Yuiitsu No Reigai

21 Capítulo 21 - Kōzan


Notas iniciais
Yooooooooou've got to hide your love awaaaaay~ ♫
Ahem... Yo chibis ^^ Como vão?
Adivinha o que trouxe para vocês? SIM, FAIR LADIES, MAIS FOFURA! Não ia postar hoje (nem ideia eu tinha para o capítulo!), mas então fiquei sem net o dia inteiro, basicamente, e decidi escrever. OUVINDO BEATLES, POIS MEU MENINOS DE LIVERPOOL SÃO UMA FONTE DE INSPIRAÇÃO INESGOTÁVEL ♥ ~LAY DOWN YOUR AAAAAAARMS~ ♫ *PARE IERO!*~ E porque meu vizinho me acordou ouvindo funk, então eu tenho direito de ouvir meu Fab4 u_u
Enfim, vejo vocês lá embaixo :3 O tanoshimi

Capítulo 21

Kōzan

鉱山


A manhã estava quase tão fria quanto à do dia anterior; A neve permanecia a cair com sua graciosidade, tingindo de branco a cidade de Winchester. A lareira na Wammy’s House permanecia acesa, a chama de diversas tonalidades cada vez mais alta; A despeito disso, o frio não cessaria com tamanha rapidez. Mas o frio passava despercebido – ou até mesmo era apreciado – pelos dois garotos que residiam no último quarto do dormitório masculino do orfanato; Nada apagaria a flamejante chama de amor no coração do loiro e do ruivo.

– Finalmente consegui, Beyond. – Mihael, sentando-se na própria cama, disse em tom baixo; Em seus lábios pendia um sorriso apaixonado e em seus olhos havia a incredulidade de que algo ansiado por ele por anos havia por fim chegado e com um resultado que ele nunca acreditou ser possível. Beyond se sentara na cama do ruivo – que se encontrava no quarto frente ao deles, uma vez que necessitava falar com Nate sobre algo – e pousou os olhos escarlates no loiro, uma de suas sobrancelhas arqueadas e nos lábios um sorriso de lado.

– Conseguiu o que? Convidar Matt para sair sendo que em sua mente havia outro sentido além de apenas um passeio entre amigos? – Ele riu baixo e Mihael revirou os olhos, embora ainda sorrisse.

– Não, não só isso... – Ele não conteve o forte brilho que se apoderou dos orbes azuis e as bochechas avermelhadas; Apontou com o indicador para os lábios finos e riu baixo novamente. Beyond, que até então não compreendia, arregalou os olhos, deixando os orbes escarlates ainda maiores e brilhantes. Levantou-se com pressa e incrédulo caminhou até Mihael. Segurou em seus braços e o loiro rira mais alto.

– Você está mentindo, não? Não chegamos em 1º de abril, ainda estamos no segundo dia de fevereiro!

– Não, não estou mentindo. Eu finalmente fiz o que esperei por tantos anos. – Ele sorria. – Não percebeu que eu estou sorrindo desde que cheguei com Matt?

Beyond permaneceu em silêncio por um pequeno tempo, embora logo em seus lábios fosse desenhado um sorriso. Abraçou Mihael, envolvendo o pescoço deste com um dos braços.

– Tem ideia do quanto esperei isso? 11 anos, Mihael Keehl! – Ele tentava conter o tom de sua voz. – Parabéns, Mello, por ser o mais demorado em se declarar e por ter finalmente conseguido!

– Mais demorado em se declarar? Acho que se esqueceu de alguém que logo na primeira troca de olhares ficou extremamente vermelho e se ofereceu para apresentar a Wammy’s para certa pessoa. – Mihael sorriu e Beyond corara de leve, embora sua palidez resaltava o tom, o deixando forte.

– M-Mas você demorou demais, e vocês sempre se gostaram!

– E com vocês é diferente? – O loiro o fitou com tédio e o moreno franzira o cenho.

