Notas iniciais
Ultimo gente

- Acabou. E agora? O que faremos? – Zero coçava a nuca. Aquele foi um dia significativo, onde Zero, pela primeira fez, tomou a escolha certa.

Nada de caça, nada de guerras. Ele não queria isso. A paz lhe abandonara nessas horas. Agora, ela voltou. Narya. Como isso aconteceu? Como que um sentimento tão importante simplesmente some? Isso não aconteceria novamente. Não. Grandark compartilhava os mesmos sentimentos.

— Grande dia. – Sieghart se juntou a ele – Não pude deixar de ouvir o que Duel disse. Cacete! – ele socou a terra – Foi tudo culpa minha.

Zero não entendia.

— Como assim?

— Isso é coisa de 600 anos atrás. Calnat. – ele olhou para Mari – Ela vem de lá. A ultima calnatiana. Eu tinha acabado de atingir a imortalidade, e as Grandes Guerras estavam no ápice. Os asmodians queriam seu espaço, mas os humanos teriam que cedê-lo. Não fizemos. – ele esboçou um sorriso, jovem, pensador – Lutamos, assim como Duel. Aquela garota, Edna, eu não deveria tê-la caçado. Mas, eu era orgulhoso.

— Ainda é. – Zero riu.

— É, pode ser. Espero que, aonde quer que ele esteja agora, que tenha me perdoado. A guerra não é boa, mas não podemos ceder tudo a todos. Lute pelo que você acredita, sempre.

— Entendo. – Zero levantou-se – Obrigado, Sieg. Nos vemos por aí.

— Vai partir?

— Sim. Meu objetivo está concluído. Não necessito mais de guerra.

— Você é um grande garoto, Zero.

Ele sorriu. Por trás das cicatrizes, por trás das batalhas, ele agora vivia em paz. Zero não necessitava mais de sangue, porque, por trás de sua máscara, olhos sonhadores procuram por uma nova vida.

Notas finais
Ate a proxima
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