Zero - Por Trás Da Máscara
1 Capítulo 1 - Recriação
Notas iniciais
Espero que gostem
quero muitos Review's para o proximo xD
quero muitos Review's para o proximo xD
O Vilarejo do Vale era um povoado escondido nos confins do Vale do Juramento, criado como refúgio da guerra que se prolongava na região de Vermécia. Ifrin corria livremente pelos campos, com seu boneco feito de barro, presente da sua mãe. Ele tropeçava, mas não havia problema, pois a grama era macia demais. Ele arrumava o cabelo branco esverdeado quase toda hora, por que senão ele caia por frente dos seus olhos, incomodando-o. Sua vida se baseava por brincar. Estudava na escola da vila, mas ele era muito esperto. Daqui a 4 anos, ele começaria o teste para guerreiros juvenis, já que estava com 14 anos de idade.
– Ifrin! Venha para casa, o almoço está pronto! – gritou sua mãe, Arya, da sua casa.– Já estou indo, mãe! – devolveu Ifrin, de cima da laranjeira.Ele recostou sobre o tronco dá arvore, enquanto estava sentado lateralmente no galho. A laranjeira tinha uma textura engraçada, como se pudesse se esvair em pó à qualquer momento. Passados 10 minutos, Ifrin desceu da árvore, com uma grande destreza.Sua mãe estava sentada na lateral da mesa, enquanto seu pai, Eruel, estava na ponta da mesa.– Paaai! – disse o garoto, correndo em direção ao homem. – Pegou muitos bandidos?– Olá Ifrin, não, graças aos Deuses. O Vale continua secreto, Arya.– Muito bem, Ifrin, vá lavar as mãos.O garoto se dirigiu para o tanque do lado de fora, enquanto lavava as mãos, olhava para o céu. Quando olhou para o limite do vale, viu um grupo de pessoas altas e corpulentas. Ele franziu o cenho, afim de enxergar melhor.– Pai? Venha aqui rapidinho...– Fala filho. – disse Eruel, olhando da porta.– Tem uns homens lá. – apontou Ifrin, com os respingos voando da mão.– Ué, ninguém fica do outro lado do vale. – dito isso, ele caminhou até a terceira casa da esquerda, a casa do seu amigo de vigília, eles conversaram por alguns minutos, depois se viraram para o grupo. Correram para trás da casa, e passaram rápido depois de alguns minutos, montados em kripars (parecem com leopardos, só que maiores e pretos com linhas brancas horizontais).– Fique aí Ifrin! – gritou ele antes de galopar mais rápido.Ele sentou na grama e ficou observando o pai. Sua mãe se juntou a ele, olhando apreensiva.Logo depois, ele voltava galopando, mas seu amigo não vinha junto. Quando se aproximou, tinha um grande corte na coxa.– Entrem... Em... Casa... – disse ele arfando, comprimindo a ferida.Logo depois, entrou mancando em casa, voltou com um cilindro roxo, colocou no chão, e acendeu o pavio. Passados alguns segundos, o cilindro sai voando, e formou uma nuvem cor de vinho. Colocou a espada na bainha, montou o kripar, e esperou os companheiros, que se juntaram rapidamente no campo, então o pai começou a falar.– As... asmodians. Eles nos acharam, o grupo parece ter uns 50 soldados, que já é um numero bastante ameaçador. VAAAMOS! – ele levantou a espada, e saíram em galope, uns 150 soldados do vilarejo passaram galopando por ele.Uma lágrima desceu pelo rosto de Ifrin. “Entre, filho.”, disse sua mãe, puxando-o para dentro de casa. Passando alguns minutos, ouviu-se o som de gritos, não gritos humanos, gritos de guerra numa língua diferente. Ifrin correu para a porta, e quando olhou em direção aos campos, vários asmodians vinham correndo. Não eram 50, eram uns 200. Uma emboscada.– Droga Ifrin! Entre na casa! – sua mãe gritou desesperada.Quando o exército alcançou a vila, um som ensurdecedor foi escutado. Portas sendo arrombadas, janelas sendo quebradas, gritos humanos. Sua mãe correu com ele para o armário de mantimentos, onde os dois ficaram quietos, tremendo. Logo depois, a porta de sua casa foi arrombada. Passados 10 minutos, ela disse:– Eles devem ter achado que não tivesse ninguém aqui, eu vou ver.– Não, mãe! – sussurrou o garoto. – Fica aqui, por favor.– Eu já volto. – ela beijou a testa dele. – Não saia, custe o que custar.Então ela abriu a porta, e saiu sorrateiramente. Então um grito rasgou o silêncio, o grito de sua mãe. Ifrin não se conteve, pegou uma lâmina de cortar carne, e saiu. Na sala, um homem de capa, alto e forte segurava sua mãe. Ele olhou para o garoto, com uma máscara, e uma espada imensa nas suas costas. Ele observou a espada, e então quase soltou um grito. Era a espada da história que lera, a espada mais poderosa do mundo, a Eclipse. Ele jogou sua mãe contra uma parede, e soltou uma bola de energia, que atingiu o abdômen de sua mãe, queimando-o. Sua respiração falhou, então ela ficou imóvel. Ele queimou de raiva. Segurou o facão, e partiu para cima do homem, que desviou o ataque e socou o peito de Ifrin, que voou por alguns metros. Ele ficou de quatro, cuspindo sangue, então um chute acertou suas pernas, e ele caiu de costas.– Mi... misericórdia. Por favor.– O que? Misericórdia com um rato como você? Eu não sinto pena. E você é ridículo, deveria se chamar Nada, ou até mesmo Zero.
Um silêncio rápido, e depois o homem segurou na gola de sua camisa, encarando-o. O garoto ainda segurava a faca, a aproveitou o momento. Enterrou-a nas costas do homem, que logo largou-o, e ele correu para fora da casa, olhando pela última vez para sua mãe.Correu como nunca antes para os campos, mas uma explosão surgiu na sua frente, fazendo-o desviar de caminho, e logo após algo acertou suas costas, e ele caiu de cócoras no chão. Olhando para trás, viu que o homem andava com a Eclipse na mão.– Você está tirando meu tempo, verme. – logo após, a ultima visão que seus olhos viram foi a grande arma vindo em sua direção.
Notas finais
quanto mais Review's eu posto o proximo capitulo!
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