– Claro que é! Acha mesmo que eu tenho chance com uma pessoa tão certinha e calma?

– Eu sou sério, me irrito por qualquer coisa e não hesito em fechar o punho e acertar alguém que machuque as pessoas importantes para mim ou que insistem em brigar comigo; Matt é a pessoa com o coração mais puro e inocente que conheço. Temos muito em comum, mas também somos bem diferentes.

– É, mas... Mas vocês nasceram destinados um para o outro, sempre se completaram e fim! – Ele disse rápido, sacudindo a cabeça com força. Mihael rira e meneara a sua. – Mas enfim, como foi? Como aconteceu? – Disse em tom ansioso. Mihael suspirara apaixonadamente.

– Foi incrível, mágico... Senti tantas coisas que ainda acho que tudo isso não passa de um sonho! – Mail mexia os dedos com ansiedade, enrubescido e com um sorriso inocente estampado nos lábios. Nate sorria de leve, sentado em sua cama, onde o ruivo permanecia ao lado.

– Bem, é real, mas ainda assim não deixa de ser um sonho. Sonhos são mágicos e especiais, e aposto que nada foi tão mágico e especial quanto isso. – O albino disse em seu costumeiro tom baixo e Mail assentiu, os orbes verdes brilhando.

– É apenas menos mágico que o momento que o conheci... – O ruivo suspirou, apoiando a cabeça em suas mãos, os cotovelos no batente da janela. Desenhava na janela embaçada com o dedo indicador, e vez ou outra ria. – Ah, Near, eu fiquei ainda mais bobo e apaixonado!

O menor riu de leve, meneando a cabeça.

– Essa é a graça de amar alguém, não?

– Ah, sim... Acho que se não houvesse essa inocência não seria amor. – Mail disse calmamente, se afastando da janela e se aproximando de Nate, sorrindo. – Mas e você?

– Eu? Fico feliz por vocês dois terem finalmente percebido que os sentimentos de vocês eram mútuos. – O menor fingiu não entender o real sentido da indagação do ruivo, que riu, meneando a cabeça.

– Você sabe muito bem o que eu quis dizer, mas, enfim, e vocês? – Nate corara fortemente, desviando o olhar.

– Ainda insiste nisso, Matt? Sabe que não é possível...

– Eu insisto no que acredito e o no que é verdade. Near, acha mesmo que eu te enganaria sobre isso?

– Talvez você esteja enganado. – O outro disse em tom baixo e o ruivo revirou os olhos.

– Por Merlin, isso é complicado... Como vocês me aguentaram por todos esses anos? – Ele questionou e Nate riu baixo, meneando a cabeça. Mail se levantou a cama, embora com um pouco de dificuldade por sentir uma forte tontura; Já estava a sentindo por um tempo, assim como uma ardência e um formigamento estranho em seu braço esquerdo. – Enfim, vou para o quarto procurar algum remédio para dor de cabeça e refazer os curativos... – Ele fechara os olhos com força enquanto massageava as têmporas. Nate o olhou preocupado.

– Quer ajuda?

– Não, não precisa, obrigado. – Ele fez um gesto com a mão e sorrira para o garoto, enquanto caminhava para a porta. – E você ainda vai ver que é verdade! – Riu, enquanto o menor corava e revirava os orbes azuis escuros. Abriu a porta e em seguida a fechou. Ao virar se deparou com Beyond, que o abraçara da mesma forma com que o fizera com Mihael.

– Parabéns, maninho! Finalmente, huh? – Mail sorrira.

– Agora é a vez de vocês dois! – Riu, enquanto Beyond arregalava as orbes vermelhas e tampava a boca do outro com sua mão.

– Shh! Ficou louco? Estamos na frente da porta ainda, ele pode escutar! – sussurrou e Mail deu de ombros.

– Se vocês não fizerem algo, Lawliet e eu o faremos. – Disse ameaçador e o moreno estreitou os olhos.

