Youth Gone Wild - Reescrevendo
1 Heaven Knows
Notas iniciais
Estou especialmente animada com essa fic, então espero que vocês também gostem.
Os titulos vão ser nomes de músicas que tenham alguma relação com o capitulo, mas vocês não precisam ouvir enquanto leem nem nada do tipo.
Ah, e o capitulo tá meio curto porque é o Prólogo, mas eu vou fazer sempre mais que 1000 palavras.
Enjoy sunshines ;)
Heaven Knows
O som dos coturnos de Thalia Grace ecoavam nos corredores da Half-Blood High School. Infelizmente, era acompanhado do som do salto da Sra. Dodds. A garota tinha sido pega matando aula, com um cigarro, no terraço. Não era lá grande coisa. Mas bem, não era também a primeira vez. Thalia duvidava que fosse receber apenas uma detenção.
A professora sorriu de forma malvada para ela antes de abrir a porta da sala do diretor. A garota deu um suspiro cansado – que tédio. O Sr. D estava sentado na sua cadeira giratória, com seus um milhão de quilos de barriga impedindo-o de usar corretamente a mesa. A Grace quase riu, se não fosse pelo olhar que ele lhe lançou.
Veja bem, ela não estava preocupada com seja lá o que a escola ia fazer com ela. Mas o Sr. D e o seu pai eram velhos amigos. Ela não queria pagar para ver a cara de Zeus quando descobrisse.
- Fumando de novo, senhorita Grace? – indagou o diretor, fazendo um gesto para que ela se sentasse.
- No terraço, senhor. Ela jogou o cigarro fora antes que eu pudesse chegar mais perto, então suspeito que tenha sido algo um pouco mais grave... – respondeu a Sra. Dodds.
Thalia bufou e desabou na cadeira em frente ao diretor com os braços cruzados. Como se os baseados que a garota fumava fossem da conta dela.
- Obrigada, Dodds. – disse o Sr. D. – Pode se retirar agora.
Há, toma. A professora ficou tão vermelha, que por um momento Thalia pensou que ela ia atacar o diretor. Isso sim ela pagaria para ver. Infelizmente, ela só se virou e saiu da sala, mesmo que tivesse deixado a porta bater com força.
O Sr. D se virou para ela, com uma expressão decepcionada.
- O que vamos fazer com você, mocinha? – ele perguntou, balançando a cabeça.
- Talvez devesse me mandar de volta para aula. Creia, assistir a mais um minuto de explicação sobre O Diário de Anne Frank será punição o suficiente. – A Grace respondeu, na cara dura.
- Não. Acho que quero algo um pouco pior para você. Algo mais vergonhoso.
Ok, aquele diretor tinha, definitivamente, nascido do inferno.
- Colar uma placa de drogada na minha testa? – Thalia ousou.
- Sabe – o Sr. D se levantou, o que deve ter sido um esforço enorme para ele. – Todo ano colocamos a lista de inscrição da banda do colégio no mural, mas até hoje nunca tivemos ninguém escrito.
- Ah não, nem pense nisso.
- Esse ano – ele continuou. – vai acontecer o festival de marchas dos colégios de New Jersey, com carros alegóricos e tudo mais. E eu odiaria que esse fosse o único colégio sem uma banda.
- Claro. Ninguém quer cantar o hino dos Estados Unidos vestido com fardinhas ridículas em cima de um carro alegórico para o estado inteiro.
- Você vai ficar responsável por formar a banda. Quero pelo menos seis participantes até o fim da semana. E um deles vai ser você.
- Muito engraçado, diretor. Mas não faço isso nem se me ameaçarem de morte.
- Se você cooperar, talvez eu não conte sobre os cigarros para o seu pai.
Era o curinga do jogo. O xeque mate. Thalia não podia discordar daquilo. Se seu pai soubesse, ela podia dar adeus a faculdade no Canada, carro no seu aniversário, festas até tarde nos fins de semana... Ela ia fazer aquilo. Não ia ser tão difícil, certo? E era só por uns três meses ou algo assim. Não ia ter todo o colegial estragado por causa disso.
- Trato feito.
Definitivamente era a sua sentença de morte.
Fale com o autor