Notas iniciais
Aqui está um capítulo mega romântico para vocês. Foi aniver do Colin lindo, então esse capítulo vai como uma comemoração. Hehehe Beijos

P.O.V Killian

Quando Emma caiu em meus braços, eu simplesmente entrei em pânico. Como estávamos perto do hospital, a levei no colo até lá.

Liguei para Henry para avisar o que tinha acontecido. Enquanto falava com ele, ele parecia estar em prantos. Como não sabíamos o que tinha acontecido com ela, ele deve ter temido o pior. Disse para ele se acalmar e que assim que tivesse notícias, o avisaria.

Decidi não sair do hospital até Emma acordar. Eu não conseguiria deixá-la daquele jeito. Quando levaram ela de meus braços, senti como se uma parte de mim estivesse sendo arrancada. Um nó se formou em minha garganta, mas eu não choraria. Ainda tenho uma imagem para manter.

Esperei duas horas por notícias. De 20 em 20 minutos eu recebia ligações de Henry. Ele estava desesperado. E não é por pouco, já que ele não sabia o que tinha acontecido com a mãe. Naquele ponto, até eu já estava temendo o pior, até que o médico me chamou. Pelo visto, Emma tinha tido uma hipoglicemia. Nada de grave. Ela logo iria acordar, então liguei para Mary Margaret para perguntar se teria como ela buscar Henry. Ela o trouxe rapidamente. Pelo visto, ela também estava bem preocupada. As notícias voam em Storybrooke.

– Oi Henry.

– Killian! Como está minha mãe?

– Henry. Ela está bem. Ela teve uma hipoglicemia, logo acordará.

– Graças a Deus!

– Obrigada por trazê-lo, Mary.

– Capaz. Eu já ia vir logo. Sabe, Emma tem muita sorte por você ter estado lá quando aconteceu aquilo com ela. Você parece estar exausto. Se quiser ir embora, eu fico aqui com Henry.

– Só vou embora quando estiver tudo resolvido.

P.O.V Emma

Acordei encarando paredes brancas e com uma dor de cabeça horrível. No início, estava meio perdida, não reconhecendo o lugar onde me encontrava. Então me lembrei do que aconteceu. Meu Deus! Por quanto tempo eu dormi? Quem tinha me trazido para cá?

Logo, Henry passou correndo pela porta. Ele estava com o rosto inchado e vermelho. Coitado, deve ter se preocupado! Logo atrás dele apareceram Mary e Killian.

– Mãe! Você está bem?

– Estou bem sim, filho.

– Ficamos preocupados! — disse Henry — Principalmente Killian. Ele esteve aqui desde que você caiu nos braços dele.

– Você esteve aqui o tempo todo? — eu disse, meio emocionada — Não precisava!

– Swan, eu faria de tudo por você. Quero saber o que você andou aprontando para ter hipoglicemia.

– Nada demais.

– Se hipoglicemia tem haver com o fato de ela não ter almoçado hoje, já sei o que ela aprontou. — disse Henry

– Emma, aonde você estava com a cabeça? — perguntou Mary — Quando foi a última vez que você comeu?

– Bom, tomei um chocolate quente de manhã. E foi isso.

– Você é doida, sabia? — disse Mary, rindo

– Bem que percebi que você estava bem leve quando caiu em meus braços.

Eu e Killian nos olhamos, sorrindo um para o outro.

– Acho que vamos deixar vocês dois a sós. Venha Henry. — disse Mary

Killian se aproximou de mim e segurou minha mão. Ele olhou profundamente em meus olhos e começou a acariciar levemente a minha mão.

– Você deve estar louca de fome. Quer comer alguma coisa?

– Por enquanto não Killian, obrigada. Sabe, eu tenho que te agradecer por tudo. Por ter estado lá quando eu precisei e por se preocupar tanto comigo. Eu não sei como eu poderia te retribuir. Se algum dia você precisar de qualquer coisa, saiba que pode contar comigo.

– Eu que tenho que te agradecer por tudo. Não sei o que seria de mim hoje se você não tivesse aparecido naquela loja. Você não tem que retribuir nada, pois tudo o que eu faço é para te retribuir. Você é a melhor pessoa que eu já conheci.

O espaço entre nós foi diminuindo até se tornar inexistente. Nos beijamos de um jeito que eu nunca tinha visto. Foi melhor do que todos os beijos que já tinha visto em filmes ou em qualquer outro lugar.