– Eu não fui assim com vocês dois!

– Ah, claro que não...! – o ruivo disse irônico, revirando os olhos. Beyond revirara os seus ao mesmo tempo.

– Prometo que deste ano não passa! – Ergueu uma das mãos no ar, fechando os olhos. Mail rira baixo.

– Combinado, Senhor Birthday.

– Agora vá para o seu quarto, pois alguém está à sua espera. – disse com um sorriso malicioso e o ruivo corara fortemente, arregalando os olhos.

– Ah, não! Agora vou ter que aguentar piadas... desse tipo vindas de você! – Puxou a touca em sua cabeça para baixo, tampando parte de seu rosto. Beyond rira.

– Pode ter certeza! – Ele puxou a touca do ruivo para cima. – E o senhor não ouse me esconder as coisas...

– Eu não esconderei... – Ele disse em tom baixo, tentando esconder a vermelhidão em seu rosto. O moreno riu, o abraçando pelo ombro.

– Fico feliz por você ter finalmente conseguido, Senhor Meus-pensamentos-são-extremamente-inocentes. – Disse calmamente e o outro rira.

– Obrigado, Senhor Vejo-malicia-em-tudo. – Meneou a cabeça e o outro lhe soltou, rindo.

– Vejo vocês depois. – Caminhou em direção à porta e Mail assentiu. Logo estava sozinho no corredor deserto. Sua cabeça ainda latejava e sua tontura era forte, mas ele dera de ombros, achando estar apenas pegando um resfriado. Caminhou em direção à porta de madeira escura defronte a ele e girou a maçaneta dourada e brilhante, logo se deparando com o loiro sentado na própria cama, os braços apoiados no batente da janela, a cabeça descansando na mão esquerda enquanto na direita ele segurava uma barra de chocolate. Mail não pode evitar o rubor em sua face, assim como o sorriso em seus lábios; Tudo era tão estranho e ao mesmo tempo tão comum...

Adentrara o quarto e fechara a porta, logo caminhando até a cama do loiro e ali se sentando. Mihael logo se virou, largando a barra de lado e se sentando com as pernas cruzadas enquanto o ruivo tinha as pernas contra o peito e as envolviam com os braços, as costas contra a parede. Os dois se fitaram em silêncio, o azul e o verde dos olhos envernizados se misturando lenta e graciosamente, ainda mais apaixonados. Logo ambos riram ao mesmo tempo de leve, as bochechas avermelhadas.

– Apenas eu estou me sentindo extremamente envergonhado, apaixonado, estranho e bobo? – Mihael questionou franzindo o cenho, se aproximando do outro e ficando de frente para este. Mail afastara as pernas do peito e as cruzara, assim como o loiro. Riu baixo e meneou negativamente a cabeça.

– Talvez eu esteja com as mesmas coisas, só que triplicadas... – Encolheu os ombros, sem apagar o sorriso de seus lábios que não tendia em permanecer por pouco tempo. Mihael sorriu, os orbes azuis brilhantes. Aproximou-se um pouco mais, os joelhos já se tocando.

– Se isso for um sonho, por favor, não me acorde. – Pedira ao que as testas se tocaram e seus narizes se roçavam leve e gentilmente.

– Não poderia, estou sonhando assim como você. – O ruivo sorriu docemente, o verde de seus olhos ainda mais brilhantes e as bochechas extremamente avermelhadas. Aos poucos eles inclinavam as cabeças de leve para lado opostos, aproximando os lábios. Mihael lentamente levara suas mãos até a cintura de Mail, causando um leve arrepio no garoto. O mesmo riu quando faltavam poucos milímetros para seus lábios se tocaram.

– Nunca fiz isso, você sabe. – seu tom de voz era baixo e envergonhado. – Então não sou bom nessas coisas.

