Zero - Por Trás Da Máscara
2 Capítulo 2: Grandark se completa
Notas iniciais
Oz caminhava pelos restos do vilarejo. Ele olhava tudo aquilo abismado, parecia que foi pisoteada por um Deus. Ele estava à procura de um sobrevivente. Andava com algo protegido entre mantas, preso nas suas costas com cintas de couro. “Ande logo com isso, verme. Não agüento ser incompleto”, disse o objeto nas suas costas, impaciente.
— Calma, calma... – disse ele olhando atentamente à tudo a sua volta.
Então quando ele passou pelos campos, o objeto reluziu. “Está aqui, o que me completa. Me solte.”, disse o objeto agora com determinação. Então Oz soltou o objeto no chão, e as mantas começaram a queimar. No lugar das mesmas, estava uma espada, linda, com um olho verde piscando freneticamente. “Agora me pegue, velho, e siga minhas ordens”, dizendo isso, Oz segurou a espada com dificuldade. “Aquele garoto, o de cabelos brancos esverdeados, eu vejo potencial”, disse a espada.
— Mas, ele está morto... – disse Oz triste.
— Não importa! Pegue-o, e vamos para casa! – gritou a espada.
O homem se aproximou, tocou o garoto no peito, e murmurando algumas palavras, eles sumiram. Espada, Ifrin e Oz.
Agora eles estavam numa caverna, com muitos aparelhos mágicos e uma cápsula. O homem levou a espada até a cápsula, para colocá-la lá novamente. “Não ouse me colocar aqui! Coloque o garoto!”, disse a espada com determinação. Então Oz segurou o garoto, e com dificuldade, colocou-o no cilindro. Logo depois apertou alguns botãos mágicos no aparelho ao lado, e a cápsula se encheu de um líquido viscoso, e fios que grudaram no garoto. Logo após, o senhor passou a mão na testa, e se sentou num banco. “Não descance! Trabalhe!”, disse a lâmina, então ele se levantou, e começou a recriar o garoto.
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Passados vários meses, Oz continuava trabalhando, tentando remontar DNA, e fazer o coração bombear sangue novamente. Até que ele olha para as linhas de luz na cápsula com espanto.
— Como não pensei nisso! – Então ele remontou a linha usando os dedos, e um barulho foi ouvido. Outro. Outro. Os barulhos de batimento cardíaco. Logo depois o garoto começou a ficar desconfortável, levou as mãos no pescoço, e começou a agoniar. “Ele precisa de ar! RÁPIDO!”, gritou a espada. Rapidamente Oz levou as mãos nas trancas, e com um puxão, o garoto caiu do cilindro, junto com todo o líquido que lá havia.
Ele arfava, puxando ar extra para seus pulmões. Seus olhos estavam grudados pelo líquido, ele não conseguia abri-los. Então Oz pegou um pano e se dirigiu ao garoto.
— Calma, calma. Está tudo bem – disse Oz limpando o rosto do garoto – Abra os olhos.
Mas quando ele os abriu, uma visão horrível correu até Oz. Suas órbitas estavam brancas, ele então caiu para trás, e começou a se remexer.
— Lu... LUZ! MEUS OLHOS, NHYAAAAAA!
Oz correu até ele, e amarrou o pano em seus olhos, como uma venda.
— Melhor?
— Si... sim. Onde estou? – disse ele, apalpando o ar – onde está minha mãe?
— Sua mãe? Ó, você não se lembra?
E foi aí que o ódio percorreu o corpo de Ifrin.
— AQUELE... MALDITO!
“Gosto do seu estilo, garoto...”, disse a espada no canto em que estava encostada.
— Quem é você?
“Meu nome, é Grandark. E eu lhe escolho para me empunhar.”, disse Grandark, calmamente.
— Mas ele precisa enxergar. – disse Oz, que se levantou e foi até a mesa.
“Mas quem é você? Quem tem tamanho poder dentro de si?”, perguntou Grandark à Ifrin.
Então o garoto enrijeceu. Pensou de tudo que o homem havia feito.
— Meu nome? Eu não tenho nome. Eu sou Zero.
Notas finais
Zero : eu vou atras de vocês!
ROOY : Vish >.
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