– Estou atrapalhando alguma coisa? — disse David, o médico que estava cuidando de mim.

Nos separamos rapidamente. Há quanto tempo ele estava lá nos observando? Até porque, ele é amigo de Killian.

– N-Não há na-nada acontecendo a-aqui. — disse Killian, envergonhado.

Ao sair, Killian acabou se esbarrando na porta, que era de vidro, o que me provocou risadas. Ele realmente me fazia rir nas horas mais necessárias. Isso é ótimo.

David disse que eu logo estaria liberada, só ficaria uma noite de observação. Dei graças a Deus, pois estava louca para voltar para casa.

P.O.V Mary

Aproveitaria e ficaria esperando David sair do hospital. Pelo visto, a visita de Killian estava demorando um pouco mais que o esperado. O que será que estava acontecendo?

Minhas dúvidas foram respondidas quando Killian apareceu todo atrapalhado. O que me chamou atenção foi o machucado na testa e a marca de batom na boca.

– Então, o que rolou lá? — perguntou Henry

– Nada. Só conversamos um pouco. — disse Killian.

Quando foi se sentar, Killian acabou caindo, pois errou o lugar da cadeira. Nesse ponto, Henry já estava explodindo em gargalhadas. Ouvir essas risadas são tão boas. Henry é mesmo uma criança incrível!

– Cara, você beijou minha mãe! — disse Henry

Killian estava tão vermelho que parecia um pimentão. Tanto pelo tombo quanto pela afirmação de Henry. Ele ficou quieto, com um sorrisinho bobo no rosto.

Perguntei se poderia fazer uma visitinha para Emma. Fui autorizada e entrei no quarto.

Emma estava melhor, ainda um pouco pálida. Ela tinha o mesmo sorrisinho que Killian tinha quando Henry falou do beijo.

– Então, srta. Jones. Me conta tudo sobre o que aconteceu.

– Como assim, o que aconteceu?

– Emma, não me faça de boba. Todos já sacamos o que rolou entre você e Killian. Quando vocês dois estão juntos, é notável que são almas gêmeas. E eu reconheço que é um verdadeiro amor.

– Mary, não sei o que está falando. Killian e eu somos apenas amigos.

Emma ainda não admitia para si mesma? Bom, pelo visto eu deveria abrir os olhos dela.

– Só queria dizer o quão sortuda você é por Killian estar do seu lado. Ele faria de tudo por você. Se ele não estivesse lá para te segurar, você poderia ter se machucado mais seriamente. Ele é realmente incrível. Sem contar todas as outras vezes em que ele provou que sempre te ajudaria, seja no que fosse. Acho que você deveria dar uma chance para ele.

– Bom, eu e ele somos bons amigos. Mas o que você falou de que ele é incrível e que tenho que agradecer por tê-lo, nisso eu concordo.

– Que bom que sabe disso. Me conte, David está cuidando bem de você?

P.O.V Emma

Tenho que agradecer pela amizade de Mary. Ela é sensacional. Ela não podia estar mais certa no que ela disse por eu ser grata por ter Killian. Não sei se estou pronta para me apaixonar por alguém novamente, mas se fosse por alguém, esse alguém seria Killian.

Depois que Mary foi embora, Henry apareceu. Ele já estava muito cansado, então nossa conversa foi breve. Ele perguntou como eu estava e alguns outros assuntos. Perguntei para Mary se Henry poderia dormir na casa dela hoje. Ela autorizou. Ela foi embora com Henry e só sobrou Killian.

– Você tem certeza que não quer que eu fique? — disse Killian — Não tenho nenhum plano para amanhã, posso dormir aqui, se quiser.

– Não precisa Killian. Já estou bem melhor, obrigada.

– Sabe que se precisar, é só avisar. Amanhã cedo, já estarei aqui.

– Você é demais. Quero te agradecer por sempre estar aqui quando eu preciso. Você me ajudou muito hoje. Obrigada, você é meu porto seguro.

– Não precisa agradecer. Vou indo, então. Boa noite Swan.

– Boa noite Jones.

Ele me deu um beijinho na testa e foi embora. Após ele ir, dormi tranquila, pois soube que ele estaria aqui para tudo o que precisasse.

Notas finais
Espero que tenham gostado. Killian, como sempre, um amor. Beijinhos