– Acho que é exatamente o contrário. – Mihael disse por fim e fechara os olhos, quebrando a distância que jazia entre eles. Os lábios se encaixaram e logo os diversos sentimentos chegavam com intensidade e se misturavam, causando aquela sensação única e incrível. Não contiveram o arrepio que lhes passou por todo o corpo, mas notavam que estes deixavam o momento ainda mais especial; Frio nenhum quebraria o calor amoroso que os corpos emanavam naquele momento. Mail sentira as bochechas afogueadas quando o loiro intensificara o beijo, pedindo passagem com a língua, mas cedera, entreabrindo de leve os lábios e deixando que o outro explorasse a cavidade como bem desejasse. Logo suas línguas se encontraram e calmamente iniciavam a realização de uma dança ao invés de travarem uma batalha. Mail tinha os ombros encolhidos e suas mãos acariciavam o rosto do loiro, enquanto este segurava em sua cintura. Desencaixaram os lábios quando o ar por fim fizera falta, mas permaneceram com os narizes se roçando e as testas juntas.

– E você disse que era ruim nisso? – O loiro questionou com a voz rouca – cujo efeito em Mail fora um arrepio ainda mais intenso — enquanto uma de suas sobrancelhas se arqueava. – Wow...

– Mello! – Mail enrubescera fortemente, escondendo o rosto entre a curva do pescoço de Mihael, o abraçando apesar disso. O loiro rira, acariciando os fios ruivos.

– Faz ideia do quanto eu me contive para não te abraçar e nunca mais soltar quando você ficava envergonhado desse jeito? É uma das coisas mais adoráveis em você, e às vezes era totalmente irresistível, ainda mais quando você escondia o rosto em meu braço...

– Você sempre pode, mas agora pode me abraçar como quiser quando eu ficar envergonhado... E tenho certeza que isso vai acontecer quase toda hora. – Sua voz saiu abafada por ainda estar escondendo o rosto. Mihael rira, levemente corado.

– Só abraçar? – Questionou, ainda mexendo nos fios escarlate.

– Mells...! – o ruivo disse mais alto novamente e o loiro riu, ficando em silêncio. Mail o abraçou com mais força e logo afastara apenas o rosto, ficando de frente para o loiro. – Pois bem, o que gostaria além de um abraço? – Questionou sério, fingindo não entender. Mihael rira.

– Você sabe muito bem...

– Suponho que seja isso...? – Ele se inclinou de leve e tocou os lábios finos do outro, logo se afastando com as bochechas ainda mais avermelhadas.

– Exatamente. – O loiro sorriu de canto e o ruivo assentiu.

– Então não precisamos usar apenas abraços. – O loiro meneou a cabeça rindo, puxando o ruivo para si novamente, fazendo com que este deitasse a cabeça em seu ombro. – Mello, onde está o remédio de dor de cabeça? – Perguntou com a voz abafada.

– Você precisa dele? — O loiro questionou, levemente preocupado; Mail ainda não estava recuperado do acidente e sua saúde era ainda mais frágil que antigamente. O ruivo murmurou que sim e logo o loiro se afastou, se levantando da cama e caminhando até o banheiro, onde guardavam alguns remédios que Mail geralmente necessitava. O ruivo tinha os olhos estreitados pela dor de cabeça e a tontura, e segurava por cima da manga de um casaco escuro que trajava a região do pulso.

– E é normal sentir o braço formigando quando se tem cortes nele?

– As ataduras devem estar apertadas demais. – O loiro disse ainda procurando o remédio e Mail suspirou. Estranhou sentir algo na manga da blusa e logo arregalou os olhos o máximo que podia ao olhar a mão que antes segurava seu pulso.

– A-Acho que não é exatamente isso... – Ele gaguejou, engolindo em seco. Mihael saíra do banheiro segurando a pequena bolsa onde guardavam os curativos, o cenho franzido.

