Notas iniciais
Só...Deem feedback, eu vou postar todos os capítulos da season 1 mesmo se o feedback não for bom mas eu queria muito uma season 2.

P.O.V. Dylan

Gigi é uma pessoa tão "ogra" se é que me entende, que não consigo acreditar que ela veio chorando da ronda ontem, teve um dia que uma pessoa prestes a se transformar veio correndo até nós e quando Travis foi conversar com ela Gigi pegou uma AK-47 e lhe deu um mata-leão.

No fim Gigi cortou as tripas dela e a enforcou, mas não posso culpá-la, cheiro de zumbi no corpo é sempre bom, pelo menos para mim que vi The Walking Dead. Não, não é tempo de referências geeks, preciso me vestir para falar com Travis e ver se ele tem algo para hoje.

— Cadê o Dylan?-a voz de Travis soou abafada por estar no pátio e eu no meu quarto.

— Dylan-falou Luke.

— Dylan?-Gigi perguntou por mim preocupada.

Com muito cuidado subi pela tubulação do meu quarto e saí na do pátio gritando no ouvido de Gigi sem ninguém ver:

— BAZINGA!

— AH... — ela se virou e me deu uma coronhada na testa.

— Ai, merda.

— Isso é pra você aprender que nunca, mas nunca mesmo mexa comig...

— Como eu ia dizendo... — falou Travis com a voz um tom acima do normal para interromper Gigi. -... vamos fazer rondas diárias porque ontem encontramos zumbis aqui por perto... -ele olhou para Gigi tentando consolar ela pelo acontecido-...e todos aqui queremos garantir nossa sobrevivência. Concordam?

— SIM — todos responderam ao mesmo.

— Alguma pergunta?

Eu levantei a minha mão.

— Dylan?

— Por que você é o líder?

— Eu não sou o líder.

— Então por que você que dá as ordens?

— É porque... porque...

— Porque você é melhor que todos?

— Não é que... ahhh...

Fortes batidas e grunidos começaram a vir do portão de ferro.

— Peguem as armas — Nanette murmurou.

— Gigi, já sabe o que fazer — disse Travis, Gigi assentiu com a cabeça, pegou uma sniper e subiu as escadas que davam para o alto da instalação.

— Luke, fique mais para trás, Gigi lança uma 47 pro Luke — Gigi jogou uma AK-47 para Luke e Nanette ficou abraçada nele.

— Vai dar tudo certo pirralha — ouvi Travis falar para Nanette enquanto dava a ela uma pistola silenciada.

— E você Dylan, fique bem stealth tá bom?

— Entendi na espreita, como cobras...

— E eu vou ser o suporte. Gigi, vai.

Gigi puxou a alavanca e o portão subiu.

P.O.V. Gigi

Um cheiro podre impregnou o ar, era difícil de respirar mas fazia parte de ser uma sobrevivente, quantas e quantas pessoas inocentes essas criaturas fizeram de vítimas para se alimentar? Dar o fim nelas não era o suficiente, a cada dia parecia haver mais, a cura seria a única solução, mas não há notícias de seu desenvolvimento, quantas pessoas terão de morrer para que isso acabe?Sem a ajuda de um grupo muito forte nunca conseguiremos a vitória.

Espremido contra a parede Travis aguardava ansiosamente, a sensação de matar aquelas criaturas era prazerosa para ele e quando a sombra do primeiro morto-vivo apareceu no portão às pressas ele apertou o gatilho fazendo uma bala pegar em cheio no crânio exposto do zumbi.

— Que a festa comece – falou Travis.

— Não sei onde ele está vendo a festa – sussurrou Luke para Nanette desviando de um ataque de uma morta-viva que havia acabado de entrar – Sabe, eu te chamaria para sair se você não fosse assim – fez uma careta de nojo ao olhar a morta-viva, quão ele odiava aquelas criaturas, sem delongas apontou a AK-47 na zumbi e um sorriso maldoso apareceu em seus lábios — Tão feiosa.

Com um baque a zumbi caiu no chão.Uma outra zumbi o agarrou pelas costas e estava prestes a morder ele, Nanette apontou a arma e atirou nela.Como uma menina tão jovem era tão boa em sobreviver a um apocalipse zumbi eu não sabia.Ela era uma Clementine da vida, e não foi só o Dylan que viu e jogou The Walking Dead mas acho que isso não servirá de nada, lá tudo era ficção mas aqui, infelizmente, é o mundo real.

Nanette parecia uma atiradora profissional, seus tiros eram friamente calculados.Já Dylan espreitava com maestria entre a instalação atirando nas criaturas com uma crossbow preta.

Eu olhava com muito cuidado pela luneta de minha sniper, era um tiro e uma morte, algumas vezes era um tiro e duas ou três mortes, eu era realmente a melhor no que fazia.

Fui percebendo que tinha algo estranho ali, zumbis não costumavam andar em grupos tão grandes assim de dia e muito menos fazer ataques sem propósito algum contra humanos.Com certeza eles estavam evoluindo.

Notas finais
A história foi feita por mim e por Emmalina Suyane, dá uma passadinha lá;) Não sejam leitores fantasmas, se gostou fale. Você com certeza não gostaria que 100 pessoas lessem suas histórias e só 1 comentar não é?
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.