbis que eram rápidos e estavam no hotel era um desses – Merida falou. – Eu corria muito e mesmo assim eles estavam perto de mim. – Alice voltou.
— Ela sobreviveu a muitos experimentos que mexeram com a cabeça dela – Alice começou a falar – Deixou ela aérea e lelé da cuca – Peter soltou uma risada e foi até Alice acariciando seu rosto.
— Você também tem que descansar, vamos embora amanhã. – Ele beijou a testa dela e deu boa noite para gente.
— Woody. – Chamei-o. – Tem certeza que não vão com a gente?
— Tenho amigo. Conhecemos em a área aqui, e vamos nos cuidar e esperar quem sabe um dia nos reencontrar.
— Reforce a proteção, ta bem? Fico preocupado com vocês.
— O que vamos fazer com o Síndrome? – Jessie perguntou e seguimos nossos olhares para o celeiro, onde Síndrome estava amarrado.
— Vamos venda-lo e levar com a gente e largar no meio do caminho – Falei. – Vamos lhe dar uma arma e um pouco de água. Não somos animais. – Dei a mão para Punzel. – Boa noite gente.
Ficaria Hiccup, Buzz e Jessie no primeiro turno.
Tinha 6 quartos na casa, contando com o porão e sótão, Lola estava dormindo no sofá, e Gogo no outro, Woody e Beth dormiam em um quarto que depois eles trocavam com Jessie e Buzz nos turnos, no sótão estavam Slinky e Rex, no porão Stelle com seu marido, em outro quarto estava Peter e Alice que trocariam mais tarde com Tadashi e Honey que agora faziam guarda na parte de trás da casa, no 5° quarto estava a Dory com Nemo e Z dormindo e no ultimo: Eu e Punzel trocávamos o turno com Hiccup e Merida.
— Não consigo ficar muito tempo brigado com você. – Falei abraçando-a debaixo das cobertas – Eu te amo demais.
— Não chamaria aquilo de briga. – Ela fez careta – Um desentendimento. – Sorri e beijei-a. Amava aquela mulher demais. – To com saudade do Jamie.
— Eu também. Acha que foi uma boa ideia deixar ele ir? Eles estão parados nos esperando, to tão preocupada. Por mim iria agora atrás dele. – Acariciei os cabelos dela vendo seu olhar preocupante.
— Fica tranquila, a gente vai amanha e vamos acha-lo, e parar de nos separar tanto. – Nos beijamos mais uma vez e transamos.
No dia seguinte Stelle deu à camionete dela para gente, mesmo a gente insistindo que iria procurar um carro, ela ainda deu um galão com gasolina e algumas ferramentas.
— Estamos em abastecidos e ainda temos outro carro, não se preocupem. – Buzz apertou minha mão. – Vão em segurança e avisem se conseguirem que estão em.
— Ou seja deem noticias – Jessie sorriu nos abraçando mais uma vez. – Vamos nos ver de novo.
— Vamos com certeza. – Falei – Punzel! Vamos amor! – Ela tinha ido no banheiro, mas talvez tenha parado para se despedir novamente dos meninos: Slinky e Rex. Ela saiu correndo para me encontrar e abraçou chorando Jessie e Buzz, dando tchau para os outros.
E então nós partimos.
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