– Por que acha... – Olhou em direção ao garoto e arregalou os olhos ao que ele tinha a mão direita aberta e suja de vermelho, assim como todo o resto do braço esquerdo, onde Mail havia puxado a manga das blusas até os cotovelos, mostrando as ataduras anteriormente brancos tingidas de sangue.

...

– Mello? – Mail disse levemente sonolento, ao que encontrou os olhos do outro. Encontrava-se deitado na cama de Mihael e sua visão era levemente embaçada.

– Está se sentindo bem? – O outro tinha a voz calma. Mail se ergueu na cama e coçou os olhos.

– Estou, obrigado, mas... O que houve? – Sua voz saia levemente rouca.

– Você acabou desmaiando; Foi muito irresponsável da nossa parte ter saído da Wammy’s afinal, você devia estar de repouso... – O loiro levou a mão até a testa do outro, sentindo sua temperatura. – E, para variar, você pegou gripe novamente...

– Os vírus me amam, o que posso fazer? – Disse sério, encolhendo os ombros e cruzando os braços contra o peito, embora segurasse o riso. Mihael meneou negativamente a cabeça, tentando conter o sorriso que se traçava em seus lábios. Fitou o ruivo por um tempo, logo se aproximando mais deste.

– Eles não têm esse direito.

– Ah, não? Oras, por quê? – O ruivo fez uma expressão confusa, a despeito de entender o loiro – caso contrário suas bochechas não estariam novamente avermelhadas ou os orbes verdes não estariam envernizados.

– Por que esse direito só é válido para uma pessoa. – O outro respondeu simplista, se aproximando mais; A esse ponto seus narizes já se roçavam.

– E quem seria essa pessoa, senhor? – O ruivo dizia em tom baixo, quase que sussurrando; A esse ponto seus sorrisos não eram mais contidos.

– Mihael Keehl, de Winchester, sul da Inglaterra no condado de Hampshire; 17 anos no 13º dia de dezembro; Descendente de Alemão e apaixonado por um Italiano – que viveu mais tempo na Inglaterra do que na Itália — , cujo nome é Mail Jeevas, provavelmente desde que o conheceu. – Disse despreocupado, enquanto Mail ria baixo; Logo lhe segurou o queixo, sorrindo de leve. – E que lhe pede a permissão para se aproximar apenas mais um pouco.

– Não é necessário permissão, Sr. Keehl. Afinal, você sempre teve e sempre terá esse tal direito.

Notas finais
Podia ter um beijo no final, ou os dois falando sobre o corte, mas ficou mais bonitinho assim, e eu estou muito *lol* hoje para deixar o capítulo depressivo '-'
POR GANDALF! *le fundo rosa, olhos brilhando, milhares de coraçõezinhos flutuando, brilhinhos e pétalas de sakura no ar, tudo muito moe* ~pensem nas cenas dos irmãos hitachiins -q~
Podem apertar nossa bochechas ^^ *todos apertam a do Matt e do Mello, deixando a Iero-chan de lado* Okay T_T
AHEEM, obrigada, Luna-san, pela ideia do desmaio (Eu não sabia o que fazer no capítulo, a fofura veio automática só depois do seu review) e sim, as coisas vão ficar mais... É >///
Agora, ressaltemos um pequeno fato aqui: "... Descendente de Alemão e apaixonado por um Italiano" OH WAIT! ALEMÃO E ITALIANO! *rindo e fangirling* GERITA GERITA! *Hetard, oi*
Bem, acho que o café estava extremamente forte, ou forte foi o efeito dele em mim... Enfim, eu não sou assim / Eu sou muito calma e séria .-.
Ore, notas insanas, melhor pararmos. Ah, sim, chibis, ME AJUDEM! Têm algo que desejam ver na fic? *Não vale lemon, já está incluído >///<* Vai me ajudar bastante G_G
Bem, talvez o próximo capítulo demore mais, já que as aulas começam quarta-feira. Mas nada além de alguns dias ^^
Até mais, chibis ♥ Bom fim de semana e obrigada pelas reviews :3