Z.N.S. - Zonbi no Sekai
1 O encontro
Notas iniciais
Depois de tanto tempo sem escrever algo meu, aqui estou! lhes trazendo uma fanfic!
Bem, como já devem ter lido na sinopse! A fic é sobre zumbis. Estava em casa sem fazer nada, e aquela vontade de escrever sobre zumbis apareceu de novo. Bem, a primeira vez que eu tive essa vontade nao sai muito bem a fic.
Sem mais delongas! Obrigado desde já! e boa leitura.
Há duas semanas, o mundo sofreu o maior e a mais mortal epidemia da história da humanidade...
Tudo começou quando um cientista maluco perdeu sua mulher. A tristeza foi tamanha que o levou a criar o vírus que trás os mortos à vida. Mas o experimento deu errado, e agora os que ressuscitaram são canibais irracionais sedentes por carne viva.
Nossa história gira em torno de três jovens que, por ironia do destino, se encontraram e agora lutam pela sobrevivência nesse inferno na terra.
00000000000000000
O Encontro
Duas semanas se passaram desde o acidente no laboratório. As autoridades tentaram combater os mortos na primeira semana, mas infelizmente perderam, e a cidade foi tomada, logo no termino da segunda semana todo o Estado. O vírus se espalhava rápido.
Voltando a cidade onde tudo começou, o primeiro jovem se encontra no prédio onde morava.
-Droga. Já faz duas semanas desde que tudo começou, e a situação, só vai de mal à pior.
O garoto falava olhando pela janela do apartamento.
O garoto era esperto, fez uma barricada na única escada que levava aos andares, e usou os elevadores para sair e entrar no prédio, no entanto todos os moradores do prédio, incluindo seus país não estavam no prédio. O garoto estava doente quando começou tudo, e seus país acharam que o menino estava infectado, como não tiveram coragem de matar seu próprio filho, o deixaram no prédio. Todavia o jovem não sabe disso, e fica se perguntando por que foi abandonado.
O garoto olhava para fora do prédio, sempre com a mesma pergunta na cabeça. “Porque me abandonaram?”, mas logo seus pensamentos foram interrompidos pelo barulho na rua, onde outro garoto corria de uma horda de zumbis.
O menino corria olhando para trás. Carregava consigo uma mochila nas costas enquanto atirava com uma sub-metralhadora, o que não era uma boa idéia já que os zumbis eram atraídos pelo som.
“Não é da minha conta! Nesse mundo é cada um por si...” – O jovem no prédio pensava tentando ignorar o garoto.
Mas o garoto lá em baixo atirava mais e mais, deixando o jovem no prédio ainda mais agitado.
“Tanto faz...” – O jovem falou indo até a janela. “ Não atira!” – Ele gritou tentando chamar a atenção do garoto lá embaixo.
E com sucesso, pois o garoto que estava correndo percebeu o jovem no prédio, e pediu ajuda. Então o menino correu até o elevador que era o único modo de entrar e sair do prédio. Enquanto descia, segurava duas facas de cozinha, e uma pistola de policial que havia pegado enquanto vasculhava um supermercado.
O jovem na rua acelerava o passo para chegar até o portão do prédio, mas logo foi cercado por vários zumbis. Seu coração estava acelerado, e sua respiração ofegante, fazendo os zumbis saberem sua localização.
-Droga, vou morrer aqui...
Os zumbis eram lerdos, mas tinham tantos que passar pelo meio deles era não era a melhor opção. Todavia, nesse mesmo segundo o jovem do prédio deu três tiros para o alto, tirando a atenção deles, e se voltando para o atirador. O garoto avançou para cima dos zumbis com as duas facas, cortava os primeiros, e empurrava os demais, enquanto que o outro dava a volta nos zumbis que o cercavam.
Logo o garoto percebeu que o outro já estava ao seu lado, então se pôs a correr até o portão. Os dois jovem entraram no elevador, o mesmo começou a subir. O garoto avançou com a faca no pescoço do outro jovem.
- Foi ferido por algum deles?! – O jovem perguntou com um olhar serio.
- Não! Eu estou bem! E tira essa faca do meu pescoço.
-Desculpa. Meu nome é Athos, prazer te conhecer.
-O meu é Thiago, prazer!
Os garotos se apresentaram com um aperto de mão.
A porta do elevador abriu e os dois saíram, Athos andava até um dos apartamentos do andar, mas Thiago o chamou.
-Athos, percebi que o elevador ainda funciona, mas toda a cidade não tem energia. Como você fez para manter a energia?!
-Nesse prédio existem geradores de energia na cobertura, mas para fazer funcionar preciso usar gasolina. Por sorte ainda havia combustível para um mês, mas como só tem eu aqui, e uso pouco. Consigo deixar por muitos meses.
-Entendo.
-É só você? Ou estava com um grupo? – Athos perguntou abrindo uma porta de metal.
-Não, apenas eu e mais um sobrevivente, nos encontramos no começo da epidemia.
Athos não falou mais nada depois disso, apenas fechou as janelas, para acender a luz.
-Porque está fechando?
-Para outro sobreviventes não verem as luzes acessas. Quer ver um filme? Tenho uma Tv, DVD e todos os filmes de uma locadora daqui de perto.
-Não, pois hoje corri muito o dia todo de zumbis. Pode comer as coisas que tem na mochila, mas eu já vou dormir.
Thiago então deitou na cama que tivera no quarto. Enquanto Athos saiu do apartamento vendo se as armadilhas estavam todas certas. Quando terminou, pegou uma cadeira de praia, um binóculos, e um saquinho de salgadinho, uma lata de refrigerante e uma lanterna forte, e se dirigiu para a cobertura.
Ao chegar sentou na cadeira, e começou a ver os prédios, as ruas. Tentando achar outro sobreviventes, e obter informações de como os zumbis se comportavam.
-Idiotas como sempre, mas mortais. – Athos falava observando os zumbis caindo de prédios sem nem ao menos ligarem, ou gritarem.
O jovem bebia refrigerante enquanto observava os prédios. De repente começou a ver luzes na janela das escadarias de um prédio não muito longe. As luzes iam subindo até chegarem à cobertura, então um garoto saiu de lá, estava cansado, e ofegante. O jovem carregava consigo, uma lanterna, um bastão de baseball de ferro, e uma mochila. Athos apontou a lanterna forte para o garoto, e começou a ligar e desliga a luz, assim chamando a atenção do jovem. E assim que conseguiu, o garoto começou a mexer na mochila, e pegou um binóculos para ver de onde vinha a luz.
Athos correu para dentro do prédio, e pegou uma lousa de vidro, e a caneta, pois sua vizinha era criança e brincava de escolinha. Voltou à cobertura, e escreveu algo, levantou para mostrar o que era para o garoto, e o outro jovem viu.
“Qual é o seu nome? Precisa de ajuda?”
O garoto pegou o notebook que estava na mochila, e escreveu algo também em letras grande, então levantou e mostrou para o Athos.
“Meu nome é Pedro! Os zumbis estão bloqueando a escada, e não posso sair, pois só tenho esse bastão.”
E então Athos escreveu mais uma coisa.
“Está sozinho?”
E o Pedro respondeu.
“Mais ou menos, meu colega sumiu hoje quando foi pegar comida!”
Athos escreveu algo antes de ir embora.
“Não se preocupe”! Irei ai te buscas!
Notas finais
E ai gostaram?! Mereço review *--*
Bem, irei postar o próximo capitulo na semana que vem.
Tentarei postar um capitulo por semana, mas se o coração apertar, acho que posto dois por semanas.
Abraços
XD
Fale com o autor