Zero - Por Trás Da Máscara
4 Capítulo 4: Viagem
Notas iniciais
to morrendo de sono aki
que gostem se não gostarem Ah morre diabo!
Zero agora cavalgava rapidamente ao Norte de Vermécia. À esquerda, estava o Castelo de Gaicoz.
— Vamos ver? – gritou Zero do seu kripar para Oz.
— Sim! Forasteiros se abrigam ali de vez em quando. – devolveu Oz.
Eles então desceram a colina, até o Castelo. Quando Zero desmontou e olhou com mais atenção, era um Castelo lindo, porém abandonado.
— Vai lá ver. – disse Oz sorridente.
Zero então caminhou até o Castelo, abriu as portas silenciosamente, e entrou. Andar por andar, só encontrava teias de aranhas, mas no ultimo, ele viu um vulto, indo para o cômodo ao lado. Zero correu até o cômodo mas estava escuro demais, ele puxou Grandark, alternou para a visão da espada, e observou o quarto. Ele viu um símbolo. Ficou fitando-o, até se mover um pouco para a direita. Zero mandou uma bola de fogo, e tão rápido quando seu pensamento, um objeto se manifestou e segurou a bola. Uma garra, imensa, de Asmodian. E antes de se teleportar, Zero fitou os olhos de um jovem Asmodian com cabelos cor de vinho.
— Merda.
Zero desceu até onde estava Oz, emburrado.
— O que?
— Um Asmodian nojento. Vamos.
Zero montou vermelho de raiva no kripar, e partiu viagem. Zero odiava Asmodians, odiava-os pelo que fizeram com o mundo.
-
Agora estava de noite. Oz e Zero estavam sentados na frente de uma fogueira, de frente para o mar.
— Não sei você, mas eu vou dormir. — Zero então parou de frente para a sua barraca. – Ahn, Oz... Obrigado.
Então ele entrou. Oz sorriu, e se dirigiu para sua barraca do outro lado da fogueira.
Então ele entrou. Oz sorriu, e se dirigiu para sua barraca do outro lado da fogueira.
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Zero estava em pé, com as ondas passando inofensivamente pelo seu pé. Ele pensava a segunda oportunidade que recebera. Ele ia consertar tudo. Ele tinha uma meta. Então chutou a água, e se dirigiu para a fogueira, acendendo-a. Foi até a bolsa, pegou um pedaço de carne, e sentou-se no tronco. Alguns minutos depois, Oz se juntou a ele.
— Bem, prepare as suas coisas que daqui a meia hora nós vamos para Arquimídia. Pegar os registros dos anões.
— Eles vão entregar?
— Não. – sorriu Oz.
Zero se levantou, jogou o resto de comida na fogueira, e começou a desmontar a barraca. Alguns minutos se passaram, eles se reuniram num lugar. Então Oz jogou um objeto no chão, que ligou fios no Zero, Grandark, Oz, e nos dois kripars. Zero sentiu uma sensação estranha, logo depois seus membros sumiram, e tudo ficou preto. Ele agora estava no meio da floresta. Zero montou no kripar.
— Para onde?
Oz retirou uma bússola.
— Venha.
Oz então chutou o kripar, que deu uma guinada e logo depois começou a correr. Os kripars tinham uma excelente visão. Se desviavam com facilidade das árvores. Mas não daquilo que jogou-os para longe. Um Kungji Gigante. Zero voou em encontro à uma árvore, e levantou-se indignado.
— Eu não sabia que eles viviam em Arquimídia. – disse Oz.
— Então será menos um. – Zero sacou Grandark.
— Não! Não mate-o! Ele só quer comida. – Oz abriu a bolsa, e jogou um grande pedaço de carne aos pés do Kungji.
Ele pegou, olhou para Oz, soltou uma espécie de ronronado alto. Depois olhou para Zero, grunhiu, e sumiu na floresta.
— Você tem o pavio muito curto, Zero.
“Eu gosto.”, intrometeu Grandark.
Um guerreiro sabe aproveitar as oportunidades, e mais que tudo, ver as possibilidades. Vamos.
Zero subiu no kripar, sem jeito, e seguiu Oz. Passado várias horas de viagem, Oz parou bruscamente, estavam no fim da floresta.
— O que foi?
— Desmonte do kripar, amarre-os aqui.
Zero amarrou o kripar na árvore. Oz jogou a sacola aberta no chão. Acariciou os kripars, e saiu andando na floresta. Zero seguiu-o, Oz parou atrás de uma grande árvore. Depois seguiu para fora da floresta. Zero contemplou um castelo imenso, o maior que já viu.
— Esta é Mjolnir.
Notas finais
adc la : Fudo-Yusei
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